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Segunda-feira 20h 3 de junho ( Leilão on-line ) Lote 1 a 160 Clique na imagem para visualizá-la em tamanho maior |
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001 |
3º
Barão de Monte Santo - Inglaterra, século XIX. Bowl
retangular, com cantos chanfrados, de faiança inglesa,
dita "azul borrão", pertencente a Gabriel Garcia de
Figueiredo. Ornado, sobre fundo branco, com paisagem, pagodes e
elementos fitomórficos, em azul com tonalidades diferentes, sob
vidrado. No reverso marcas de identificação: Shangai / Wadans;
23,5 cm de comprimento, 17,3 cm de largura e 5,2 cm de altura total. |
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002 |
Par
de Palmas de Altar - Brasil, século XX, Par
de palmas de altar de prata brasileira, fundida, repuxada,
estampada e cinzelada. Ânfora profusamente ornada com elementos
fitomórficos, sob palma com vazados, delimitando laço e intensa
ramagem florida. No reverso das bases almofadadas, marcas de
identificação, de teor e do fabricante: Prata 833 - Alves
Pinto; 57,5 cm de altura e 26 cm de largura. |
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003 |
Par
de talhas - Brasil, século XVIII. Par
de talhas de madeira policromada e dourada, esculpidas
à maneira naturalista, uma representando São Paulo e outra
São Pedro, ambas segurando livro com a mão esquerda e, com a
direita, espada e chaves, respectivamente; 52 cm de altura e 27 cm de
largura, cada. Apresentam
pequenas perdas na cromia. |
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004 |
Ordem de Cristo – Portugal,
século XIX. Ordem de Cristo
- Placa de Comendador da Ordem em prata esmaltada, corpo raiado em
lâminas decorado com brilhantes (minas novas), no centro cruz vazada
circundada por flores e folhas. Encimada pelo Sagrado Coração
de Jesus esmaltado; 4 cm de largura e 9,6 cm de altura total. Ordem de Cristo
- Placa de Comendador da Ordem em prata esmaltada corpo raiado, no centro
cruz vazada circundada por flores e folhas. Encimada pelo Sagrado
Coração de Jesus esmaltado; 5,6 cm de largura e 5,8 cm de
altura total. Apresenta
pequenas perdas de esmalte na cruz do Sagrado Coração. |
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005 |
Báculo
Episcopal - Brasil, século XIX/XX. Báculo
episcopal de metal fundido e repuxado. Haste lisa em
seções divididas por anéis metálicos. Voluta
ornada em seu término com ramos, folhas e frutos, em relevos; 144,5 cm
de altura total. |
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006 |
Travessa de Louça –
Inglaterra, século XIX. Travessa retangular de louça de cantos recortados, a
semelhança do serviço dos Pavões, de D. João VI. No
reverso a marca Spode stone chine
em marrom, 37 cm de comprimento e 27,5 cm de largura. |
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007 |
Ordem de Santiago da Espada –
Portugal, século XIX. Ordem de Santiago da Espada - Placa
de Comendador em prata raiada, no centro a Cruz de Santiago
esmaltado de vermelho sobre campo branco, circundando aro de ouro e pela
legenda "Sciencias - Letras e
Artes" sobre esmalte vermelho. No reverso marca de Frederico da Costa Lisboa; alfinete na
horizontal; 7 cm de diâmetro. Ordem de Santiago da Espada -
Insígnia no formato de cruz de prata com esmalte,
vermelho olhal e argola; , 24,5 cm x 2,8 cm. Portugal, séc. XIX. Apresenta,
no reverso, pequenas perdas de esmalte |
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008 |
Brasão
Imperial - Brasil, século XIX. Brasão
Imperial de madeira policromada, no centro esfera armilar circundada
por 19 estrelas, ladeada por ramos de café e de tabaco e encimada por
coroa Imperial; 73,5 cm x 56 cm. |
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009 |
Báculo
Episcopal - Brasil, século XIX/XX. Báculo
episcopal de metal fundido. Haste lisa em
seções divididas por anéis metálicos tendo, em
sua parte superior, o Sagrado Coração de Jesus e o Sagrado
