Lote 1 a 200

( Leilão on-line )

11 de Setembro de 2023 -Segunda-feira - 2OH30

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001

Antonio Parreiras.

Estrada Arborizada. Aquarela sobre papel, 26 cm x 17,5 cm. Assinado e datado embaixo à direita: AParreiras / 1917.

 

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002

Castagneto, Giovanni Battista.

Paisagem com Bananeira. Nanquim, 20,5 cm x 15 cm. Assinado e datado embaixo à direita: Castagneto / 98.

 

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003

Eliseu Visconti.

Paisagem. Aquarela e aguada, 14 cm x 23,5 cm. Assinado embaixo à esquerda: E. Visconti.

 

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004

Parreiras, Antonio.

Paisagem. Óleo sobre placa, 24 cm x 32,5 cm. Assinado e datado embaixo à direita: A. Parreiras/95.

 

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005

Presciliano Silva.

Mercado de Suínos. Aquarela, 15 cm x 23 cm. Assinado, localizado e datado embaixo à direita: Presciliano Silva / Pontavem 1913.

Pont-Aven é uma pequena vila que deve sua notoriedade à escola de pintores que teve Gauguin como mestre. Fica localizada na Bretagne e tinha um dos mais importantes "marché au porc" da França, na ocasião.

 

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006

Garcia Bento.

Cais. Técnica mista sobre cartão, crayon e guache, 19,5 cm x 27 cm. Assinado e datado embaixo à direita: Garcia Bento / ..20.

 

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007

Castagneto, Giovanni Battista.

Paisagem. Nanquim sobre papel, 26,5 cm x 19,5 cm. Assinado e datado embaixo à direita: Castagneto 900. No reverso da placa que protege o desenho, selo: Renato Magalhães Gouvêa / Escritório de Arte / Rua Pelotas, 475 Fone: 549-1700 São Paulo 04012.

 

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008

Weingärtner, Pedro.

Casario em Paisagem Arborizada. Lápis de cor sobre papel protegido por cartão, 20,3 cm x 14 cm. Assinado e datado embaixo à direita:

P. Weingartner.

 

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009

Pancetti, José.

Barco. Crayon sobre papel, 27,5 cm x 23 cm. Assinado e datado embaixo à esquerda: Pancetti/ 927.

 

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010

Parreiras, Antonio.

Morte de Domingos Martins - Padre Miguelinho. Desenho a nanquim, 17 cm x 24 cm. Assinado e datado embaixo à direita: A. Parreiras 1926, com inscrição acima da assinatura, Morte de Domingos Martins / Padre Miguelinho e Mendonça e, embaixo à esquerda: a Delvecchio/ A Parreiras 1933.

Citado no livro Antonio Parreiras Pintor de Paisagem. Gênero e História, à página 173 sob o número 523.

 

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011

Par de licoreiras de cristal âmbar. Corpo bojudo, com lapidação dita dedão e de quadrados interligados pelos seus respectivos vértices em linhas superpostas, rematado por anel metálico para encaixe de tampa no formato de cogumelo; 25 cm de altura total. Europa, séc. XX.

Origem: Ex-coleção Newton Carneiro.

 

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012

Garrafa para vodka de grosso cristal lapidado. Corpo circular com duas seções bojudas e gargalo de prata com borda revirada, onde encontra-se o número 925, um escudo com o monograma H B (Hermann Bauer) ao centro encimado por uma coroa e a palavra "STERLING"; tampa modelada no formato de pinha. Acompanham cinco cálices, também de cristal, com altas e grossas bases e bojos cilíndricos. Alemanha, séc. XIX.

 A lei federal de 16 de julho de 1884, aplicada a partir de 1º de janeiro de 1888, obriga o uso da lua crescente seguida de coroa, para prata alemã de teor a partir de 800/1000, conforme Poinçons D'Argent, página 50, por tardy.

HERMANN BAUER, Schäbisch Gmünd, Alemanha. Fundada em1863.

 

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013

Cristallerie Baccarat

Garrafa para licor de cristal double, verde e incolor, com lapidação manual, modelo Harcourt. Corpo bojudo com facetas verticais planas, alça curva com lapidação em pequenas facetas e fundo estrelado. Na parte inferior da tampa ocada, também estrelada e facetada, pequeno lascado e número incisado 102, que também encontra-se na parte interior do gargalo, indicativo que não se trata de uma tampa adaptada.

Imperceptível e insignificante perda no bico da garrafa. Apresenta, principalmente na parte interna de seu fundo, fungo, que absolutamente não interfere em sua beleza e uso; 21,5 cm de altura total. França, início séc. XX.

 

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013-A

Garrafa de cristal com rica e profusa lapidação em seu bojo globular. Gargalo com lapidação em facetas verticais terminado com aplicação de prata da cidade de Londres, com letra data para os anos 1978/79, segundo Poinçons D' argent, por Tardy, à página 250 e marca do ourives AC & SS Ltd, não identificado; 30,5 cm de altura, com a tampa. Europa, séc. XX.

 

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014

Cristallerie Val Saint Lambert, desenho nº75 conforme catálogo Roeme Saarbrücken, Album des VERRES A VIN DU RHIN 1905, Planche 17, nº 75. Peça para colecionador.

Par de taças para vinho de Rhin, de cristal soprado (soufflé) e doublé (duas camadas), verde claro e incolor, com bojo, haste de seis faces ocada e base circular com recortes arredondados, decorados com profusa lapidação manual; 20 cm de altura e 7,5 cm de diâmetro de borda. Bélgica, circa 1910.

 

Vin de Rhin é o nome genérico dado aos vinhos alemães, geralmente brancos, produzidos na encosta do Reno, da Basiléia a Colônia, e aos dos vales adjacentes.

 

A técnica do cristal doublé, ou overlay, consiste em aplicar sobre a superfície do cristal incolor, já modelado no formato do objeto que se quer, uma fina camada de cristal colorido que, uma vez lapidado revela a camada incolor, deixando em evidência as partes que se quer coloridas. Mesmo princípio se aplica ao cristal triplé, deixando em evidência duas partes coloridas sobre fundo incolor.

 

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015

Cristallerie Val Saint Lambert, desenho nº75 conforme catálogo Roeme Saarbrücken, Album des Verres a Vin du Rhin 1905, Planche 17, Nº 75. Peça para colecionador.

Par de taças para vinho de Rhin, de cristal soprado (soufflé) e doublé (duas camadas), verde claro e incolor, com bojo, haste de seis faces oca e base circular com recortes arredondados, decorados com profusa lapidação manual; 20 cm de altura e 7,5 cm de diâmetro de borda. Bélgica, circa 1910.

 

Vin de Rhin é o nome genérico dado aos vinhos alemães, geralmente brancos, produzidos na encosta do Reno, da Basiléia a Colônia, e aos dos vales adjacentes.

 

A técnica do cristal doublé, ou overlay, consiste em aplicar sobre a superfície do cristal incolor, já modelado no formato do objeto que se quer, uma fina camada de cristal colorido que, uma vez lapidado revela a camada incolor, deixando em evidência as partes que se quer coloridas. Mesmo princípio se aplica ao cristal triplé, deixando em evidência duas partes coloridas sobre fundo incolor.

 

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016

Budai. Escultura de porcelana chinesa esmaltada e policromada, azul sobre fundo branco, modelada na figura de Budai, com crianças sobre seu corpo; 30 cm de altura. Na parte posterior de seu corpo, próximo à base, ideogramas orientais. China, séc. XX.

 

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017

Leslie Harradine, para Royal Doulton.

Genevieve. Escultura de porcelana inglesa, policromada e esmaltada, modelada na figura de jovem de chapéu, mãos envoltas por regalo e vestido decotado, longo com babados. Base preta quadrada onde, em seu reverso, encontram-se marcas de identificação e do fabricante: brasão Royal com leão sobre coroa, Made in England, Bone China / Genevivieve (título do figurino)/ NN 1962 (número que identifica o período em que foi produzida, entre 1941 e 1975, assim como sua criadora) e, ao lado do brasão, o nº 16 (número que identifica o ano exato de fabricação que, no caso específico, foi no ano de 1943); 18 cm de altura total. Inglaterra, primeira metade do séc. XX.

 

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018

Royal Doulton.

Veronica. Escultura de porcelana inglesa, policromada e esmaltada, modelada na figura de jovem de chapéu, mãos envoltas por regalo e vestido decotado, longo com babados. Na base encontram-se marcas de identificação e do fabricante: brasão Royal com leão sobre coroa, Made in England, Bone China / Genevivieve (título do figurino)/ NN 1517  (número que identifica o período em que foi produzida, não identificado, assim como sua criadora, também não identificada) e, ao lado do brasão, o nº 15 (número que identifica  o ano exato de fabricação que, no caso específico, foi no ano de 1942); 20,5 cm de altura total. Inglaterra, primeira metade do séc. XX.

 

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019

Berrocal, Miguel Ortiz - ( 1933 - 2006 ).

" O Torero. Homenaje al Niño de la Palma ", 1972. Escultura amovível de bronze polido, composta por 26 elementos. Base circular de 19,7 cm de diâmetro e 4 cm de altura onde, sobre sua superfície, encontra-se assinatura do artista, seu nome gravado em baixo relevo e indicação do número do exemplar: Berrocal 806 / 2000; 28 cm de altura total. Espanha, séc. XX.

 

Miguel Ortiz Berrocal mostrava uma particular predileção por esculturas de bronze articuladas e destacáveis. Inspirado pelas principais forças criativas da primeira metade de 1900, o artista buscou seu próprio caminho artístico. Ele se inspira na ciência e cria obras baseadas em princípios matemáticos, físicos e científicos. Ele também desenvolveu o conceito de "desmontagem", entendido como o processo de pesquisa das formas interiores dos volumes, o que implica que as esculturas são compostas por elementos que devem ser montados e desmontados para penetrar em seu espaço invisível. Berrocal iniciou a sua formação na Escuela de Artes y Oficios de Madrid, onde foi aluno de Ángel Ferrant. Em seguida, ingressou na Escola de Belas Artes de San Fernando, onde foi aluno de Ramón Stolz. Concluiu a sua formação trabalhando como desenhador no atelier do arquitecto Casto Fernández Shaw e como assistente de vários arquitectos em Roma entre 1952 e 1954. Durante a sua estadia em Paris em 1955, decidiu finalmente dedicar-se à escultura. Seus primeiros trabalhos mostram a influência de Chillida, ao mesmo tempo em que marcam sua preferência por formas articuladas e destacáveis em bronze. A dificuldade de fazer cada uma de suas esculturas o levou a decidir produzi-las em série. É neste sentido que produziu duzentos exemplares da escultura "Maria de la O", pela qual recebeu o prémio de escultura da Bienal de Paris e que foi depois adquirida pelo MOMA de Nova Iorque. Em 1966 estabeleceu-se definitivamente em Verona e desde 1968 tem alternado o seu trabalho entre obras monumentais e pequenas obras. Com vários galeristas, fundou a Società Multicettera, a primeira pequena indústria de esculturas. Já expôs na Itália, França, Alemanha, Espanha e Estados Unidos, recebeu a medalha de ouro do Bronze de Pádua, o Grand Prix d'honneur da Bienal do Brasil, e foi nomeado Chevalier de l' Ordre des Arts et des Lettres pelo governo francês. Tem esculturas em locais públicos na Coreia, Bordeaux, Dinamarca e Suíça, bem como em vários locais de Espanha. Está representado nos museus de arte moderna de Nova York e Paris, no Museu Olímpico de Lausanne, no Kunsthalle de Hamburgo, na Fundação Juan March em Madri, na National Gallery de Roma e no Victoria & Albert Museum de Londres.

Fonte: Drouot.com

 

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020

Nicolas Vlavianos.

Sem título. Escultura modelada em metal polido. Base retangular de madeira com 45,5 cm de comprimento, 22,5 cm de largura e 15 cm de altura. Sob a parte superior da escultura, do lado direito, assinatura do artista e data: Vlav 72; 80 cm de altura total. Brasil, séc. XX.

 

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021

Nicolas Vlavianos.

Sem título. Escultura modelada em aço polido. Base retangular, placa de aço sobre madeira; 20 cm de comprimento, 10 cm de largura e 5 cm de altura onde, em sua superfície, encontra-se gravado: número do exemplar 8 - 20 e Vlav 79; 34,5 cm de altura total. Brasil, séc. XX.

 

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022

Autoria desconhecida

Arte Popular. Conjunto de esculturas sobre bases retangulares, composto de:

Grupo escultórico, de barro cozido, com seis músicos e seus respectivos instrumentos musicais, 14,5 cm de comprimento e 7 cm de altura total;

Homem com feixe de lenha na cabeça, de madeira,

Mulher Rendeira, de madeira; 8,5 cm de altura.

 

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023

Elias Vitalino - Zé Caboclo Filho e Ednaldo.

Arte Popular. Conjunto de quatro esculturas de barro cozido, assinadas no reverso de suas respectivas bases retangulares e modeladas nas figuras de:

Elias Vitalino: Lampião e Soldado do Cangaço, 9,5 cm e 8,8 cm, respectivamente. Braços colados.

Zé Caboclo Filho: Homem com cachimbo na boca e vara nas costas, transportando duas bilhas; 12,5 cm de altura.

Ednaldo: Homem com cachimbo na boca e feixe de lenha na cabeça, 14 cm de altura.

 

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024

Passadeira Hamadan, ponto em nó feito a mão; 3,87 m x 1,04 m ou 4,02 m². Irã, séc. XX.

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025

Tapete Mood, ponto em nó feito à mão, 4;19 m x 3,09 m ou 12,95 m². Irã, séc. XX.

 

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026

Tapete Isfahan, ponto em nó feito à mão: 1,92 m x 1,26 m ou 2,41 m². Apresenta dois pequenos rompimentos de tramas.

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027

Tapete Isfahan, ponto em nó feito à mão: 1,17 m x 0,74 m ou 0,86 m².

 

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028

Passadeira Hamadan, ponto em nó feito à mão: 2,15 m x 0,95 m ou 2,61 m². Apresenta algumas manchas e perda de franja, pelo tempo e uso.

 

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029

Tapete Shirvan, ponto em nó feito à mão: 1,72 m x 1,00 m ou 1,72 m². Rapê com cortes.

 

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030

Espelho com moldura de prata repuxada e cinzelada, decorada com elementos fitomórficos em relevos e frontão a semelhança de concha; 38 cm x 32 cm o espelho; 88 cm x 58,5 cm, com a moldura. América Espanhola, séc. XVIII.

Origem: Ex-coleção Newton Carneiro.

 

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031

Barão, Visconde e Conde de Piratinim - Braga, João Francisco Vieira, da província do Rio Grande do Sul.

Grande e expressivo tabuleiro de metal repuxado, cinzelado e espessurado de prata, do século XIX. Larga faixa em seu entorno, ornada com profuso delicado e esmerado cinzelado com arabescos, volutas e reservas florais centralizando superfície lisa com armorial e inscrição Baron de Piratinim. Varanda vazada, com pequenos filetes verticais paralelos e borda ornada com delicados perolados, assim como suas duas alças semicirculares, simétricas e opostas, terminadas em volutas; 100 cm de comprimento e 60 cm de largura. Segundo Titulares do Império, por Carlos G. Rheingantz, editado pelo Ministério da Justiça e Negócios Interiores - Arquivo Nacional, Rio de Janeiro 1960, página 45:

Barão de Piratinim - 2/12/1854 - VIII, 15 - Visconde de Piratinim - 28/8/1866- V, 32 - Conde de Piratinim - 20/6/1885 - III, 86.

Acompanha mesa de centro tardia, de madeira laqueada de preto, para apoio do tabuleiro; 105 cm de comprimento, 80 cm de largura e 39,5 cm de altura total.

Origem: Ex-coleção Newton Carneiro.

 

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032

Espelho de cristal veneziano. Formato octogonal com moldura formada por placas, também espelhadas, separadas por apliques verticais, fixados por botão floral. Grande capitel recortado no formato de elementos fitomórficos estilizados; 92 cm de altura e 74 cm de largura. Itália, séc. XX.

Apresenta trinca na parte central do capitel, ausência de quatro botões de fixação e, pelo tempo e uso, perdas naturais de algumas partes espelhadas.

 

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033

Luminária de teto, de cristal na tonalidade aquamarine. Formato balaústre, decorada com hexágonos unidos em linhas concêntricas às extremidades; 45 cm de altura, sem as terminações metálicas patinadas e a corrente de seis fios, para sustentação. Europa, início séc. XX.

Origem: Ex-coleção Newton Carneiro.

 

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034

Cabeça de anjo em pedra lavrada, onde são visíveis traços de policromia parcialmente encobertos pela acentuada pátina. Remanescente decorativo dos antigos chafarizes de nossas cidades históricas; 31 cm de altura. Brasil, séc. XVIII.

 

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035

Par de grandes urnas em ferro fundido no estilo "médice" no seu formato clássico de bases quadrangulares e bojos gomados. À maneira de alças cabeças de leão laterais e opostas. Bordas abauladas para baixo. Alguma oxidação e patina original. São visíveis marcas de reforço na união do bojo com a pança outrora encobertos pela pintura;

78,5 cm de altura. Europa neoclássica, séc. XIX.

Apresenta pequenos pontos de corrosão, naturais para época e uso.

 

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036

Cristallerie Baccarat, modelo Épron, 1920. Peça para colecionador.

Par de taças para vinho de Rhin, de cristal soufflé (soprado) e doublé (duas camadas), vermelho rubi e incolor, com bojo, haste e reverso da base circular decorados com profusa lapidação manual; 19,7 cm de altura e 7,3 cm de diâmetro de borda. França, início séc. XX.

 

Modèlo publicado no catálogo de 1920.

 

Vin de Rhin é o nome genérico dado aos vinhos alemães, geralmente brancos, produzidos na encosta do Reno, da Basiléia a Colônia, e aos dos vales adjacentes.

 

A técnica do cristal doublé consiste em aplicar sobre a superfície do cristal incolor, já modelado no formato do objeto que se quer, uma fina camada de cristal colorido. A lapidação deixa em evidência as partes que ser quer coloridas, assim como as que ser incolor. Mesmo princípio se aplica ao cristal triplé.

 

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037

Cristallerie Baccarat, modelo Renaissance. Peça para colecionador.

Par de taças para vinho de Rhin, de cristal soufflé (soprado) e doublé (duas camadas), vermelho e incolor, com bojo, haste e reverso da base circular decorados com profusa lapidação manual; 19,7 cm de altura e 7,3 cm de diâmetro de borda. França, início séc. XX.

 

Vin de Rhin é o nome genérico dado aos vinhos alemães, geralmente brancos, produzidos na encosta do Reno, da Basiléia a Colônia, e aos dos vales adjacentes.

 

A técnica do cristal doublé consiste em aplicar sobre a superfície do cristal incolor, já modelado no formato do objeto que se quer, uma fina camada de cristal colorido. A lapidação deixa em evidência as partes que ser quer coloridas, assim como as que ser incolor. Mesmo princípio se aplica ao cristal triplé.

 

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Cristallerie Saint-Louis. Raro modelo Callot, e não Thistle, criado em 1925. Peça para colecionador.

Taça para champagne, de cristal incolor com parte inferior do bojo decorado por lapidação manual de frisos verticais e paralelos, borda circular revirada e aba ornada a ouro por friso de ramos de videira, assim como sua base, também circular, onde, em seu reverso, encontra-se gravado a ácido marca do fabricante; haste lapidada em facetas planas com vértices serrilhados; 13 cm de altura e 9,8 cm de diâmetro de borda. França, início séc. XX.

 

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Karl Himmelstoss, para Rosenthal.

Grupo escultórico de porcelana alemã modelado e policromado de maneira naturalista na figura de dois pinguins. Na parte posterior da base ovalada, prensado e em baixo relevo, K. Himmelstoss (projetista) e, em seu reverso, marca do fabricante e de origem, em verde: Rosenthal / Germany / Kunstabteilung / Selb e inscrição em baixo relevo, K 693; 15 cm de altura. Alemanha, séc. XX.

 

No reverso da base apresenta pequeno lascado, terminando em insignificante bicado em seu entorno.

 

Karl Himmelstoss fez pequenas esculturas arquitetônicas. De 1912 a 1938. Desenhou o segundo maior número de figuras para o fabricante de porcelana Rosenthal, apenas Ferdinand Liebermann desenhou mais figuras nos anos de fundação do departamento de arte da fábrica de Selb. Além disso, Himmelstoss trabalhou para a Heinrich Porzellan, Lorenz Hutschenreuther, a Königliche Porzellan-Manufaktur Berlin e a Porzellanmanufaktur Nymphenburg.

 

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Cristallerie Val Saint Lambert, modelo Prince de Galles. Peça para colecionador.

Par de cálices para vermute, de cristal soufflé (soprado) e doublé (duas camadas), verde e incolor. Bojo com lapidação manual de frisos verticais incolor e paralelos, sobre haste ocada em balaústre e base circular, translúcida; 10 cm de altura e 5 cm de diâmetro de borda. França, início séc. XX.

 

A técnica do cristal doublé consiste em aplicar sobre a superfície do cristal incolor, já modelado no formato do objeto que se quer, uma fina camada de cristal colorido. A lapidação deixa em evidência as partes que ser quer coloridas, assim como as que ser incolor. Mesmo princípio se aplica ao cristal triplé.

 

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041

Cristallerie Val Saint Lambert, modelo Prince de Galles. Peça para colecionador.

Par de cálices para vermute, de cristal soufflé (soprado) e doublé (duas camadas), azul e incolor. Bojo com lapidação manual de frisos verticais incolor e paralelos, sobre haste ocada em balaústre e base circular e incolor; 10 cm de altura e 5 cm de diâmetro de borda. França, início séc. XX.

 

A técnica do cristal doublé consiste em aplicar sobre a superfície do cristal incolor, já modelado no formato do objeto que se quer, uma fina camada de cristal colorido. A lapidação deixa em evidência as partes que ser quer coloridas, assim como as que se quer incolor. Mesmo princípio se aplica ao cristal triplé.

 

 

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042

Willys de Castro.

Estudo para logotipo da Mobília Contemporânea. Grafite, nanquim, tinta esferográfica sobre papel; 28 cm x 56 cm, 1964

Acompanha: prospectos e convites personalizados para exposições da Mobília Contemporânea, dirigidos a Willys de Castro e Hércules Barsotti; estudo a lápis para envelope; papel ofício do Centro de Colecionadores e Arte, com sua respectiva marca, criada em 1968 por Willys de Castro; dentre outros itens.

 

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

Mobília Contemporânea. Importante fábrica de móveis, fundada por Michel Arnaud em meados da década de 1950. Com desenhos simples e funcionais, foi precursor no fabrico de móveis industrializados, modulares e em série, de baixo custo e facilmente montáveis pelos consumidores, diferentemente daqueles até então fabricados sob encomenda.

 

"Nossa concepção de móvel em série é a de um móvel industrial, de estoque permanente. Duas razões levaram-nos a adotar a política de produzir móvel e não a de fabricá-los segundo a maneira tradicional de produção. Primeira, pela grande importância que o equipamento industrial terá em futuro próximo. A época das facilidades está terminando, a fase em que tudo se vendia sozinho acabou. Estamos entrando em um período de forte concorrência, de luta de preços, de qualidade. Para a pequena e média indústria, particularmente, conseguir produzir eficientemente é de vital importância. E, para conseguir essa eficiência, a permanência do produto no mercado é condição primordial. A segunda razão é de ordem subjetiva. Rejeitamos a obsolescência planejada por acreditá-la inadequada ao Brasil, país potencialmente rico, mas onde, na realidade, os padrões de vida são muito baixos. Não queremos polemizar, mas acreditamos ser negativa a tentativa de criar hábitos de compra de nação rica em país pobre. Michel Arnaud".

 

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043

Maria Leontina.

Sem título. Litografia sobre cartão, 11,5 cm x 16 cm. Assinado embaixo à direita: Maria Leontina e, à esquerda: prova da artista (com caligrafia da artista). Ao lado da mancha data: 62 (pela artista)

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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044

Casa Farani. Jovem com Rosas. Belíssimo cartão art nouveau de boas festas, contornado por friso dourado, impresso com partes em relevos (prensadas) e recortes vazados nas laterais; 45 cm x 33 cm.

Composição característica ao estilo e época. Na parte inferior reserva de contornos irregulares, delimitada por friso dourado, com inscrição:

BOAS FESTAS . CASA FARANI. BOAS FESTAS / FRANCISCO FARANI & IRMÃO & CIA  / CASA BANCARIA E IMPORTADORA  /  Rua 3, n. 60 - Avenida 6 - Endereço telegráfico: Farani - Rio Claro / GRANDES ARMAZENS de Fazendas, Modas, Armarinhos, Novidades, Chapéos de sol / e de cabeça, Ferragens, Louças e Crystaes / Livros em branco e escolares, Papelaria, / Machinas de costura, Camas de ferro e Colchões. / SECÇÃO DE ALFAIATARIA  -  SECCOS E MOLHADOS /  DEPOSITO --- dos formicidas Capanema, Pestana e Schomaker, dos / afamados Calçados Rocha, Clark, S. Paulo e Baraúna. / Fornecem Cimentos, Cal, Telhas e tijolos - Recebem novidades todas as semanas.

Algumas tiras que compõem as partes vazadas foram rompidas e fixadas no reverso por fita adesiva, sem comprometer a parte visual e estética.

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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045

Alfredo Volpi.

Sem título. Desenho a lápis sobre papel, 29 cm de lados. No reverso inscrição a lápis:  Alfredo Volpi / Desenho 1959 / 29 x 29 / lápis / papel.

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti, presenteado por Alfredo Volpi.

Colecionador: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

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Alfredo Volpi.

Bandeirinhas e Mastro. Offset sobre tela, 51,5 cm x 75cm. No reverso impressão com o seguinte texto: ORIGINAL / Autor: Alfredo Volpi / Obra: Década de 60/ Processo: Têmpera / Formato: 1,00 x 0,68 / REPRODUÇÃO / Autor: Litografia Mattavelli S.A./ Ano: 1988 / Processo: Offset sobre tela / Formato: 075 x 0,51,5/ 073/120 (manuscrito).

 

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047

Alfredo Volpi.

Bandeirinhas. Offset sobre tela, 46 cm x 70 cm. No reverso impressão com o seguinte texto: ORIGINAL / Autor: Alfredo Volpi / Ano: 1975/ Processo: Têmpera/ Formato: 103 x 69 cm / REPRODUÇÃO/ Autor: Litografia Mattavelli S.A. / Ano: 1981/ Processo: Offset sobre tela (técnica exclusiva)/ Formato: 70 x 46 cm/ 190/203 (manuscrito) / De repente as bandeiras saem do quintal e das festas e vão tremular no no meio da mata tomando a cor do céu e da floresta.

Olhando bem, a gente vê que se uniram e feito uma pirâmide tocam o infinito com se quisessem tocar as estrelas.

Maria A. Bueno.

 

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048

Alfredo Volpi.

Bandeirinhas e Mastro. Offset sobre tela, 32 cm x 48 cm. No reverso impressão com o seguinte texto: ORIGINAL/ Autor: Alfredo Volpi/ Ano: 1979/ Processo: Têmpera/ Formato: 320 x 400 mm/ REPRODUÇÃO/ Autor: Litografia Mattavelli S.A./ Ano: 1985/ Processo: Offset sobre tela (técnica exclusiva)/ Formato: 320 x 480 mm/ 073/132 (manuscrito).

 

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049

Hércules Barsotti.

Sem título. Gravura sobre cartão, 53,5 cm de lados. Assinado e datado embaixo à esquerda: HBarsotti 90 e à direita: P.A. (prova do artista).

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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050

Hércules Barsotti.

Sem título. Gravura em litografia sobre cartão, 70 cm x 50 cm. Assinado embaixo à direita: HBarsotti e, à esquerda: p. a. (prova do artista)

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

A litografia se fundamenta no fato de que água e gordura não se misturam. Sendo assim, sobre a superfície da pedra matriz, a imagem a ser impressa era feita por instrumentos como tuche, lápis e crayons à base de gordura.

Após a gravação da imagem, a pedra é submetida a diversos tratamentos com soluções químicas, conhecidas como acidulações. Assim, ao realizar este processo, as áreas sem desenho são preservadas, eliminando a gordura e permitindo com que retenham mais água.

Dessa forma, quando a pedra for lavada com água, as áreas em desenho não serão afetadas e o excesso de tinta nas áreas sem imagem será retirado.

Depois do processo de acidulação, a pedra estará preparada para imprimir e poderá produzir milhares de exemplares. A litografia é o único sistema de gravura que permite um desenho espontâneo, vindo direto do artista. Fonte: Futura Express.

 

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051

Hércules Barsotti.

Sem título. Gravura em litografia sobre cartão, 48 cm x 50,3 cm. Assinado embaixo à direita: HBarsotti e, à esquerda: 71/100.

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

A litografia se fundamenta no fato de que água e gordura não se misturam. Sendo assim, sobre a superfície da pedra matriz, a imagem a ser impressa era feita por instrumentos como tuche, lápis e crayons à base de gordura.

Após a gravação da imagem, a pedra é submetida a diversos tratamentos com soluções químicas, conhecidas como acidulações. Assim, ao realizar este processo, as áreas sem desenho são preservadas, eliminando a gordura e permitindo com que retenham mais água.

Dessa forma, quando a pedra for lavada com água, as áreas em desenho não serão afetadas e o excesso de tinta nas áreas sem imagem será retirado.

Depois do processo de acidulação, a pedra estará preparada para imprimir e poderá produzir milhares de exemplares. A litografia é o único sistema de gravura que permite um desenho espontâneo, vindo direto do artista. Fonte: Futura Express.