Coração de Maria. Voluta ornada com folhas de acanto, godrons e
perolados, encimada em seu término por Agnus Dei; 149 cm de altura
total. |
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010 |
Paliteiro
de Prata - Brasil, século XIX / XX. Paliteiro
de prata brasileira repuxada, fundida e cinzelada
modelado no formato de macieira com frutos e encimada por pássaro,
sobre bandeja circular ornada com faixas guilhochadas e três pés
movimentados. Sobre o pássaro furos para palitos. No anverso da
bandeja marca de identificação: Prata 833; 17,5 cm e altura total. |
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011 |
Ordem de Cristo – Portugal,
século XIX. Duas peças: Ordem de Cristo
- Insígnia em prata do colar de Comendador composta de cruz singela
esmaltada de vermelho e branco, encimada pelo Sagrado Coração
de Jesus sobre estrela de seis pontas e placa raiada em vermeil; olhal e
argola de prata; 4 cm de largura e 9,6 cm de altura. Apresenta
pequeno trincado no esmalte. Ordem de Cristo
- Medalha em prata vermeil de Oficial da Ordem composta de cruz singela
esmaltada de vermelho e branco, suspensa de uma fita vermelha, com fivela
dourada, tendo sobre a fivela o nó do laço uma roseta, da cor
da fita, 3,7 cm de altura e 2,5 cm de largura. |
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012 |
Prato de Porcelana – China,
século XIX. Prato de porcelana Cia das
Índias a
semelhança do serviço dos Pavões de D. João VI. Aba
decorada com ramos de flores em policromia, borda ondulada cortada a faca, na
caldeira dois pavões, em policromia; 23 cm de diâmetro. |
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013 |
Dakir Parreiras. Ponte sobre o Rio Sena. Óleo
sobre tela, 24,5 cm x 35,8 cm. Assinado, localizado e datado embaixo à
direita: Dakir Parreiras / Paris 1946. |
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014 |
Paliteiro
de Prata - Brasil, século XIX. Paliteiro
de prata brasileira do Rio de Janeiro, fundida, repuxada e
cinzelada, modelado à maneira naturalista, representando figura
feminina sustentando com as mãos guirlanda floral sobre coluna
circular, encimando base vazada de 6,8 cm de lados ornada com arabescos onde,
em um de seus lados, encontram-se marcas de identificação da
prata 10 dinheiros e do ourives JFF, não identificado. Quatro
pés de garras; na parte posterior da guirlanda, furos para palitos; 18
cm de altura total. |
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015 |
Antonio Mendonça, Higino.
(Escola Portuguesa) Bosque.
59,3 cm x 42,5 cm. Assinado embaixo à direita,
parcialmente legível: Hig Mend |
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016 |
Paliteiro
- Brasil, século XIX. Paliteiro
de prata brasileira, repuxada, fundida e cinzelada,
modelado de forma naturalista, representando anjo segurando escudo no formato
de flor e lança. Fuste segmentado e fuso ornado com guilhochados,
sobre o qual encontram-se furos para palitos. Base com 6,5 cm de lados
terminada em quatro pés de garras. Na saia movimentada da base marcas
prejudicadas para leitura, provavelmente 10 dinheiros. Quatro pés de
garras; 18 cm de altura total. |
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017 |
Gerardenghi, Bigio Praia
com Coqueiros. Óleo sobre tela, 42 cm x 52
cm. Assinado embaixo á esquerda: Gerardenghi. |
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018 |
3º
Barão de Monte Santo - Inglaterra, século XIX. Prato
circular e fundo de faiança inglesa, dita
"azul borrão", pertencente a Gabriel Garcia de
Figueiredo. Ornado, sobre fundo branco, com paisagem, pagodes e elementos
fitomórficos, em azul com tonalidades diferentes, sob vidrado. No
reverso marcas de identificação: Shangai / Wadans; 23,8
cm de diâmetro. Antigo
bicado na borda. |
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019 |
3º
Barão de Monte Santo - Inglaterra, século XIX. Prato
circular e fundo de faiança inglesa, dita
"azul borrão", pertencente a Gabriel Garcia de Figueiredo.