 

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052

Hércules Barsotti.

Sem título. Gravura em litografia sobre cartão, 50,3 cm de lados. Assinado embaixo à esquerda: HBarsotti e, à direita: 51/100.

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

Hércules Rubens Barsotti (São Paulo SP 1914 - idem 2010). Pintor, desenhista, programador visual, gravador. Inicia formação artística em 1926, sob orientação do pintor Enrico Vio (1874-1960), com quem estuda desenho e composição. Em 1937, forma-se em química industrial pelo Instituto Mackenzie. Começa a pintar em 1940 e, na década seguinte, realiza as primeiras pinturas concretas, além de trabalhar como desenhista têxtil e projetar figurino para o teatro. Em 1954, com Willys de Castro (1926-1988), funda o Estúdio de Projetos Gráficos, elabora ilustrações para várias revistas e desenvolve estampas de tecidos produzidos em sua tecelagem. Viaja a estudo para a Europa em 1958, onde conhece Max Bill (1908-1994), então um dos principais teóricos da arte concreta. Na década de 1960, convidado por Ferreira Gullar (1930) , integra-se ao Grupo Neoconcreto do Rio de Janeiro e participa das exposições de arte do grupo realizadas no Ministério da Educação e Cultura (MEC), no Rio de Janeiro, e no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP). Em 1960, expõe na mostra Konkrete Kunst [Arte Concreta], organizada por Max Bill, em Zurique. Hercules Barsotti explora a cor, as possibilidades dinâmicas da forma e utiliza formatos de quadros pouco usuais, como losangos, hexágonos, pentágonos e circunferências. Em sua obra a disposição dos campos de cor cria a ilusão de tridimensionalidade. Entre 1963 e 1965, colabora na fundação e participa do Grupo Novas Tendências, em São Paulo. Em 2004, o MAM/SP organiza uma retrospectiva do artista. Fonte: Itaú Cultural.

 

A litografia se fundamenta no fato de que água e gordura não se misturam. Sendo assim, sobre a superfície da pedra matriz, a imagem a ser impressa era feita por instrumentos como tuche, lápis e crayons à base de gordura.

Após a gravação da imagem, a pedra é submetida a diversos tratamentos com soluções químicas, conhecidas como acidulações. Assim, ao realizar este processo, as áreas sem desenho são preservadas, eliminando a gordura e permitindo com que retenham mais água.

Dessa forma, quando a pedra for lavada com água, as áreas em desenho não serão afetadas e o excesso de tinta nas áreas sem imagem será retirado.

Depois do processo de acidulação, a pedra estará preparada para imprimir e poderá produzir milhares de exemplares. A litografia é o único sistema de gravura que permite um desenho espontâneo, vindo direto do artista. Fonte: Futura Express.

 

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053

Galheteiro vitoriano de prata repuxada e cinzelada, para cinco galhetas. Corpo com haste e alça central, cinco nichos circulares, sobre plano recortado e burilado decorado com volutas e reserva com monograma, o todo sobre quatro pés em palma. Cinco galhetas de cristal, provavelmente de fabricação Baccarat, lapidado em escamas e rematadas com tampas de prata. No reverso da base do galheteiro de 28 cm de altura e nas tampas de prata das galhetas com alturas totais entre 17 cm a 20 cm, marcas da cidade de Londres com letra data para os anos de 1843-1844 e marca dos ourives Joseph & Jhon Angel, conforme English Goldsmiths and Their Marks, à página 123. Inglaterra, séc. XIX.

Apresenta quebrados na base de três galhetas.

 

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054

Leslie Harradine, para Royal Doulton.

Midsummer Num (Meio-dia de verão). Escultura de porcelana inglesa, policromada e esmaltada, modelada na figura de jovem sentada em banco com cesta de flores e braços esquerdo pendurado segurando chapéu. Em sua base encontram-se marcas de identificação e do fabricante: brasão Royal com leão sobre coroa, Made in England, Bone China / Midsummer Num (título da obra)/ HN 1900  (número que identifica o período em que foi produzida, entre 1939 e 1949, assim como sua criadora) e, ao lado do brasão, o nº 15 (número que identifica o ano exato de fabricação que, no caso específico, foi no ano de 1942); 13,5 cm de comprimento e 12 cm de altura total. Inglaterra, primeira metade do séc. XX.

Apresenta fio de cabelo sobre a manga do vestido, do lado direito e na alça da cesta.

 

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Autoria desconhecida.

Bulldog, ou bouledogue, francês de bronze patinado modelado de forma naturalista. De pé, com as quatro patas apoiadas sobre base retangular de ônix de 16 cm de comprimento, 8,5 cm de largura e 2,5 cm de altura; 14,5 cm de altura total. França, séc. XX.

 

Em função da qualidade de fundição e movimentos apresentados, poder-se-ia, com pequena margem de erro, atribui-lo a algum dos grandes escultores animalistas franceses, do século XIX / XX.

 

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Autor desconhecido.

Touro de bronze, em posição de movimento, patinado e modelado de forma naturalista. Pata esquerda dobrada e as três outras apoiadas sobe base mármore de 12 cm de comprimento, 6,5 cm de largura e 2 cm de altura; 12 cm de altura total. França, séc. XIX.

 

Em função da beleza, da qualidade de fundição e movimentos apresentados, poder-se-ia, com pequena margem de erro, atribui-lo a algum dos grandes escultores animalistas franceses do século XIX como, por exemplo, Antoine-Louis Barye.

 

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057

Cow creamer de prata de lei lisa e cinzelada, modelada na figura de vaca. Tampa ornada por elementos fitomórficos e puxador no formato de pino. Sobre a barriga marca de identificação do teor A835, circundado por linha ovalada, segundo Poinçons D'Argent, Tardy, página 87; 11 cm de comprimento e 7 cm de altura. Bélgica, séc. XX.

 

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Josef Josephu (1889 - 1970)

Leda e o Cisne. Grupo escultórico de bronze patinado, assinado na base Josef Josephus 1920/1922 e da fundição Argentor Wien, 24 cm de altura. Áustria, séc. XX.

 

Leda, na mitologia grega era rainha de Esparta, esposa de Tíndaro. Certa vez, Zeus transformou-se em um cisne e seduziu-a.

 

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059

Hércules Barsotti.

Sem título. Gravura em litografia sobre cartão, 70 cm de lados. Assinado no reverso, embaixo à direita: HBarsotti e número: 88/100. Baseada em um dos quadros do artista, datado de 1959.

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

A litografia se fundamenta no fato de que água e gordura não se misturam. Sendo assim, sobre a superfície da pedra matriz, a imagem a ser impressa era feita por instrumentos como tuche, lápis e crayons à base de gordura.

Após a gravação da imagem, a pedra é submetida a diversos tratamentos com soluções químicas, conhecidas como acidulações. Assim, ao realizar este processo, as áreas sem desenho são preservadas, eliminando a gordura e permitindo com que retenham mais água.

Dessa forma, quando a pedra for lavada com água, as áreas em desenho não serão afetadas e o excesso de tinta nas áreas sem imagem será retirado.

Depois do processo de acidulação, a pedra estará preparada para imprimir e poderá produzir milhares de exemplares. A litografia é o único sistema de gravura que permite um desenho espontâneo, vindo direto do artista. Fonte: Futura Express.

 

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060

Alfredo Volpi.

Casas. Off-set industrial, assinado a lápis pelo artista, 73,5 cm x 42,5 cm. Assinado na chapa embaixo à direita: A. Volpi e abaixo, a lápis de cor, assinatura do artista: A Volpi e à esquerda: h c , também em lápis de cor. Impresso embaixo à direita: Printed in Holland, à esquerda: Copy Right New York Graphic Society; ao centro: "Casas" by Alfredo Volpi / (Contemporary Brazilian) / Unesco Art Popularization Series / Select by the International Jury of the Second Biennale of The Museum of Modern Art, / São Paulo, on the occasion of the Fourth Centennial Celebration of the City of São Paulo. / Published by New York Graphic Society / by arrangement with  /  UNESCO.

No reverso ficha de catalogação da obra: Código 009 Ficha de Catalogação / Autor Alfredo Volpi / Título Casario / Técnica Off-set industrial assinado / Data Início déc. 50 / Medida 73,5 x 42,5 cm / Assinatura Canto Inferior Direito.

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti, presenteado por Alfredo Volpi.

Colecionador: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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061

Barsotti, Hércules Rubens.

Sem Título. Acrílica sobre papel quadriculado, 19,5 cm x 29 cm. Assinado embaixo à direita: H Barsotti.

à esquerda e embaixo, anotações manuscritas pelo próprio artista: 2 - 85 / 75,0 x 100,0 cm diagonal / (62,5 x 62,6) / tinta venílico acrílica / sobre tela montado sobre estrutura  / de eucatex e madeira.

P/ coletiva na Simões de Assis Galeria de Arte Curitiba, PR junho 1985.

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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062

Barsotti, Hércules Rubens.

Sem Título. Acrílica sobre papel quadriculado, 19,5 cm x 29 cm. Assinado embaixo à direita: H Barsotti.

à esquerda e embaixo, anotações manuscritas pelo próprio artista:

4 - 1985 / 84,8 x 85 cm diagonal / (60,1 x 60,1) cm / tinta venílico -  acrílica s/ tela  / montado sobre estrutura de duratex / e madeira.

P/ Exposição coletiva na Simões de Assis Galeria / de Arte Curitiba, Paraná junho 1985.

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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063

Hércules Barsotti.

Sem Título. Guache sobre papel, 32,3 cm x 24,2 cm. Assinado embaixo à direita: assinatura à caneta, parcialmente legível e assinado atrás.

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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064

Barsotti, Hércules Rubens.

Sem Título. Acrílica sobre papel quadriculado, 19,5 cm x 29 cm. Assinatura e medidas, embaixo à direita: H Barsotti (67,3 x 67,0 x 67,2 x 67,0 cm) e, à esquerda, anotações manuscritas pelo próprio artista: "10 - 1985 / 60,0 x 120,0 em diagonal / (67,0  x 67,2) cm / tinta venílico - vinílica sobre tela / montado sobre estrutura de duratex / e madeira / Obs. Dentro de presente para / Walter de Castro julho 85.

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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065

Barsotti, Hércules Rubens.

Sem Título. Acrílica sobre papel quadriculado, 19,5 cm x 29 cm. Assinado embaixo à direita e anotações em cima, também à direita, feitas pelo próprio artista: H Barsotti / CIMA VERSÃO NÃO EXECUTADA.

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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Antonio Bandeira.

Sem Título. Técnica mista, aquarela, guache e nanquim, sobre papel, 16 cm x 9,5 cm. Assinado e embaixo à direita: Bandeira e, à esquerda,  Natal 53 / Ano Novo 54.

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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067

Paulo Rebocho.

Sem título. Serigrafia sobre papel, 50 cm de lados. No Reverso embaixo à direita, a lápis, identificação de prova e assinatura do artista: P.A / Rebocho.

 

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068

Paulo Rebocho.

Sem título. Serigrafia sobre papel, 50 cm de lados. No Reverso, a lápis, número do exemplar e assinatura do artista: 47/50 Rebocho.

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Victor Brecheret.

Tocadora de Alaúde, década de 1920. Escultura de bronze patinado modelada em figura feminina de pé, com a cabeça virada para seu lado direito, mão esquerda sustentando o braço do alaúde e a direita apoiada sobra a caixa de ressonância; joelho esquerdo dobrado com pé sobre coluna retangular onde, em sua parte posterior, encontra-se assinatura do artista: V. Brecheret. O todo, em um só bloco, encimando base retangular, com número 1545527, de 20,2 cm de comprimento, 8,8 cm de largura e 2,2 cm de altura. Altura total 45,5 cm e 32 cm de largura.

 

Acompanha certificado da família atestando ser esta escultura da década de 1920 e a segunda de sete exemplares.

 

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Paulo Rebocho.

Sem título. Bela escultura retangular, de mármore branco, entalhada em um só bloco, com dois lados simétricos e opostos recortados na diagonal, medindo: 16 cm de comprimento, 11,8 cm de largura e 16 cm de altura. Base de granito preto com 20,1 cm de comprimento, 14,7 cm de largura e 2,5 cm de altura onde, em um de seus lados, encontra-se assinatura incisada: Rebocho; 18,5 cm de altura total. Brasil, séc. XX.

 

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Cristallerie Baccarat. Peça para colecionador.

Par de taças para vinho de Rhin, de cristal soufflé (soprado) e doublé (duas camadas), laranja e incolor, com bojo, haste e reverso da base circular decorados com profusa lapidação manual; 19,7 cm de altura e 7,3 cm de diâmetro de borda. França, início séc. XX.

O modelo Lagny é bastante antigo, pois aparece no catálogo Baccarat Tableware de 1916. É referenciado com o nome de Lagny no de 1933. Baccarat titulou muitos de seus modelos anos após suas criações.

Vin de Rhin é o nome genérico dado aos vinhos alemães, geralmente brancos, produzidos na encosta do Reno, da Basiléia a Colônia, e aos dos vales adjacentes.

 

A técnica do cristal doublé consiste em aplicar sobre a superfície do cristal incolor, já modelado no formato do objeto que se quer, uma fina camada de cristal colorido. A lapidação deixa em evidência as partes que ser quer coloridas, assim como as que ser incolor. Mesmo princípio se aplica ao cristal triplé.

 

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072

Cristallerie Baccarat. Peça para colecionador.

Par de taças para vinho de Rhin, de cristal soufflé (soprado) e doublé (duas camadas), verde claro e incolor, com bojo, haste e reverso da base circular decorados com profusa lapidação manual; 19,7 cm de altura e 7,3 cm de diâmetro de borda. França, início séc. XX.

O modelo Lagny é bastante antigo, pois aparece no catálogo Baccarat Tableware de 1916. É referenciado com o nome de Lagny no de 1933. Baccarat titulou muitos de seus modelos anos após suas criações.

Vin de Rhin é o nome genérico dado aos vinhos alemães, geralmente brancos, produzidos na encosta do Reno, da Basiléia a Colônia, e aos dos vales adjacentes.

 

A técnica do cristal doublé consiste em aplicar sobre a superfície do cristal incolor, já modelado no formato do objeto que se quer, uma fina camada de cristal colorido. A lapidação deixa em evidência as partes que ser quer coloridas, assim como as que ser incolor. Mesmo princípio se aplica ao cristal triplé.

 

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Tito de Alencastro.

Composição. Óleo sobre tela, 100 cm x 100 cm. Siglado e datado embaixo à direita: T.A. 92. No reverso: 1949 / 0 - 910 / Tito de Alencastro / 92.

 

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Tide Hellmeister. Aristides de Almeida Hellmeister.

Sem Título. Colagem de grupo de pessoas com intervenção à tinta, 36,2 cm x 26,5 cm. Assinado embaixo à esquerda. Acompanha pequeno livrete dobrável fornecido como certificado da obra: Tide Lellmeister / Collages / T H / Contém um original assinado por / Tide Hellmeister, que empregou / penas centenárias, tintas acrílicas e / técnicas diversas sobre cartão para produzir esta obra.