Ornado, sobre fundo branco, com paisagem, pagodes e elementos
fitomórficos, em azul com tonalidades diferentes, sob vidrado. No
reverso marcas de identificação: Shangai / Wadans; 24,3
cm de diâmetro. |
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020 |
Âmbula de Prata e Vermeil -
Brasil, Século XVIII. Âmbula de prata brasileira, repuxada e burilada, com vermeil. Copa
cilíndrica com parte inferior arredondada, sobre haste móvel
segmentada e em balaústres. Base almofadada circundada por delicados
frisos, assim como a tampa encimada por cruz. Sem marcas aparentes de
identificação; 12,3 cm de diâmetro de boca e 27 cm de
altura total. |
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021 |
D. João VI Serviço da
Vista Pequena - Fazenda Santa Cruz - Prato de porcelana Cia-das-Índias
– China, século XIX. Aba delimitada por friso azul e
dourado, no centro da caldeira reserva circular com cena campestre em
sépia, estrelas em dourado protegida por serradura dourada; 25,3 cm de
diâmetro, dinastia Qing Jiaqing. Exemplar
do mesmo serviço reproduzido à página 93 do livro
"Louça da Aristocracia do Brasil", por Jenny Dreyfus. |
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022 |
Manuel Santiago. Morro do Andaraí. Óleo
sobre tela colado em placa, 33 cm x 41 cm. Assinado, localizado e
datado embaixo à direita: Manuel Santiago... No reverso: Manuel
Santiago/ Morro do Andaraí/ Rio. |
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023 |
Clodomiro Amazonas. Paisagem Campestre. Óleo sobre tela, 56 cm x 70,3 cm. Assinado
embaixo à esquerda: C. Amazonas 1928. |
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024 |
D. João VI -Serviço da
Vista Pequena - Fazenda Santa Cruz - Travessa de porcelana Cia-das-Índias – China,
século XIX. Aba delimitada por friso azul e
dourado, no centro da caldeira reserva circular com cena campestre em
sépia, estrelas em dourado protegida por serradura dourada, 38,5 cm de
comprimento por 30,4 cm de largura dinastia Qing Jiaqing. Exemplar
do mesmo serviço reproduzido à página 93 do livro
"Louça da Aristocracia do Brasil", por Jenny Dreyfus. |
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025 |
Edgar Parreiras. Paisagem.
Óleo sobre tela, 61 cm x 74 cm. Assinado e datado
embaixo à direita: Edgar Parreiras/ 1942. No reverso carimbo do
Salão Nacional de Belas Artes. |
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026 |
Antonin
Petrof - Checoslováquia, século XX. Piano
de 1/4 de calda. Móvel em madeira nobre
envernizada medindo 153 de comprimento, 149 cm de largura e 98 cm de altura,
quando tampo basculante fechado. Três pernas retilíneas
retangulares, sobre rodízios. Modelo de série V. 88114; 88
teclas, cordas cruzadas, dois pedais. Acompanha
banqueta, com regulagem, medindo 55 cm de comprimento, 34,5 de largura, 45,5
cm e 56 cm, de alturas. A
PETROF é um importante produtor de pianos acústicos de cauda e
pianos verticais na Europa. É comercializada em 5 continentes e
exporta para mais de 65 países em todo o mundo. Desde 1864, quando
Antonín Petrof construiu seu primeiro piano, produzimos sob o nome
PETROF 635.000 instrumentos e muitos outros dentro da família da marca
PETROF. Nossos pianos são populares entre os músicos, sobretudo
por seu tom incomumente suave, gentil, arredondado e romântico. Ao
longo das décadas de sua produção, muita coisa mudou,
mas o trabalho manual preciso, a seleção cuidadosa de materiais
e o som romântico imutável perduram. Inúmeros artistas
famosos e personalidades conhecidas apaixonaram-se pelos instrumentos PETROF,
e os representantes da quinta e sexta geração continuam
orgulhosamente no seu honroso comércio e tradição
familiar. Fonte:
Petrof.com |
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027 |
Caldeirinha e Hissope de Prata -
Portugal, Século XVIII. Caldeirinha de prata portuguesa
repuxada, burilada e cinzelada ornada com frisos de godrões torcidos e
de perolados. Corpo em balaústre com alça semicircular e base
campanular de duas seções, sobre uma das quais, a lisa,
encontra-se marca de identificação
de contraste da prata da segunda metade do século XVIII, segundo
Marcas de Contrastes Portugueses, volume I, página 246, nº 2371.
À página 313, item 4 - Beja ou Bahia, 4.7 o autor refere-se
à marca como sendo eventualmente de Braga; e
marca do ourives M.S.V., não identificada; 14 cm de
diâmetro de boca e 26 cm de altura total. Acompanha
hissope de 22,5 cm de comprimento. |
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028 |
Imperial
Ordem da Rosa - Brasil, século XIX. Duas
insígnias, uma de ouro e outra de prata, ambas esmaltadas. Grau
Comendador. Corpo no formato de estrela de seis
pontas maçanetadas, assentada sobre guirlanda com dezoito rosas
folheadas; no centro, medalhão com monograma " A.P. ", entrelaçado
circundado pela legenda "Amor e
Fidelidade" no reverso a data 2-8-1828; argola e fita com passador
4,2 cm e 2,9 cm de diâmetros, respectivamente, sem a fita. |
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029 |
Esmoleira
- Brasil, Século XIX. Esmoleira
de prata brasileira lisa e repuxada, com base campanular.
Plano circular, revirado nas extremidades até a borda. No centro
quatro linhas em círculos. Sem marcas aparentes de
identificação; 24,5 cm de diâmetro e 11,5 cm de altura
total. |
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030 |
Baptista da Costa, João. Menino
Marinheiro. Óleo sobre tela, 169,5 cm x 80
cm. Assinado embaixo à direita: J. Baptista. |
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031 |
Naveta de Prata - Brasil,
Século XIX. Naveta de prata brasileira repuxada
e cinzelada, modelada à maneira naturalista, representando
pássaro com asas em repouso, sendo uma delas articulada, assentado
sobre coluna cilíndrica que encima base circular almofadada e em
seções. Sem marcas aparentes de identificação; 26
cm de comprimento e 18,5 cm de altura total. |
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032 |
Mesa Cavalete – Brasil,
século XIX/XX. Mesa cavalete rustico de madeira,
tampo retangular com desgaste irregular sobre caixa com duas gavetas
frontais, puxadores de madeira, pernas facetadas com travas, 150 cm de
comprimento, 83 cm de largura e 81,5 cm de altura. |
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033 |
Gomil e Bacia de Prata - Brasil ou
Portugal, Século XVIII Gomil e sua bacia de barbeiro de
prata portuguesa repuxada, burilada e cinzelada, ricamente
ornados por frisos de godrões e perolados. Gomil de corpo bojudo com
pescoço estreito terminado em bico recortado, avançado e
esparramado e alça em dois segmentos curvos e invertidos. Sobre a aba
de sua base almofadada, assim como sobre a aba do plano liso da bandeja cova
de contornos irregulares com recorte central anatômico, marcas de
identificação de contraste da prata da segunda metade do
século XVIII, segundo Marcas de Contrastes Portugueses, volume I,
página 246, nº 2371. À página 313, item 4 - Beja ou
Bahia, 4.7 o autor refere-se à marca como sendo eventualmente de
Braga; marca do ourives M.S.V., não identificada; 60 cm de
comprimento, 44 cm de largura e 37 cm de altura total. |
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034 |
Mesa
de Centro - Brasil, séc. XIX / XX. Grande
mesa de centro, de perfis retos, construída
em pinho de riga. Tampo retangular sobre caixa com 6 gavetas lineares, sendo
três de cada lado. Quatro pernas curtas em segmentos torneados; 199,5
cm de comprimento, 93 cm de largura e 50 cm de altura total. |
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035 |
D.
Pedro II - Brasil, século XIX. Placa
de prata repuxada e cinzelada, no centro
reserva oval com as iniciais PII em cobre dourado, ladeado por duas
fênix e bandeiras como tenentes sob coroa real portuguesa, sem marcas
aparentes; 32,5 cm x 23 cm. Pertenceu ao Paço Imperial. Essas
placas passaram por modificações em suas iniciais. Na origem
tinham o monmograma de D. João VI, posteriormente o de D. Pedro I e,
por último, de D. Pedro II. |
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036 |
D.