 

Aristides de Almeida Hellmeister (São Paulo SP 1942 - idem 2008). Artista gráfico, artista plástico e ilustrador. Estuda desenho e pintura com João Suzuki (1935). Começa a vida profissional aos 17 anos, como assistente do pintor e cenógrafo Cyro Del Nero na TV Excelsior. Em seguida, colabora na editora Massao Ohno e na gravadora RCA Victor, fazendo capas de livros e discos. Em 1963, mostra suas colagens pela primeira vez na 1ª Exposição de Poesia Ilustrada, em São Paulo. Em 1964, obtém prêmio na Bienal do Livro do México. Dois anos depois, recebe o prêmio Leo, da Argentina, como capista de disco. Em 1973, é tido pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) como o melhor artista gráfico paulista. Entre 1978 e 1983, foi diretor e consultor de arte na Editora Abril. Em 1989, é novamente premiado pela APCA por suas colagens. De 1990 a 1997, ilustra a coluna semanal do jornalista Paulo Francis no Caderno 2 do jornal O Estado de S. Paulo. Em 2000, na Pinacoteca do Estado de São Paulo (Pesp), apresenta a mostra Colagens: uma aventura tipográfica, que é premiada pela APCA e durante a qual lança o livro Desnudamentos. Em 2001, pública o livro As Coisas que Não Fiz, e, em 2003, os livros Capitular Collage e Times Collage: um Tipo Clássico Revisitado. Em 2006, o livro Tide Hellmeister, Inquieta Colagem, sobre seu trabalho, é lançado com um debate no Museu da Casa Brasileira (MCB), São Paulo.

Fonte: Itaú Cultural.

 

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Barrica - Guilherme Clidenor de Moura Capibaribe.

Paisagem. Técnica mista, guache aquarela e nanquim, sobre papel, 25,2 cm x 39,5 cm. Assinado embaixo à direita: Barrica.

 

Guilherme Clidenor de Moura Capibaribe (Cariri CE 1913 - Fortaleza CE 1993). Pintor, ceramista, restaurador e desenhista. Filho do fotógrafo Moura Quineau. Conhecido como Barrica, estuda em Fortaleza com o pintor, e mais tarde crítico de arte, Carlos Cavalcanti, em 1923. Entre as décadas de 1920 ou 1930, pinta retratos fotográficos, técnica que aprende com o fotógrafo Valter Feliciano. Na mesma época, convive com os pintores Gerson Faria (1889 - 1943), Pretextato de Bezerra e Otacílio Azevedo (1896 - 1969).

Em 1941, participa da fundação do Centro Cultural de Belas Artes (CCBA), que é transformado na Sociedade Cearense de Artes Plásticas (Scap) em 1944, junto com Antonio Bandeira (1922 - 1967), Aldemir Martins (1922 - 2006), Jean-Pierre Chabloz (1910 - 1984) e Estrigas (1919), entre outros.

Sua primeira individual ocorre em 1947, no Instituto Histórico do Ceará, em Fortaleza. Na mesma cidade, realiza exposições individuais no Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará (Mauc) em 1961, 1971 e 1982. Em 1959, viaja para o Rio de Janeiro, onde vive até o fim da década de 1980. Nesse período, expõe em galerias de Brasília, Fortaleza, Salvador e São Paulo.

Fonte: Itaú Cultural.

 

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Osmar Santos.

 Abstrato. Acrílica sobre tela, 60 cm x 79,5 cm. Assinado e datado embaixo à esquerda: OASantos 2023 e no reverso: Osmar/ Santos/ 2022.

 

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Utagawa (Koshoro) Kunisada - (1786 - 1864 ou 65).

Tríptico com dados iguais e títulos similares, conforme citado.

A descrição do presente trabalho em xilogravura, foi executada por Willys de Castro, conforme manuscrito em papel quadriculado colado no interior do paspatur, abaixo transcrita:

Autor: Utagawa (Koshoro) Kunisada - (1786 - 1864 ou 65)

Título: Campeonato de Sumô (Lutadores com juiz) centro do tríptico / Campeonato de Sumô (participantes) lado direito do tríptico / Campeonato de Sumô (participantes) lado esquerdo do tríptico.

Data provável: (1834 - 1844)

Formato: 37,3 x 25,8 oban aparado 0,7 cm 0,8 cm e 0,8 cm, nas alturas. 

Assinatura: Koshoro Kunisada GA (desenhou)

Selo do Sensor: Kiuame (perfeito) sem data

Selo do Editor: Nishimuraya Yohachi (Yeijudo) 1788 - 1848

Observação: Nascido Gototei Kunisada, troca (c. 1834) seu nome para Kochoro Kunisada assumindo (1844) indevidamente o nome de seu mestre Toyokuni.

 

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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078

Utagawa (Kuniteru II) Kunisada.

 Duas mulheres com marinha ao fundo. Xilogravura; 25,4 cm x 37,4 cm. Na parte interior do paspatur anotação a lápis feita por Willys de Castro: Kinetero II.

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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079

Utagawa (Ando) Hiroshige - (1797 - 1858).

A descrição do presente trabalho em xilogravura, foi executada por Willys de Castro, conforme manuscrito em papel quadriculado colado no interior do paspatur, abaixo transcrita:

Autor: Utagawa (Andô) Hiroshige - (1792 - 1858)

Título: Vista de casas sob nevoeiro com locais famosos de Kyoto

Técnica:

Formato: 23,1 x-  23,3 cm x 35,7 cm

Assinatura: Hiroshige GA

Selo do Sensor: Não identificado

Selo do Editor: Senichi (ou Izumiya Ichibei) talhado do meio

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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080

Utagawa (Toyokuni III) Kunisada - (1796 - 1864 ou 65); 36 cm x 24,5 cm.

A descrição do presente trabalho em xilogravura, foi executada por Willys de Castro, conforme manuscrito em papel quadriculado colado no interior do paspatur, abaixo transcrita:

Ideograma

Utagaw (Toyokuni III) / Kunisada (1796 - 1864 ou 65)

Carimbo do sensor Mera / nº 47 (1840 - 1853)

Gravura 6

Homem sentado de braços cruzados.

Anotações no paspatur com seta indicativa para ideograma no trabalho: 1840 - 1853 Carimbo do sensor

 M--ra?. Embaixo à direita: Gravura 6 / Homem sentado de braços / cruzados

No reverso, folha de papel com dados repetidos.

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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081

Garcia Bento.

Barcos no Cais. Óleo sobre cartão, 20,5 cm x 28 cm. Assinado e datado embaixo à esquerda: Garcia Bento / 1920(?).

 

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082

Bonadei, Aldo.

Guerreiro. Desenho a lápis preto, 41 cm x 31 cm. Assinado embaixo, no meio: A. Bonadei.

 

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083

Yolanda Mohalyi.

Margem do Tietê. Desenho, 55 cm x 76 cm. No reverso da placa que protege o desenho etiqueta da Dan Galeria, com inscrição: Pintor: Yolanda Mohalyi, Título: Margem do Tietê, Técnica: Desenho, Dimensões: 55 x 76 cm. No reverso do desenho carimbo: Yolanda Mohalyi / Espólio / "duas assinaturas não identificadas" e inscrições a lápis: Série São Paulo / Margem do Tietê / D E E 30.

 

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084

Milton da Costa.

Figura. Desenho a lápis, 21,5 cm x 15 cm. Assinado e datado embaixo à direita: Dacosta 49.

 

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085

Carybé - Hector Julio Páride Bernabó.

Mulatas. Nanquim e aguada sobre cartão colado em placa, 64,5 cm x 47,5 cm. Assinado embaixo à direita: Carybe.

 

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Antonio Bandeira.

Composição. Lápis sobre papel, 22 cm x 15,3 cm. Embaixo inscrição: «Belle comme un rêve de pierre», seguido de monograma.

A inscrição muito provavelmente se refere ao poema "La beauté" de Charles Baudelaire.

 

A primeira estrofe aparece gravada, na base, da escultura intitulada Je suis belle, criada em 1882 por Auguste Rodin.

Je suis belle, ô mortels ! comme un rêve de pierre.

 

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087

Presciliano Silva

Estudo para o quadro "Oração da Tarde", que representa a Sacristia do Convento do Carmo da Bahia. Lápis sobre cartolina, 30,5 cm x 39,5 cm. Assinado e datado embaixo à direita sob anotações parcialmente legíveis e intitulação da obra; .... Oração da Tarde /  Presciliano Silva / 19...

 

O quadro intitulado "Oração da Tarde", óleo sobre tela de 80 cm x 100 cm encontra-se no Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro.

"considerada por muitos críticos como a obra mais relevante do artista quanto à luminosidade de um interior barroco, dominado por exuberante entalha dourada. Representa a Sacristia do Convento do Carmo da Bahia, local em que Presciliano deu início a sua série de interiores, v.g., Última Porta, Manhã no Carmos. Exposta pela 1ª vez numa loja do comércio de Salvador, a Casa Goes, motivando enorme afluência popular. Consta do Catálogo da exposição de novembro de 1921, no Recife, Pernambuco"

O Texto acima foi transcrito da página 126 do livro sobre o artista, "Presciliano Silva, Um estudo biográfico e crítico - Fundação Conquista - Rio de Janeiro", onde encontra-se reproduzido o quadro, em sua capa.

 

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Benedito Calixto.

Iconografias do Mosteiro de Nossa Senhora da Conceição em Itanhaen. Pendent de aguada e nanquim, 7,3 cm x 12,7 cm. Assinados embaixo à direita: B. Calixto, com intitulação e descrição das obras, abaixo transcritas:

- Mosteiro de Nossa Senhora da Conceição em Itanhaen. Primeira Ermida que se ergueu no Brasil sob a invocação de MARIA IMACULADA. (Parte restaurada).

- Ruinas do Mosteiro de N. Senhora da Conceição em Itanhaen no lugar onde se ergueu Ermida primitiva, dedicada a Imaculada Conceição. (FUNDOS).

 

O desenho do Mosteiro de Nossa Senhora da Conceição em Itanhaen. Primeira Ermida, apresenta pequena perda na parte inferior direita.

 

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Volpi, Alfredo. 

Ouro Preto, Rua São José com Igreja de São José ao Fundo.

Aguada e nanquim sobre papel, 39 cm x 21,5 cm. Dedicado, datado e assinado embaixo à esquerda: Caro Dottore Fonseca com uma abrascio - 12/12/36 - AVolpi.

 

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Di Cavalcanti, Emiliano.

Nu Feminino. Lápis sobre papel, 45,3 cm x 35,3 cm. Assinado embaixo à esquerda: Di Cavalcanti.

 

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Guignard, Alberto da Veiga.

Galeão. Nanquim sobre papel, 18 cm x 22,5 cm. Assinado embaixo, no centro: Guignard.

 

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Almeida Junior.

A Modelo. Aguada e nanquim sobre papel, 22,5 cm x 35 cm. Assinado, datado e dedicado embaixo à esquerda: Almeida Jr 81 / mon ami .....10.sept 1881.

Duas pequenas perdas na base do papel, sem comprometer o desenho.

 

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Guignard, Alberto da Veiga. Ouro Preto. Aguada e nanquim, 26,5 cm x 37,5 cm. Assinado e datado embaixo à direita: Guignard 1947. No reverso. Torso de Cristo. Nanquim, 38 cm x 24 cm. Assinado e localizado no canto superior direito a lápis: Ouro Preto / Guignard. No canto superior esquerdo inscrição a lápis parcialmente legível e, no canto inferior direito, anotações feitas por antigos proprietários da obra: Pertence a / Antonio Joaquim de Almeida / Belo Horizonte / Rua Tomé de Souza, 429 / Pertence a Fernando Machado / de Almeida.

 

Antonio Joaquim de Almeida. "O primeiro diretor do Museu do Ouro nasceu no dia 15/10/1907 em uma pequena chácara no bairro Santo Amaro em São Paulo. Filho do jurista Estevam de Araújo Almeida e Angelina Andrade e Silva e Almeida, desde muito jovem se inseriu nos debates que dariam origem ao movimento modernista brasileiro. Seus irmãos, o poeta Guilherme de Almeida e o escritor Tácito de Almeida, recebiam na casa da família os principais intelectuais que formataram a Semana de Arte Moderna de 1922.

O contato com essa corrente de pensamento influenciou suas concepções sobre a preservação do patrimônio cultural brasileiro e o aproximou dos projetos de criação de museus do SPHAN. Na biblioteca do pai, teve contato com livros de história da arte o que o incentivou a ingressar na Escola Politécnica de São Paulo e posteriormente na Escola Nacional de Belas Artes em busca da graduação em arquitetura. Não conseguiu se formar. Deixou os cursos por motivos pessoais e ingressou na carreira de jornalista. Casou-se com a escritora mineira Lúcia Machado em 1932 e mudou-se para Belo Horizonte.

No início da década de 40 do século XX, foi convidado por Rodrigo de Melo e Franco, presidente do SPHAN, para integrar a equipe de criação dos Museus Regionais em Minas Gerais. Nesse momento iniciou seus estudos sobre o período minerador, interessado especialmente no mobiliário mineiro do século XVIII, destacando o valor artístico e autenticidade das coleções que adquiria.

Foi diretamente responsável pelas negociações para a doação da antiga Casa da Intendência em Sabará, sede do Museu do Ouro. Com Lúcio Costa, projetou a restauração da casa e foi responsável por adquirir grande parte da coleção que se encontra hoje em exposição no Museu.

Ficou à frente do Museu do Ouro por 35 anos até sua aposentadoria no dia 16/10/1977.

Equipe de Curadoria:

Isabella Menezes/ Jezulino Braga/ José Bouzas / Leonardo Paternost/ Matheus Orlando/ Paulo Nascimento

Comunicação visual: Andréia Figueiredo

Revisão de texto: Márcia Rocha

Fonte: Instituto Brasileiro de Museus - Museu do Ouro

 

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Belmiro de Almeida.

Menu. Conjunto de três desenhos, separados, para compor menu de jantar em Honra do Sr. General Francisco Maria da Cunha, Ministro em Missão Especial do Governo de Sua Majestade Fidelíssima El - Rei D. Carlos I.

1 - Lápis preto e nanquim, 37,5 cm x 40,5 cm. Acima, à esquerda, Brasão de Portugal e, à direita, figura feminina indígena de pé, com braços abertos, em posição de saudação, encimando o texto abaixo transcrita que tem, a sua direita, Brasão da República sobre inscrição: PALACIO DO CATETE, / 2 DE MAIO DE 1900:

Em Honra do Sr. General Francisco Maria da Cunha, Ministro em Missão E especial do Governo de Sua Majestade Fidelíssima El - Rei D. Carlos I.

POTAGE - BISQUE À L'AMERICAINE .  CONSOMMÉ Á LA BERCHOUX . ALTERERUX DE FOIS D'OIE . CROMESQUIS AUX HIUTRES . BADEJO EN TRANCHES AU BEURRE D'ANCHOIS . NOIX DE VEAU Á LA MARECHAL . CHARTREUSE DE GIBIER À LA CHANTILLY . SALADE DE SAUMON À LA RUSSE . PUNCH AU DANLZIC . PINTADE BARDÉ A LA PERIGORD . ASPERGE SAUCE ROMAINE . CRUTE A LARICHELIEU . BLANC MANGÉ AUX A - .  ASPERGE SAUCE ROMAINE . CROUTE A LA RICHELIEU . BLANC MANGÉ AUX A-MANDES . CRÈME PLOMBIER GLACÉE . DESSERT . VINS.

2 - Diversas pessoas no cais do porto observando e saudando a chegada do Ministro em Missão Epecial do Governo de Sua Majestade Fidelíssima El - Rei D. Carlos I. Desenho a lápis preto; 16 cm x 24,5 cm.  Assinado e datado embaixo: Belmiro 1900.

3 - Jovem senhora segurando sopeira fumegante, com seu respectivo présentoir, 12,5 cm 12 cm.

 

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Cristallerie Baccarat, modelo Renaissance. Peça para colecionador.

Par de cálices para vermute, de cristal soufflé (soprado) e doublé (duas camadas), vermelho rubi e incolor. Bojo com lapidação manual de frisos verticais e paralelos, sobre haste em balaústre e base circular, incolor; 10 cm de altura e 5 cm de diâmetro de borda. França, início séc. XX.

 

Modelo listado no catálogo Baccarat "Arts de la table" de 1916 à página 26.

 

A técnica do cristal doublé consiste em aplicar sobre a superfície do cristal incolor, já modelado no formato do objeto que se quer, uma fina camada de cristal colorido. A lapidação deixa em evidência as partes que ser quer coloridas, assim como as que ser incolor. Mesmo princípio se aplica ao cristal triplé.

 

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Cristallerie Baccarat, modelo Renaissance. Peça para colecionador.

Par de cálices para vermute, de cristal soufflé (soprado) e doublé (duas camadas), vermelho rubi e incolor. Bojo com lapidação manual de frisos verticais e paralelos, sobre haste em balaústre e base circular, incolor; 10 cm de altura e 5 cm de diâmetro de borda. França, início séc. XX.

 

Modelo listado no catálogo Baccarat "Arts de la table" de 1916 à página 26.

 

A técnica do cristal doublé consiste em aplicar sobre a superfície do cristal incolor, já modelado no formato do objeto que se quer, uma fina camada de cristal colorido. A lapidação deixa em evidência as partes que ser quer coloridas, assim como as que ser incolor. Mesmo princípio se aplica ao cristal triplé.

 

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Cristallerie Baccarat, modelo Renaissance. Peça para colecionador.

Par de cálices para vermute, de cristal soufflé (soprado) e doublé (duas camadas), vermelho rubi e incolor. Bojo com lapidação manual de frisos verticais e paralelos, sobre haste em balaústre e base circular, incolor; 10 cm de altura e 5 cm de diâmetro de borda. França, início séc. XX.

 

Modelo listado no catálogo Baccarat "Arts de la table" de 1916 à página 26.

 

A técnica do cristal doublé consiste em aplicar sobre a superfície do cristal incolor, já modelado no formato do objeto que se quer, uma fina camada de cristal colorido. A lapidação deixa em evidência as partes que ser quer coloridas, assim como as que ser incolor. Mesmo princípio se aplica ao cristal triplé.

 

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Cristallerie Baccarat. Modelo não identificado. Porém, absolutamente igual ao utilizado no serviço do Barão de Itapetininga (Joaquim Ferreira de Camargo Andrade), sem o monograma. Peça para colecionador.

Par de cálices para vinho de Rhin, de cristal soufflé (soprado) e doublé (duas camadas), vermelho rubi e incolor. Bojo com lapidação manual de frisos verticais e paralelos, sobre haste em balaústre e base circular, incolor; 12,3 cm de altura e 5,5 cm de diâmetro de borda. França, início séc. XIX.

 

A Cristallerie Baccarat intitulou alguns de seus modelos mais antigos anos após suas criações.

 

A técnica do cristal doublé consiste em aplicar sobre a superfície do cristal incolor, já modelado no formato do objeto que se quer, uma fina camada de cristal colorido. A lapidação deixa em evidência as partes que se quer coloridas, assim como as incolor. Mesmo princípio se aplica ao cristal triplé.

 

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Cristallerie Baccarat. Modelo não identificado. Porém, absolutamente igual ao utilizado no serviço do Barão de Itapetininga (Joaquim Ferreira de Camargo Andrade), sem o monograma. Peça para colecionador.

Par de cálices para vinho de Rhin, de cristal soufflé (soprado) e doublé (duas camadas), vermelho rubi e incolor. Bojo com lapidação manual de frisos verticais e paralelos, sobre haste em balaústre e base circular, incolor; 12,3 cm de altura e 5,5 cm de diâmetro de borda. França, início séc. XIX.

 

A Cristallerie Baccarat intitulou alguns de seus modelos mais antigos anos após suas criações.

 

A técnica do cristal doublé consiste em aplicar sobre a superfície do cristal incolor, já modelado no formato do objeto que se quer, uma fina camada de cristal colorido. A lapidação deixa em evidência as partes que se quer coloridas, assim como as incolor. Mesmo princípio se aplica ao cristal triplé.

 

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100

Cristallerie Baccarat. Modelo não identificado. Porém, absolutamente igual ao utilizado no serviço do Barão de Itapetininga (Joaquim Ferreira de Camargo Andrade), sem o monograma. Peça para colecionador.

Par de cálices para vinho de Rhin, de cristal soufflé (soprado) e doublé (duas camadas), vermelho rubi e incolor. Bojo com lapidação manual de frisos verticais e paralelos, sobre haste em balaústre e base circular, incolor; 12,3 cm de altura e 5,5 cm de diâmetro de borda. França, início séc. XIX.

 

A Cristallerie Baccarat intitulou alguns de seus modelos mais antigos anos após suas criações.

 

A técnica do cristal doublé consiste em aplicar sobre a superfície do cristal incolor, já modelado no formato do objeto que se quer, uma fina camada de cristal colorido. A lapidação deixa em evidência as partes que se quer coloridas, assim como as incolor. Mesmo princípio se aplica ao cristal triplé.

 

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101

Cristallerie Baccarat. Modelo não identificado. Porém, absolutamente igual ao utilizado no serviço do Barão de Itapetininga (Joaquim Ferreira de Camargo Andrade), sem o monograma. Peça para colecionador.

Par de cálices para vinho de Rhin, de cristal soufflé (soprado) e doublé (duas camadas), vermelho rubi e incolor. Bojo com lapidação manual de frisos verticais e paralelos, sobre haste em balaústre e base circular, incolor; 12,3 cm de altura e 5,5 cm de diâmetro de borda. França, início séc. XIX.

 

A Cristallerie Baccarat intitulou alguns de seus modelos mais antigos anos após suas criações.

 

A técnica do cristal doublé consiste em aplicar sobre a superfície do cristal incolor, já modelado no formato do objeto que se quer, uma fina camada de cristal colorido. A lapidação deixa em evidência as partes que se quer coloridas, assim como as incolor. Mesmo princípio se aplica ao cristal triplé.

 

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102

Cristallerie Baccarat. Modelo não identificado. Porém, absolutamente igual ao utilizado no serviço do Barão de Itapetininga (Joaquim Ferreira de Camargo Andrade), sem o monograma. Peça para colecionador.

Par de cálices para vinho de Rhin, de cristal soufflé (soprado) e doublé (duas camadas), vermelho rubi e incolor. Bojo com lapidação manual de frisos verticais e paralelos, sobre haste em balaústre e base circular, incolor; 12,3 cm de altura e 5,5 cm de diâmetro de borda. França, início séc. XIX.

 

A Cristallerie Baccarat intitulou alguns de seus modelos mais antigos anos após suas criações.

 

A técnica do cristal doublé consiste em aplicar sobre a superfície do cristal incolor, já modelado no formato do objeto que se quer, uma fina camada de cristal colorido. A lapidação deixa em evidência as partes que se quer coloridas, assim como as incolor. Mesmo princípio se aplica ao cristal triplé.

 

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Utagawa (Toyokuni III) Kunisada - (1796 - 1864 ou 65).

A descrição do presente trabalho em xilogravura, foi executada por Willys de Castro, conforme manuscrito em papel quadriculado colado no interior do paspatur, abaixo transcrita:

Autor: Utagawa (Toyokuni III) Kunisada - (1796 - 1864 ou 65)

Data aproximada: 1845

Formato: 32,2 x 21,6 cm cortado

Assinatura: Toyokuni GA (desenhou) emoldurado por um cartucho característico

Selo do Sensor: Aratame (examinado) signo Hitsuji (bode)

Selo do Editor:  

Observação: Nascido Gototei Kunisada, troca (c. 1834) seu nome para Kochoro Kunisada (e eventualmente também Ichiyosai e Ichiyosai) assumindo (c. 1844) indevidamente o nome de seu mestre Toyokuni.

 

Acima: pequeno pedaço de papel com desenho manual de ideograma, dentro de círculo, e identificações.

Apresenta restauro profissional na parte inferior esquerda, praticamente imperceptível.

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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104

A descrição do presente trabalho em xilogravura, foi executada por Willys de Castro, conforme manuscrito em papel colado no interior do paspatur, abaixo transcrita:

Selo do editor / Jokin (Yoshuya Kinzo) 1830 - 1852

Isekane, 1848 - 1860. Kaeaguchi Ham / ( kawaguchiya Uhei ), / 1790 - 1849 ).

Anotações no paspatur com setas indicando ideogramas no trabalho: no meio à direita, carimbo do sensor nº 51 (1848 - 1851) / Carimbo do editor pg.217 / 1852 6º mês; embaixo à direita, Gravura 5 / Dama com marinha ao fundo.

No reverso folha e papel com informações repetidas.

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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105

Utagawa (Toyokuni III) Kunisada - (1796 - 1864 ou 65); 36,2 cm x 24,6 cm.

A descrição do presente trabalho em xilogravura, foi executada por Willys de Castro, conforme manuscrito em papel colado no interior do paspatur, abaixo transcrita:

Ideogramas dentro de círculo: Tsuchinoto ? / Tsuchinoe ? -

Utagawa (Toykuni III Kunishida (1796 - 1864 ou 65?

Selo do censor nº 50-B / dez. 1853 a 1857 / Gravura 4 / Homem lendo carta.

Anotações no paspatur com setas indicativas para ideogramas contidos no trabalho: Selo do censor: Dez 1853/ a 1857 nº 50 - B. Selo do editor: 1º parte superior - ideograma - é de Moriya Jihey (kushindo) 1798 - 1836 / (Mori - Ji). Gravura 4 / Homem lendo carta.

No reverso: folha de papel com anotações repetidos.

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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106

Garrafa de cristal incolor de fabricação Saint Louis, modelo Messine, criado em 1973. Corpo em balaústre decorado com lapidação manual em losangos e pescoço cilíndrico; tampa no formato de botão estilizado. Base circular estrelada onde, em seu reverso, encontra-se a marca da cristallerie, gravada a ácido. Tampa e base com o número 22, incisados; 37,5 cm de altura total. França, séc. XX.

 

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Ferdinand Liebermann (15 January 1883 - 28 November 1941), desenhado para Rosenthal em 1919.

'Pego' bacchus & dog. Grupo escultórico de porcelana policromada, modelado de maneira naturalista, representando menino segurando cacho de uvas e gritando com cão que o puxa mordendo a parte de trás de sua veste. No reverso da base almofadada marcas de identificação do fabricante e de origem: Rosenthal / Selb-Bavaria, em verde e, em baixo relevo, K 538 (modelo); 23 cm de altura total. Alemanha, início do séc. XX.

Apresenta fio e cabelo no entorno do quadril do menino.

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Mesa de encostar de madeira nobre. Tampo retangular encimando caixa com saia movimentada e duas gavetas, dispostas lado a lado, com puxadores de madeira torneada no formato de botão. Quatro pernas recurvas terminadas em pata de animal; 95,5 cm de comprimento, 60, 5 cm de largura e 87 cm de altura total. Brasil, séc. XVIII / XIX.

Pequena mancha no tampo. Origem: adquirida, no passado, do antiquário Claus Reichenheim.

 

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Guido Totoli.

Cavalo. Escultura de faiança policromada de marrom e azul; 29 cm de comprimento e 26 cm de altura. Siglada no reverso da base: GT

 

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Diller, para Friedrich Goldscheider.

Grupo escultórico de porcelana policromada e esmaltada, modelado de maneira naturalista, nas figuras de dois cães da raça buldogue francês sentados sobre base retangular onde, na parte posterior de seu anverso, encontra-se assinatura do artista Diller e, em seu reverso, marcas de identificação: 4662 / 36 / 11 e Goldscheider sobre iniciais da marca que, segundo Goldscheider History of the Company and Catalogue of Works, à página 605 GS25, data de circa 1922 - 1944; 19,9 cm de comprimento, 13,7 cm de largura e 15,5 cm de altura total. Viena, Áustria, primeira metade do séc. XX.

 

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São Manuel.

Imagem de barro cozido policromado, modelada de forma naturalista na figura do Santo de pé, mãos postas, apoiado sobre rocha; 50 cm de altura total, com resplendor de metal de 8 cm de altura. Brasil, séc. XVII.

 

Manuel ou Manoel, provém do nome bíblico Emanuel com que foi chamado o Messias, na famosa profecia de Isaías (7,14) e significa: "Deus conosco". Este nome é sobejamente usado entre os povos espanhóis e portugueses. Encontra larga acolhida também n Brasil que, inclusive, dedica três municípios a São Manuel.

O Martirológico Romano cita só dois santos com este nome; o primeiro no dia 26 de março, era um militar de data incerta que sofreu o martírio com mais outros trinta e nove, entre os quais, se fez menção também de Quadrado e Teodósio. O martírio destes se deu na Ásia Menor.

O segundo é o que está sendo comemorado neste dias pelo Martirológico, com estas palavras: "Em Calcedônia, os santos mártires Manuel, Sabel e Ismael, que foram mandados como embaixadores pelo rei da Pérsia, para pedir a paz a Juliano apóstata. Quis este imperador obrigá-los a adorar os ídolos e, porque se recusaram constantemente a fazer tal coisa, mandou-os matar".

Situamos este breve fato em seu contexto histórico.

A Igreja tinha finalmente adquirido a liberdade religiosa com o "Edito de Milão", em 313, por obra do magnânimo imperador Constantino Magno. Há cinquenta anos, estava gozando desta liberdade que lhe possibilitara uma larga expansão, favorecida, inclusive, pelo batismo recebido pelo próprio imperador Constantino.