Pedro II - Brasil, século XIX. Placa
de prata repuxada e cinzelada, no centro
reserva oval com as iniciais PII em cobre dourado, ladeado por duas
fênix e bandeiras como tenentes sob coroa real portuguesa, sem marcas
aparentes, 34,5 cm x 23 cm. Pertenceu ao Paço Imperial. Essas
placas passaram por modificações em suas iniciais. Na origem
tinham o monmograma de D. João VI, posteriormente o D. Pedro I e, por
último, de D. Pedro II. |
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037 |
Paliteiro
de Prata - Portugal, século XIX. Paliteiro
de prata portuguesa fundida, repuxada e cinzelada,
modelado à meneira naturalista em alegoria à América;
segurando com as mãos sombrinha, sobre a cabeça. Base circular
com varanda vazada e 7,6 cm de diâmetros onde, em seu reverso,
encontra-se marca de "contraste do Porto, atribuível ao ensaidor
Manuel da Silva, usado c. 1853 e marca do ourives do Porto Antonio
José da Costa, segundo M.G.Vidal,
registrada por Manuel de Moura com o nº 108 em 1848.01.12. Conhecida
com o contraste P-40 de circa 1853,
segundo Inventário de Marcas de Pratas Portuguesas e
Brasileiras, Séc. XV a 1887, página 105, marca P-40 e
página 210, marca P-118A". furos para palitos sobre a
sombrinha e no entorno da parte superior da coluna de corpo
cilíndrico, sobre a qual se apoia a alegoria. O todo sobre quatro
pés de garras; 20,5 cm de altura total. |
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038 |
Santo
Antonio - Portugal, século XVIII. Imagem
de madeira com pátina escura e
vestígios de douração, representando o Santo de
pé, em sua tradicional iconografia de Franciscano, sobre base
facetada, com braço esquerdo flexionado, mão espalmada
sustentando O Menino sentado sobre livro; 29,5 cm de altura total, com
resplendor de prata de 4,5 cm. Faltando
parte do braço direito da Imagem e o braço esquerdo do Menino. |
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039 |
Naveta de Prata - Brasil,
Século XVIII / XIX. Naveta de prata brasileira
repuxada e cinzelada, no formato de nau. Proa avarandada ornada por animal
fantástico alado terminado em folha de acanto. Popa com tampa
escalonada e articulada. O todo sobre base campiniforme. Sem marcas aparentes
de identificação; 20 cm comprimento e 13,6 cm de altura total. |
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040 |
Décio Villares. Inspiração de Colombo. Óleo
sobre tela. 173,5 cm x 108 cm. Assinado e datado embaixo à esquerda:
Décio Villares / 1914. |
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041 |
Paliteiro
de prata portuguesa fundida, repuxada e cinzelada,
representando guerreiro segurando com as mãos escudo e lança,
sobre coluna com reservas ornadas com busto de casal; base quadrada e
movimentada de 10,5 cm de lados onde, em sua aba, encontra-se marca de garantia
aproximada da prata do toque de 0,833 usada na contrastaria de Lisboa, Javali
II, usada de 1887 a 1938, conforme Marcas de Contrastes e Ourives
Portugueses, por Manuel Gonçalves Vidal e Fernando Moitinho de
Almeida, volume II, página 14, marca nº 73; marca do ourives,
não identificado. No entorno da base da coluna, furos para palitos. O
todo sobre quatro pés em volutas; 28,5 cm de altura total. Portugal,
séc. XIX/XX. |
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042 |
Imperial
Ordem da Rosa - Brasil, século XIX. Placa
de Oficial da Ordem de prata com vermeil e esmaltes,
circundada por 18 rosas sobre estrela de seis pontas esmaltadas, tendo ao
centro placa circular raiada contendo monograma P.A. entrelaçados,
circundado por faixa esmaltada em azul com a legenda "Amor e Fidelidade;
6,2 cm de diâmetro. Faltando quatro rosas e alfinete do verso. |
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043 |
Mesa Manuelina - Portugal,
século XVIII/XIX. Mesa Manuelina lavrada em
jacarandá com decoração característica ao estilo
e época. Caixa retangular, ornada em seu
entorno por gomos, com quatro gavetas lineares, duas de cada lado; puxadores
em pingentes metálicos. Quatro pernas retilíneas e torcidas
unidas por três traves, sendo duas laterais e uma central, também
torcidas, 149 cm de comprimento, 130 cm de largura e 81 cm de altura total. |
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044 |
Par de Pratos Cia das Índias
– China, século XIX. Par de pratos fundos de porcelana Cia
das Índias. Aba delimitada por friso decorado com
folhas de parreira em azul e dourado, no centro da caldeira reserva oval com
monograma "F D C",