Deu-se, porém, uma guinada brusca nesta situação por obra de um sobrinho de Constantino, chamado Juliano, que se tornou apóstata, isto é, traidor da fé. A ambição e o orgulho desmedido, aliados a desvios na educação que ficou a cargo de mestres pagãos. Acérrimos inimigos do Cristianismo, levaram Juliano a regenerar o próprio batismo e iniciar-se nas crendices pagãs.

Sucessos no setor militar e circunstâncias favoráveis levaram Juliano ao mais alto grau da magistratura romana e a ser proclamado imperador, em 361. Tomou então uma atitude de hostilidade contra o Cristianismo, querendo restabelecer os prestígios da mitologia greco-romana. Voltou para a Igreja o tempo do terror, reabriram-se as portas dos cárceres para os cristãos. O principal objetivo de Juliano era barrar a marcha da religião de Cristo que, por desprezo chamava de Galileu, mesmo com o uso de violência.

Em 363, Juliano decidiu travar guerra contra os persas que ameaçavam continuamente os confins do Império Romano no Oriente. Inicialmente, conseguiu ótimos sucessos militares que induziram o rei dos persas a solicitar a paz com Roma.

Foi neste contexto, que se deu a embaixada persa junto ao imperador Juliano para negociar a paz. Escolhidos para esta delicada missão foram três nobres: Manuel, Sabel, Ismael, pertencentes ao exíguo número de cristãos viventes no Império Persa.

As negociações para a paz não tiveram sucesso, pelo contrário, a condição cristã dos três enviados irritou o imperador Juliano, que descarregou neles seu ódio contra o Cristianismo e contra os persas. Submeteu os embaixadores a humilhante processo. Recusando dobrar-se perante a imposição do imperador, a fim de que adorassem os ídolos, foram submetidos a cruéis tormentos e, por fim, decapitados. Era o ano 363.

O castigo de Deus contra o imperador apóstata não tardou. Os persas, ofendidos sobremaneira pela matança de seus embaixadores, redobraram seus esforços na guerra e conseguiram uma virada na situação. O próprio imperador Juliano foi ferido de morte. Uma antiga tradição diz que, vendo-se golpeado de morte, Juliano teria dado um grito de desespero contra Cristo, com estas palavras: "Vencestes, ó Galileu!"

Com sua morte, terminou definitivamente a perseguição, e a Igreja voltou a viver em paz. Se a história não nos forneceu maiores notícias relativas a São Manuel, o fato do martírio, como suprema prova de amor a Cristo, já é um gesto que o torna altamente merecedor de nossa veneração.

"Chamar alguém de 'mártir', disse Santo Agostinho, é fazer-lhe o mais alto dos elogios!

Fonte: www.paroquiasaomaoel.com.br

 

 

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Arcabuzeiro de prata baixa, normalmente utilizado para ser costurada em bandeiras; 29,5 cm de altura. América Espanhola, séc. XIX.

 

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Nossa Senhora Menina.

Imagem de barro cozido esculpido e policromado, com belo e movimentado panejamento, representando-a de pé, sobre nuvem com cabeças de anjos em relevos, mãos postas, em posição de oração, rosto pulcro, cabelos longos e cacheados, com dois deles delicadamente apoiados sobre o tórax; 54,5 cm de altura.

 

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Imaculada Conceição.

Imagem de barro cozido, esculpido e policromado, com belo, rico e movimentado panejamento, representando-a de pé, sobre nuvem com três cabeças de anjos em relevos, rosto pulcro, cabelos longos e cacheados, com dois deles delicadamente apoiados sobre os ombros;

36 cm de altura total. São Paulo, Brasil, séc. XVII.

 

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Crucifixo D. João V com Imagem de Cristo em madeira esculpida, policromada e modelada de forma naturalista, e dourado. Cabelos longos e movimentados, mandorla de ouro com ametista no centro, chagas com filetes escorridos em vermelho, perizôneo entalhado, dourado e movimentado, com dobras e drapeados; pés, o direito sobre o esquerdo e mãos, presos por cravos de prata, também com ametistas no centro. Cruz de jacarandá envernizado com rebaixos laterais filetados, ornada com raionados, ponteiras, duas placas de contornos irregulares com volutas, de prata, centralizando à Imagem, sendo: uma retangular com inscrição JNRJ (Jesus de Nazaré Rei dos Judeus) e outra ovalada com reserva central lisa, de prata. O todo sobre imponente base semicircular escalonada e movimentada, com facetas ligeiramente côncavas e concêntricas, sobre três pés curvos; 51 cm de largura e 114 cm de altura total. Brasil, séc. XVIII.

Crucifixo D. João V com Imagem de Cristo esculpida em madeira policromada em tons naturalistas e dourada; mandorla de ouro e ametista; raionados, ponteiras e placas, de prata. Cruz de jacarandá; 114 cm de altura total e 51 cm de largura. Brasil, séc. XVIII.

Pertenceu à Capela do engenho de São Miguel de Cotegipe, próximo à Salvador, BA, da família Alves de Lima Costa.

 

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Santa Bárbara

Imagem de madeira entalhada, policromada e dourada representando a Santa em sua iconografia tradicional, de pé sobre base de cantos chanfrados, segurando na mão esquerda torre e braço direito estendido com mão em posição para sustentação de um cálice, seu outro atributo, ausente; 78,5 cm de altura total. Brasil, séc. XVIII.

Apresenta alguns dedos colados.

 

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São João Batista

Imagem de madeira esculpida e encerada representando o Santo com olhos puxados, barba longa e movimentado planejamento. De pé e descalço sobre base oval escalonada; 53,5 cm de altura. Europa, séc. XVII. Faltando o braço direito e vestígios de antiga presença de cupins, já tratados.

 

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Nossa Senhora da Apresentação

Imagem de madeira policromada, entalhada e dourada, representando a Santa de pé sobre base retangular de cantos facetados; 21,5 cm de altura total. Brasil, séc. XIX.

Faltando a Imagem do Menino Jesus. Apresenta alguns pontos de desgaste na policromia.

 

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Cristo crucificado em madeira policromada, com pintura original, cruz arrematada por ponteiras no estilo D. José I brasileiro. Coroa de espinhos entalhada no mesmo bloco e a figura do Crucifixado trabalhada em pujante realismo da dor extremada no realismo da anatomia dorsal. Sob a tarja onde se lê "INRI", resplendor também

D. José encima a cabeça do Cristo; 37 cm 72,7 cm de altura. Brasil, séc. XVIII.

 

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Nossa Senhora das Dores.

Imagem de vestir com armação em madeira e corda para flexibilização dos membros quando da colocação das roupas e adereços. Cabeça, mãos e pés ricamente esculpidos em madeira policromada. Belo coque na cabeleira; 38 cm de altura total. Europa, séc. XVIII.

 

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Coroa de prata de lei repuxada e cinzelada. Construída com quatro hastes recortadas concêntricas ao topo com crucifixo. Base vazada com borda movimentada. Decoração em relevos em volutas e elementos fitomórficos; 6,1 cm de altura total e 1,5 cm de diâmetro da base. Brasil, séc. XX.

 

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Coroa de prata de lei repuxada e cinzelada. Construída com seis hastes recortadas ornadas por flores em relevos, concêntricas ao topo com esfera mundi sob crucifixo. Base com borda movimentada e decorada com volutas e elementos repetitivos; 7,1 cm de altura total e 3 cm de diâmetro da base. Brasil, séc. XX.

 

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Coroa de prata de lei filigranada. Construída com cinco hastes recurvas, vazadas e ornadas por elementos repetitivos e volutas, concêntricas ao topo com crucifixo. Base vazada, com borda movimentada e mesma decoração das hastes; 5,1 cm de altura total e 2,2 cm de diâmetro da base. Brasil, séc. XIX.

 

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Coroa de prata de lei filigranada. Construída com quatro hastes curvas, vazadas e ornadas por elementos repetitivos e volutas, concêntricas ao topo com crucifixo. Base com borda movimentada e mesma decoração das hastes; 5,1 cm de altura total e 2,2 cm de diâmetro da base. Brasil, séc. XIX.

 

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Par de tocheiros de madeira com douração, com lavrados característicos à época; 80 cm de altura total. Apresenta pequena perda. Brasil, séc. XIX.

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Oratório de madeira de lei entalhada e policromada. Frontão movimentado, com entalhes de volutas e elementos fitomórficos, sobre caixa retangular com ângulos frontais facetados decorados em relevos, também por elementos fitomórficos. Duas portas almofadadas encerrando vão livre guarnecido por moldura de decoração similar ao frontão. Internamente, nos ângulos posteriores, quatro suportes superpostos dois a dois, para Imagens; 82 cm de comprimento, 41 cm de largura e 153 cm de altura total. Brasil, séc. XIX.

 

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Par de peanhas de cedro com lados lavrados com ornato fitomórfico, folhas em relevos; 41 x 20 x 28,5 cm de altura. Brasil, séc. XVIII.

 

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Royal China Works Worcester, England.

Floreiro de porcelana com fundo creme. Corpo bojudo, dividido em quatro partes por frisos verticais em baixo relevo, decorado em duas delas, opostas, por arranjo floral e paisagem lacustre com cisnes. Pescoço corneta, base almofada e recortada. No reverso da base: marca do fabricante sobre letra H, indicativo do ano de fabricação para 1898 e G 787 seguido do número 4026 (modelo); 27 cm de altura total. Inglaterra, séc. XIX.

 

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Estojo com sete peças para tratamento das unhas das mãos e dos pés, composto por: duas espátulas, uma lixa, uma tesoura, duas pequenas caixas circulares e um polidor; 23,8 cm x 15 cm e 2,6 cm de altura, o estojo com inscrição: By appointement to / His majestty King George V / Mappin WEbb Ltd / London, Rio de Janeiro / & São Paulo.

Tampas das caixas de material sintético, como se casco de tartaruga fosse, ornadas com elementos fitomórficos estilizados, de prata. Demais peças, exceto a tesoura que é de metal com marca do fabricante WOSTENHOLM, estampada, têm o anverso de mesmo material e decoração das tampas das caixas. No reverso das peças e no puxador do polidor, marcas de identificação da prata da cidade de Birmingham, com letra data para os anos de 1924/25, segundo Sir Charles J. Jackson en English Goldsmiths and Their Marks, página 91 e do fabricante Mappin & Webb. Puxador do polidor tem as mesmas marcas porém, para os anos de 1925/26.

 

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Leonard, Limoges

Pequena caixa porta-joias de metal ormolu. Formato circular decorada por faixas aneladas lisas e por elementos repetitivos. Grande reserva central com torso feminino esmaltado e assinatura do artista: Leonard Limoges; 8 cm de diâmetro e 2,5 cm de altura total. França, séc. XIX / XX.

Em função do tempo e uso apresenta perda na douração.

 

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Caixa porta-joias retangular de metal com douração ormolu, finamente decorada em relevos nas laterais por folhas de acanto e, na tampa, por ramos de louros centralizando reserva com torso feminino esmaltado. Internamente revestida de veludo vermelho e dotada de fechadura; acompanha chave; 12,7 cm de comprimento, 7 cm de largura e 4,3 cm de altura. Europa, séc. XIX / XX.

 

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Cristallerie Orrefors.

Vaso circular vintage de grosso cristal incolor modelado no formato de botão de tulipa estilizada, modelo myflowers; oito pétalas concêntricas à base onde, em seu reverso, encontra-se assinatura e número incisados: Orrefors 4789.12; 13,6 cm de altura e 17 cm de diâmetro de boca. Suécia, séc. XX.

 

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Cristallerie Saint Louis. Peça para colecionador.

Licoreira bojuda art deco de cristal com duas camadas (doublé) e soprado (soufflé), azul e incolor. Bojo lapidado manualmente em dez facetas planas e incolor, divididas por frisos azuis. Na reverso da base e da tampa, ambas incolor como a alça curva também com lapidação em facetas, raios característicos às peças fabricadas pela cristallerie e, incisado, o número 96; Altura total 17 cm. França, início do século XX.

 

Modelo criado em 1912, integrado no catálogo de 1930.

 

O número incisado, sob a tampa e o reverso da garrafa, quando existentes e iguais, indicam a relação de pertinência.

 

A técnica do cristal doublé consiste em aplicar sobre a superfície do cristal incolor, já modelado no formato do objeto que se quer, uma fina camada de cristal colorido. A lapidação deixa em evidência as partes que se quer coloridas, assim como as que se incolor. Mesmo princípio se aplica ao cristal triplé.

 

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Cristallerie Saint Louis. Peça para colecionador.

Licoreira bojuda art deco de cristal com duas camadas (doublé) e soprado (soufflé), azul e incolor. Bojo lapidado manualmente em dez facetas planas e incolor, divididas por frisos azuis. Na reverso da base e da tampa, ambas incolor como a alça curva também com lapidação em facetas, raios característicos às peças fabricadas pela cristallerie e, incisado, os números 15 e 25; respectivamente. Altura total 17,5 cm. França, início do século XX.

 

Modelo criado em 1912, integrado no catálogo de 1930.

 

O número incisado, sob a tampa e o reverso da garrafa, quando existentes e iguais, indicam a relação de pertinência.

 

A técnica do cristal doublé consiste em aplicar sobre a superfície do cristal incolor, já modelado no formato do objeto que se quer, uma fina camada de cristal colorido. A lapidação deixa em evidência as partes que ser quer coloridas, assim como as que ser incolor. Mesmo princípio se aplica ao cristal triplé.

 

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Cristallerie Saint Louis. Peça para colecionador.

Licoreira bojuda art deco de cristal com duas camadas (doublé) e soprado (soufflé), azul e incolor. Bojo lapidado manualmente em dez facetas planas e incolor, divididas por frisos azuis. Na reverso da base e da tampa, ambas incolor como a alça curva também com lapidação em facetas, raios característicos às peças fabricadas pela cristallerie e, incisado, o número 17; Altura total 17,5 cm. França, início do século XX.

 

Modelo criado em 1912, integrado no catálogo de 1930.

 

O número incisado, sob a tampa e o reverso da garrafa, quando existentes e iguais, indicam a relação de pertinência.

 

A técnica do cristal doublé consiste em aplicar sobre a superfície do cristal incolor, já modelado no formato do objeto que se quer, uma fina camada de cristal colorido. A lapidação deixa em evidência as partes que ser quer coloridas, assim como as que ser incolor. Mesmo princípio se aplica ao cristal triplé.

 

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Cristallerie Saint Louis. Peça para colecionador.

Licoreira bojuda art deco de cristal com duas camadas (doublé) e soprado (soufflé), azul e incolor. Bojo lapidado manualmente em facetas planas e incolor, divididas por frisos triangulares azuis. Na reverso da base e da tampa, ambas incolor como a alça curva também com lapidação em facetas, raios característicos às peças fabricadas pela cristallerie e, incisado, o número 4 sob a garrafa; Altura total 15 cm. França, início do século XX.

 

Tampa com pequeno lascado sob sua circunferência e quebrado na ponta da parte cilíndrica

 

Modelo criado em 1912, integrado no catálogo de 1930.

 

O número incisado, sob a tampa e o reverso da garrafa, quando existentes e iguais, indicam a relação de pertinência.

 

A técnica do cristal doublé, ou overlay, consiste em aplicar sobre a superfície do cristal incolor, já modelado no formato do objeto que se quer, uma fina camada de cristal colorido. A lapidação deixa em evidência as partes que ser quer coloridas, assim como as que ser incolor. Mesmo princípio se aplica ao cristal triplé.

 

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Cristallerie Saint Louis. Peça para colecionador.

Licoreira bojuda art deco de cristal com duas camadas (doublé) e soprado (soufflé), azul e incolor. Bojo lapidado manualmente em facetas planas e incolor, divididas por frisos triangulares azuis. Na reverso da base e da tampa, ambas incolor como a alça curva também com lapidação em facetas, raios característicos às peças fabricadas pela cristallerie e, incisado o número 8, sob a garrafa. Altura total 15 cm. França, início do século XX.

 

Tampa com pequeno lascado sob sua circunferência e quebrado na ponta da parte cilíndrica

 

Modelo criado em 1912, integrado no catálogo de 1930.

 

O número incisado, sob a tampa e o reverso da garrafa, quando existentes e iguais, indicam a relação de pertinência.

 

A técnica do cristal doublé, ou overlay, consiste em aplicar sobre a superfície do cristal incolor, já modelado no formato do objeto que se quer, uma fina camada de cristal colorido. A lapidação deixa em evidência as partes que ser quer coloridas, assim como as que ser incolor. Mesmo princípio se aplica ao cristal triplé.

 

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Cristalerie Baccarat. Modelo Malmaison

Garrafa de cristal incolor, soufllé (soprado), no formato de gota invertida. Pescoço, base do corpo e tampa hexagonal ocada, também no formato de gota, decorados com lapidação manual em nervuras planas; 39,5 cm de altura total. França, início séc. XX.

 

A decoração Malmaison, com suas laterais largas e planas, é um grande clássico do Baccarat. Em 1921 foi publicado um catálogo especial com todos os modelos deste serviço: quase todas as formas de Baccarat foram declinadas com esta decoração.

 

 Até 1936 as peças de fabricação Baccarat eram identificadas por um selo de papel que, normalmente, se perdiam com o uso. A partir dessa data passaram a receber selo gravado a ácido. Portanto, a peça hora oferecida foi fabricada entre os anos de 1921 e 1936.

 

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Garrafa de grosso cristal com corpo cilíndrico decorado com lapidação em facetas verticais. Gargalo curto, também cilíndrico, terminado em borda abaulada. Tampa, seguindo mesmo formato e lapidação do corpo, com perda de parte de sua parte inferior; 28,5 cm de altura total. Europa, séc. XX.

 

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Johann Loetz Witwe - Loetz / Kralik

Decanter de vidro incolor decorado em todo seu corpo por frisos cruzados verdes, a maneira de pele de crocodilo. Pescoço, bico e alça de elementos metálicos prateados, estilo e época Art Nouveau; 24,5 cm de altura. Sem marcas aparentes de identificação. Áustria, séc. XIX / XX.

Modelo criado circa de 1900.

 

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Cristallerie Val Saint Lambert. Modelo Lalaing.

Licoreira de cristal incolor, denominada Goose neck (pescoço de ganso). Corpo bojudo decorado em suas extremidades com lapidação manual de sete facetas planas, assim como seu pescoço cilíndrico com vértices ondeados; 24,3 cm de altura. Bélgica, primeira metade do séc. XX.

 

Está ausente a tampa da licoreira.

 

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Cristallerie Saint Louis. Modelo Cavani, lapidação 4878, catálogo de 1930.

Par de taças para vinho de Rhin de cristal doublé (dupla camada) com bojo profusamente entalhado manualmente com de folhas de palmeira, losangos em pontas de diamantes, haste de seis facetas planas estriadas em seus vértices e base circular estrelada; 12,8 cm de altura total e borda de 5,7 cm de diâmetro. França, início séc. XX.

 

Não confundir com a também luxuosa criação dos anos 1960, service Florence, assim como também não confundir com uma outra versão do modelo Gavani, com lapidação diferente.

 

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Otto Prutscher (1880 - 1949) designer. Execução: Joh. Meyer's Neffe. (Atribuição).

Taça para vinho de cristal soufflé e doublé. Extremidades do bojo decoradas com lapidação manual em retângulos facetados e planos, alternando transparência e vermelho claro, separadas por facetas verticais, também planas e incolor, com vértices seguindo a mesma tonalidade de vermelho. Haste quadrangular com mesma lapidação das extremidades do bojo e base circular incolor; 21,3 cm de altura e 7,7 cm de borda. Áustria, séc. XX.

 

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Cristallerie Lalique

Par de taças art deco, para degustação, de cristal incolor modelo Kobé, soufflé-moulé (moldado por sopro). Corpo bojudo, haste moulé-pressé (moldada e prensada) decorada com três anéis em relevos. Base circular onde, em seu reverso, encontra-se assinatura R. Lalique, gravada a jato de areia, impropriamente dito gravação a ácido; 11 cm de altura e 7 cm de diâmetro de borda. França, década de 1930.

 

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Cristallerie Baccarat. Peça para colecionador.

Raro par de taças de cristal incolor doublé. Bojo com profusa e delicada lapidação manual, incolor e pequenos pontos vermelhos. Haste ocada, com facetas verticais, e base circular de contornos irregulares, ornada com folhas concêntricas e estrelas estilizadas onde, em seu anverso, encontra-se selo da cristallerie; 20 cm de altura total. França, séc. XX.

 

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Irmãos Campana

Cadeira Vermelha. Estrutura de aço tecida com cordas de algodão branco. Cada peça é única. Projetado em 1993 e manufaturada no Estúdio Campana por Fernando & Humberto Campana; comprimento 60 cm; altura 82 cm e largura 80 cm.

 

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Excepcional cama D. José I, dita de viúvo, de jacarandá escuro. Cabeceira, pés e montantes ricamente lavrados; estrado com 104 cm x 205 cm; 150 cm de altura da cabeceira. Brasil, séc. XVIII. 

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Cadeira D. José I, de jacarandá. Encosto em vazados com duas traves centrais movimentadas, assento de couro lavrado, saia e frontão com entalhes de elementos característicos ao estilo e volutas. Quatro pernas recurvas amarradas nas laterais, parte posterior e central, por traves; 109 cm de altura do espaldar. Brasil, séc. XVIII.

Origem: Ex-coleção Newton Carneiro.

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Cômoda D. José I, construída em jacarandá. Caixa com tampo ligeiramente movimentado, dois gavetões sotopostos, larga saia e laterais com volutas e ondeados e quatro pés recurvos, características ao estilo e época; 120 cm de comprimento, 54,5 cm de largura e 87 cm de altura total. Brasil, séc. XVIII. 

Origem: Ex-coleção Newton Carneiro.

 

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Pequeno aparador de madeira nobre envernizada. Tampo retangular formado por duas tábuas iguais e unidas ao centro. Saia com pequena concavidade sobre fuste torneado, balaústre sobre vaso estilizado, e base recortada sobre quatros pés curvos; 83 cm de comprimento, 43 cm de largura e 80,5 cm de altura total. Brasil, séc. XIX / XX.

 

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Giuseppe Scapinelli. (1891/1982)

Mesa auxiliar, modelo Catedral, em madeira ebanizada. Quatro pés esparramados, ditos pés de palito, concêntricos a centro circular de onde saem varetas divergentes e torneadas para apoio de tampo de vidro circular com 59 cm de diâmetro; 49,6 cm de altura total. Brasil, década de 1950.

 

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Giuseppe Scapinelli.

Par de mesas auxiliares de madeira jacarandá claro, modelo Maracanã. Tampo circular, de borda larga com suave curvatura centralizando mármore branco de mesmo formato; sobre quatro pés largos e ligeiramente curvos, com pontas superiores salientes, unidos abaixo por trave circular e torneada; 58 cm entre pernas; tampo 47,5 cm e centro de mármore de 34 cm, de diâmetros. Brasil, séc. XX. Brasil, década 1950.

 

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Conjunto para sala de jantar de madeira nobre envernizada, estilo inglês, composto por: mesa com tampo retangular, de cantos arredondados, apoiado em par de colunas torneadas e pés trípodes terminados em garras, de bronze; duas tábuas extensoras, sendo uma com saia, medindo 80 cm e 36,5 cm, respectivamente; 276 cm de comprimento total, 99 cm de largura e 80 cm de altura. Oito cadeiras com estrutura de madeira, pés anteriores torneados, no formato de balaústre, com assento e encosto estofados e forrados de tecido na tonalidade terracota; 102 cm de altura do espaldar. Brasil, séc. XX.

Uma das cadeiras está com forração salmão claro.

 

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Mesa de madeira de lei revestida de rádica. Tampo retangular com larga moldura centralizando vão de 125 cm de comprimento e 69,5 cm de largura, encerrado por tampo de cristal incolor. Pés recurvos apoiados em base com degraus, sendo o primeiro de lados chanfrados; 221 cm de comprimento, 111 cm de largura e 79 cm de altura. Brasil, séc. XX.

 

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Par de cadeiras com braços, D. José I; estrutura de jacarandá; tabela vazada na parte inferior e decorada com elementos geométricos e plumas; encimada por entalhes concheados; pernas em curvas, terminadas em garras e bola; assento revestido de bordado no padrão folha de tabaco; 111 cm de altura do espaldar. Brasil, séc. XVIII.

 

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Utagawa (Ando) Hiroshige - (1797 - 1858).

A descrição do presente trabalho em xilogravura, foi executada por Willys de Castro, conforme manuscrito em papel quadriculado colado no interior do paspatur, abaixo transcrita:

Autor: Utagawa (Anato) Hiroshige - (1792 - 1858)

Título: Multidão em frente / a portão (Tori) Japonez / Lugares famosos de Kyoto?

Técnica: Ukyio - E Hanga

Formato: 21,7 x-  33,4 cm

Assinatura:

Selo do Sensor: Não aparece

Selo do Editor: Sanoki (1790 - 1865) / (ou Kikakudo)

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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Utagawa (Toyokuni III) Kunisada - (1796 - 1864 ou 65).

A descrição do presente trabalho em xilogravura, foi executada por Willys de Castro, conforme manuscrito em papel colado no interior do paspatur, abaixo transcrita:

Ideogramas dentro de círculo:  Tsuchinoto? / Tsuchinoe? - Aratame examinado / selo do censor nº 50 B / Dez. 1853 a 1857 / Gravura 3 / Homem lendo cartas

Autor: Utagawa (Toyokuni III) Kunisada - (1796 - 1864 ou 65).

Título: Personagem lendo carta

Data aproximada: (1844 - 1857)

Formato: 35,3 x 21,5 cm (cortada)

Assinatura: Toyokuni / GA (desenhou) emoldurada / por um cartucho característico

Selo do Censor: Aratame (examinado) nº 50 B / (dez. 1853 - 1857)

Selo do editor:

Observação: Nascido Gototei Kunisada troca / (c. 1834) seu nome para Kochoro Kunisada ( e eventualmente também / Ichiyusai? / assumindo 9c. 1844) / indevidamente o nome / do seu mestre Toyokuni.

No paspatur, embaixo à direita, anotações a lápis: ideograma - selo do censor / nº50 B; dez 1853 a 1857 / ideograma selo do censor / Mi (cobra) / Roku (6º) setembro.

No reverso: folha de papel com anotações repetitivas

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

No anverso: embaixo à direita: Homem de Kimono azul / com desenhos geométricos / brancos / gravura 1

No reverso, sobre folha de papel: Utagawa (Toyokuni III) Kunisada (1796 - 1864 - 65) / Utagawa ToyoKuni (1769 - 1825) - riscado com traço de lápis / Homem de kimono azul / com desenhos geométricos / brancos / gravura 1

 

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156

Utagawa (Ando) Hiroshige - (1797 - 1858).

A descrição do presente trabalho em xilogravura, foi executada por Willys de Castro, conforme manuscrito em papel quadriculado colado no interior do paspatur, abaixo transcrita:

Autor: Utagawa (Anato) Hiroshige - (1792 - 1858)

Título: Cena de rua com o Monte Fuji ao fundo / Locais famosos de Edo

Técnica:

Formato: 24,4 x-  24,5 cm x 36,2 - 36,4 cm

Assinatura: Hiroshige GA

Selo do Sensor: Não aparece

Selo do Editor: Tsutaya Kichizo, 1801 - 1868

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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157

Cristallerie Lalique.

Nu Feminino. Escultura de vidro negro, prensado e modelado de forma naturalista na figura de jovem nua sentada com perna direita dobrada envolta pelos braços e rosto apoiado sobre o joelho. No reverso assinatura incisada: Lalique ® France; 6,8 cm de altura. França, séc. XX.

 

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Maluter (Séc. XIX).

Retrato de Nobre. Aquarela, 18,5 x 14,5 cm o cartão. No reverso a inscrição manual a tinta: "Pintura de Maluter, assinada e datada de 1842. Adquirido no leilão da coleção Tobias Monteiro. Rio de Janeiro, 1955".

Origem: Ex-coleção Newton Carneiro.

 

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Pintura Hispano Americana.

Señor de los Temblores. Óleo sobre tela, 150,5 cm x 99 cm. América Espanhola, séc. XVIII. Apresenta restauro profissional e perdas da camada pictórica.

 

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Rugendas, Maurice - Voyage Pittoresque dans le Brésil

65 pp divididas em 4 partes: Parte 1, 48 pp., 30 pranchas; Parte 2, 34 pp., 20 pranchas; P3,51 pp., 30 pranchas; Parte 4, 32 pp., 20 pranchas. As pranchas de cada parte são numeradas independentemente. Impressa por Engelman & Cie, Paris, 1835. 55 x 35,2 cm.1ª edição especial completa com as pranchas em papel china, traduzida do alemão por Colbery. Citado: Borba de Moraes II: 221 Sabin 73935; Colas 2594; Lipperheide Md 12; Palau 281204.

 

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Gilberto Ferrez.

A Muito Leal e Heróica Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Em comemoração do IVº Centenário da Fundação da Cidade; 259 pp. As reproduções a cores foram coloridas a mão pelo processo «au pochoir» no Atelier d'Art L'Ibis e nos Etablissements Nervet. Tiragem única, sendo 1000 exemplares numerados de 1 a 1000 e 100 exemplares numerados em algarismos romanos, sendo este o de nº 761, com dedicatória do autor para João Moreira Garcez.

 

 

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Utagawa (Ando) Hiroshige - (1792 - 1858).

A descrição do presente trabalho em xilogravura, foi executada por Willys de Castro, conforme manuscrito em papel quadriculado colado no interior do paspatur, abaixo transcrita:

Autor: Utagawa (Anato) Hiroshige - (1792 - 1858)

Título: Fogos de artifício em Ryogoku / locais famosos de Edo?

Técnica:

Formato: 23,9 - 24,2 x 36,6 cm

Assinatura: Hiroshige GA

Selo do Sensor:

Selo do Editor: Jokin (Joshuia Kinzo) / Ativo de 1830 - 1852

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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Utagawa (Koshoro) Kunisada - (1786 - 1864 ou 65).

A descrição do presente trabalho em xilogravura, foi executada por Willys de Castro, conforme manuscrito em papel quadriculado colado no interior do paspatur, abaixo transcrita:

Autor: Utagawa (Toyokuni III) Kunisada - (1796 - 1864 ou 65)

Título: Campeão de Sumô

Data provável: 1834 - 1844

Formato: 37,2 x 25,6 cm oban aparado 0,8 cm na altura

Assinatura: Koshoro Kunisada GA (desenhou)

Selo do Sensor: Yoshimura? (1840 - 1853)

Selo do Editor: Tsutaya Kichizo (Koyeido) 1801 - 1868

Observação: Nascido Gototei Kunisada, troca (c. 1834) seu nome para Kochoro Kunisada assumindo (c. 1844) indevidamente o nome de seu mestre Toyokuni.

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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164

Utagawa (Toyokuni III) Kunisada - (1796 - 1864 ou 65).

A descrição do presente trabalho, foi executada por Willys de Castro, conforme manuscrito em papel colado no interior do paspatur, abaixo transcrita:

GO (5º)

Ideogramas dentro de círculo: Hitsuji (bode) / Tsuchinoto? / Tsuchinoe?

Utagawa (Toyokuni III) Kunisada - (1796 - 1864 ou 65).

Gravura 1

Homem de kimono azul com desenhos geométricos brancos

No anverso: embaixo à direita: Homem de Kimono azul / com desenhos geométricos / brancos / gravura 1

No reverso, sobre folha de papel: Utagawa (Toyokuni III) Kunisada (1796 - 1864 - 65) / Utagawa ToyoKuni (1769 - 1825) - riscado com traço de lápis / Homem de kimono azul / com desenhos geométricos / brancos / gravura 1.

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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165

Utagawa (Ando) Hiroshige - (1797 - 1858).

A descrição do presente trabalho em xilogravura, foi executada por Willys de Castro, conforme manuscrito em papel quadriculado colado no interior do paspatur, abaixo transcrita:

Autor: Utagawa (Anato) Hiroshige - (1792 - 1858)

Título: Vista de um cortejo a borda do mar / Locais famosos de Edo?

Técnica:

Formato: 21,1 x-  33,6 - 33,8

Assinatura: Hiroshige GA

Selo do Sensor: Não aparece

Selo do Editor: Não aparece

No reverso ideogramas

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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166

Utagawa (Andô) Hiroshige - (1797 - 1858); 23 cm x 35,8 cm.

A descrição do presente trabalho em xilogravura, foi executada por Willys de Castro, conforme manuscrito em papel quadriculado colado no interior do paspatur, abaixo transcrita:

1º selo do sensor nº 38

2º selo do sensor nº 46 Yoshimura

Hiroshige Andô / Famosos lugares em Edo / Editor Jujikei 1854

Autor: Utagawa (AndôI) Hiroshige - (1797 - 1858)

Título: Vista de um templo cercado de Jardins sob névoa

Técnica:

Assinatura: Hiroshige GA

Selo do Sensor : Selo superior (nº 48) de Kinugasa / Selo inferior (nº 46) de Yoshimura / ativos de 1840 - 1853

Selo do Editor: Fuji-Kei (Fujio - Kaya / Kei-Suke)

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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167

Utagawa (Yoshikawa Shirobei) Kuninao - (1793 - 1854 ).

A descrição do presente trabalho em xilogravura, foi executada por Willys de Castro, conforme manuscrito em papel quadriculado colado no interior do paspatur, abaixo transcrita:

Título:

Data provável:

Formato : 22,8 x 34,2 cm

Assinatura: Kuninao / GA (desenhou)

Selo do Sensor : Kiwame (perfeito)

Selo do Editor:  

Observação:

Origem: ex-coleção Hércules Barsotti.

Coleção: Sylvio Nery Fonseca. Marchand de Hércules Barsotti por aproximadamente 18 anos, tendo realizado, dentre diversas outras, importantes exposições do artista, assim como intermediado vendas de seus quadros, conforme documento registrado em cartório pelo próprio pintor, Hércules Barsotti, nomeando-o responsável pela intermediação e representação na venda de obras de sua autoria, bem como obras de autoria de outros artistas que faziam parte de sua coleção particular.

 

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168

Buda Shakyamuni Tathagata.

Escultura de madeira entalhada, envernizada e dourada, modelada na figura de Buda, sentado em posição de lótus, com profusa decoração de pedras coloridas e espelhadas; 43 cm de altura total. Tailândia, séc. XIX / XX.

 

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Nu Feminino em bronze patinado na tonalidade dita "brown patinaction". À maneira de "porteuse" carrega um jarro sobre a cabeça, atribuível a década de 50;

119 cm de altura. 

 

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170

Casal de black-a-moors em madeira entalhada e policromada com temas orientalistas em relevo sobre cobertura ebanizada. Cada um dos personagens porta elaborado turbante sobre a cabeça presos por fieiras de pérolas entrelaçadas. Trajam botas e, à maneira de ligas, elementos dourados rematados por simulacro de "cabochons". No pescoço elaborados colares em relevo com pingentes em forma de gotas. Uma das mãos segura pequeno plateau e, a outra erguida, cornucópia eletrificada em meados do séc. XX e acendedor em porcelana. Parte superior da cornucópia da figura masculina apresenta restauro antigo; 135 cm e 136 cm de alturas totais. Veneza, séc. XIX/XX.

Acompanham duas cúpulas de cristal Baccarat, uma delas com pequena perda na borda.

 

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Galileo Emendabili.

Adão e Eva. Escultura de bronze patinado, assinado e datado atrás embaixo: Galileo Emendabili 62; 99,5 cm de altura. Brasil, séc. XX.

Reproduzido à página 89 do livro "Galileo Emendabili", do Instituto Italiano de Cultura e do Museu de Arte de São Paulo.

 

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172

Inos Corradin.

O Equilibrista e a Pipa. Óleo sobre tela, 80 x 60 cm. Assinado embaixo à esquerda: Inos. Intitulado e assinado no reverso.

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Yugo Mabe.

Brisa III. Óleo sobre tela, 50,5 cm x 60 cm. Assinado e datado embaixo à esquerda: Yugo / 85. Intitulado, assinado e datado no verso. Sem moldura.

 

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Pellegatta, Omar.

Casario. Óleo sobre tela, 40 cm x 50 cm. Assinado embaixo à esquerda: Pellegatta.

 

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Anita Malfatti.

Cabeça de Cão, Cocker Spaniel. Aquarela sobre cartão, 31 cm x 22 cm. Assinado e datado embaixo à direita: Anita Malfatti 55.

Segundo informação da família trata-se do cão da sobrinha da artista, D. Doris.

 

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Black Linhares

Casario. Acrílica sobre tela, 80 cm x 60 cm. Assinado embaixo à direita e no reverso: Black.

 

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Rebolo, Francisco.

Paisagem Rural. Óleo sobre placa, 21 x 30 cm. Assinado e datado embaixo à direita. F. Rebolo 62.

 

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Autoria não Identificada.

Retrato de Jovem. Óleo sobre tela, 55,5 cm x 46,5 cm.

Por tradição oral da família a quem pertencia, julga tratar-se de D. Nilza Pacheco e Silva, jovem aristocrata brasileira ligada à Fazenda Três Pedras, em Paulo Egídio, Campinas - SP.

 

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Pintura Hispano Americana.

A Virgem e o Menino. Óleo sobre tela, 66 cm x 53 cm. América Espanhola, séc. XVIII.

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Pintura Hispano Americana.

São Pedro. Óleo sobre tela, 175 cm x 108 cm. América Espanhola, séc. XVIII. 

 

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Pintura Hispano Americana.

Cena da Sagrada Família encimada ao centro pelo Pai Eterno e o Divino Espírito Santo que projeta raios sobre o Menino. Óleo sobre tela, 56 cm x 58 cm. América Espanhola, séc. XVIII. 

 

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Pintura Hispano Americana.

São João Batista. Óleo sobre tela, 75 cm x 98 cm. América Espanhola, séc. XVIII. 

 

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Belmiro de Almeida.

Figura Feminina com Chapéu. Nanquim e aquarela, 30 x 20 cm. Assinado embaixo à esquerda: Belmiro.

Origem: ex-coleção Maria Helena e Eldino F. Brancante.

 

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Clóvis Graciano.

Figura Feminina com Chapéu. Nanquim e guache, 20,5 cm x 15 cm. Assinado embaixo à esquerda: Graciano.

 

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Anita Malfatti

Bustos Femininos. Pendant de desenhos a lápis de cor e crayon, 40,5 cm x 30,5 cm. Siglados embaixo à direita: ACM.

Provenientes do acervo de Isabel Craig Deahl, amiga de Anita, ambas nascidas no mesmo ano. Tinham mães de nacionalidade americana que se conheceram no final do séc. XIX, quando residiam em Campinas.

 

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Osirarte. (Mario Zanini - atribuição)

Tucano. Pintura sobre azulejo, 15 cm de lados. No reverso selo de Azulejos Osirarte - Atelier de pintura sobre cerâmica - Dirigido por Paulo Claudio Rossi.

 

A Osirarte é uma empresa de azulejaria criada em 1940 pelo artista ítalo-brasileiro Rossi Osir (1890 - 1959) com a finalidade de realizar os azulejos desenhados por Candido Portinari (1903 - 1962) para o revestimento do Ministério da Educação e Saúde no Rio de Janeiro, atual Palácio Gustavo Capanema. Mesmo antes do término do trabalho para o ministério em 1945, a empresa já executa outras encomendas, para arquitetos e outros artistas, além de manter uma produção de azulejos avulsos para decoração de residências particulares. Essas encomendas e a boa aceitação dos azulejos decorativos criados nas oficinas da Osirarte prolongam a existência da empresa até o final dos anos 1950. Rossi Osir desempenha o papel de diretor-geral, ao mesmo tempo em que trabalha no ateliê com desenho de padrões de azulejos.

A técnica utilizada é a do baixo esmalte ou "biscoito": a pintura é feita sobre o azulejo não esmaltado. Após o desenho sobre a superfície porosa, que absorve a tinta com extrema rapidez e exige uma elevada exatidão do traço, os azulejos de 15 x 15 cm são armazenados e levados para o trabalho de esmaltagem e queima (no início, esse trabalho é realizado pelas Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo). Para dar conta das encomendas e ampliar o mercado, Rossi Osir conta com a colaboração de artistas também experientes no trabalho artesanal. Mario Zanini (1907 - 1971) é o primeiro a integrar a equipe do ateliê-oficina da Osirarte e logo é seguido pelo amigo Alfredo Volpi (1896 - 1988), que rapidamente se transforma numa espécie de "chefe" de ateliê, solucionando problemas plásticos e técnicos à medida que vão surgindo. Com eles trabalham ainda em diferentes momentos: Hilde Weber (1913 - 1994) de 1941 a 1950, Gerda Brentani (1908 - 1999) e Giuliana Giordi (ambas até 1943), Virginia Artigas (1915 - 1990) de 1940 a 1942, Cesar Lacanna (1901 - 1983) em 1945 e Frans Krajcberg (1921) em 1948. Eventualmente Ernesto de Fiori (1884 - 1945) e Ottone Zorlini (1891 - 1967) executam trabalhos para Osirarte.

Fonte: Itaú Cultural.

 

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Gino Bruno.

Natureza Morta com Frutas. Óleo sobre tela, 50 cm x 61 cm. Assinado embaixo à direita: Gino Bruno.

 

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Gino Bruno

Natureza Morta com Cocos. Óleo sobre tela, 50,5 cm x 65 cm. Assinado embaixo à direita: Gino Bruno.

 

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Gino Bruno.

Praia com Barcos. Óleo sobre tela, 50 cm x 65 cm. Assinado embaixo à esquerda: Gino Bruno.

 

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Silvio Alves.

Madona. Óleo sobre placa, 65,5 cm x 50 cm. Assinado embaixo à direita. Silvio Alves.

 

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191

Silvio Alves.

Fachada de Igreja de Ouro Preto. Óleo sobre tela, 65 cm x 50 cm. Assinado embaixo à direita:

S Alves

 

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192

Silvio Alves.

Vaso com Flores. Óleo sobre tela, 50 cm x 40 cm. Assinado embaixo à esquerda: S Alves.

 

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193

Weidergorn, Menase.

Natureza Morta. Óleo sobre tela, 40 x 60 cm. Assinado embaixo à direita: Weidergorn.

Weidergorn, Romeno da cidade de Hotin, veio para o Brasil em 1932 quando seus pais estabeleceram-se em São Paulo. Ingressou na APBA onde, após travar conhecimento com Mecatti, foi por ele influenciado na luminosidade ao gosto da pintura peninsular, derivada do ottocento italiano.

 

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Luiz Bruno Silva.

Homem com Cigarro de Palha. Óleo sobre tela, 50 cm x 40 cm. Assinado embaixo à esquerda: Luiz Bruno Silva.

 

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Carybé - Hector Julio Páride Bernabó

Figuras. Aquarela sobre papel, colado em placa, revestido resina, 45,5 x 31 cm. Dedicado, assinado e datado embaixo à direita: Para Ro de Belinha/Carybe/72.

 

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Conjunto de seis cadeiras de jacarandá, estilo D. João V, com assentos removíveis de palhinha trançada; espaldar de tabela recortada; cachaço com plumagem e flores; saia recortada com volutas em relevo; pernas em cabriolet unidas por traves internas; pés frontais em sapata; 127 cm de altura do espaldar. Brasil, séc. XVIII. Uma delas está com palhinha rasgada.

 

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197

Ernesto Bazzaro

Pifferaio. Escultura de bronze patinado, representando figura masculina em pé trajando roupas de época, tocando flauta, assinada à direita da base "Bazzaro" e intitulada na parte frontal "Pifferaio"; 73 cm de altura. Itália, início séc. XX. c. 1915. Flauta apresentando colado.

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G. Abell.

Madame Du Barry. Escultura de bronze patinado e marfim, apresentando-se de pé segurando ramo de flores, base circular de ônix, identificada na frente da base e assinada atrás, G Abell; 68 cm de altura total. França, séc. XIX.

 

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Humberto Cozzo.

Resgate de Guerreiro. Placa retangular de estuque de contornos irregulares e formato ligeiramente côncavo, modelada na figura de dois guerreiros; 67,5 cm de altura e 56 cm de largura. Sem assinatura. Brasil, séc. XX.

Provavelmente trata-se de um molde, para fundição em bronze.

 

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200

Papf, Karl Ernest.

Flor. Desenho a lápis, 14 cm x 10,5 cm. Assinado e datado embaixo à esquerda: E.Papf 1888.