não identificado; 24,5 cm de diâmetro cada, dinastia Qing
Daoguang. Apresentam
restauro antigo na aba. |
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045 |
Santo
Inácio de Loyola - Brasil, século XVII. Imagem
Paulista de madeira policromada, representando o Santo,
fundador da Companhia de Jesus, de pé, segurando livro com a
mão esquerda, sobre base retangular de cantos chanfrados; 18 cm de
altura total. Está
ausente na Imagem, o braço direito. |
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046 |
Cadeirinha
de Prata - Brasil, século XVIII. Caldeirinha
para água benta e seu respectivo hissope, de prata
repuxada. Corpo bojudo e liso ornado com duas cruzes com raiados,
simétricas e opostas. Pescoço alongado, pegadores laterais no
formato de volutas sustentando alça articulada com seção
central de elementos circulares; base campanular. Sem marcas aparentes de
identificação; 36 cm de altura e hissope com 31 cm de
comprimento. |
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047 |
Conversadeira – Brasil,
século XIX. Conversadeira de madeira nobre
com três poltronas unidas pelo braço direito à coluna
central torneada com segmentos em bolacha, encimada por plano circular
protegido por mármore. Poltronas apresentam encosto recortado e
trabalhado em relevo sobre balaustrada larga, assento de palhinha 00, saia
com relevos, pernas recurvas e pés em sapata; 150 cm de diâmetro
e 90 cm de altura. Brasil, séc. XIX. Uma das poltronas apresenta ruptura
da palha do assento. |
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048 |
Nossa
Senhora da Conceição - Bahia, Brasil, século XIX. Imagem
de madeira policromada e dourada representando a Santa com rosto
pulcro, de pé, cabelos cobertos por véu, mãos postas e
belo manto movimentado e com drapeados; flutuando sobre nuvens com três
cabeças de anjos. Base em coluna com facetas; 52,5 cm de altura total,
com o resplendor de ouro com diamantes de 5,5 cm de altura. |
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049 |
Marquês de Quixeramobim - Prato
rechaud de porcelana Cia-das-Índias – China, século XIX, Dinastia Qing Daoguang. Aba dividida em seis cenas orientais
em policromia, no centro da caldeira "B" circundado por pequenas volutas ocre, antepostos dois
bicos curtos junto a borda, pertencente a Pedro
Dias Paes Leme; 27 cm de diâmetro e 4,5 cm de altura. Exemplar
do mesmo serviço reproduzido à página 311 do livro
"A Porcelana Chinesa ao Tempo do Império" por Nuno de
Castro. Título
de Barão em 1825, Visconde e Marquês em 1826, foi Gentil-Homem
da Câmara de D. Pedro I. |
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050 |
D. Pedro I - Capacete da Imperial
Guarda de Honra - Brasil, século XIX. Capacete da Imperial Guarda de
Honra Imperial. Metal dourado
em escamas encimado por serpe ou dragão adornado com crina de cavalo,
na frente PI entre ramos e fita com a legenda "Imperial Guarda
de Honra", interior com carneira completa, prendedores em escamas
articuladas. Laterais encimados por medalhão no formato de
cabeça de leão. Sem marcas aparentes de
identificação; 24,5 cm de comprimento, 16,5 cm de largura e 39
cm de altura total. Na restauração foram
encontrados, no forro interno, oito jornais perfeitos datados de 1828 que
acompanham, encadernados. A guarda de honra pertencia à
família Imperial e não ao exército e os capacetes foram
utilizados de 1822 a 1832. Esta ausente o penhacho frontal,
vermelho. |
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051 |
Santo
Antonio - Brasil, século XVII. Imagem
de madeira policromada e dourada representando o Santo em
sua iconografia tradicional; de pé, calçando sandálias,
segurando livro com a mão esquerda e à direita estendida para
sustentação de uma cruz, trajando túnica marron com rico
e delicado panejamento e relevados dourados. Base retangular de cantos
chanfrados; 66,5 cm de altura total, com o resplendor de prata de 6,5 cm de
altura. Está
ausente um dos atributos da Imagem, a cruz. |
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052 |
Porta-toalha
de Batismo - Brasil, século XIX. Porta-toalha
de batismo, de prata brasileira lavrada e
cinzelada apresentando haste em três segmentos, delimitados por
elementos anelares e com ornamentação floral, de onde pende
laço com argola, para sustentação da toalha de batismo;
49 cm de comprimento. |
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053 |
Porta-toalha
de Batismo - Brasil, século XIX. Porta-toalha
de batismo, de prata brasileira lavrada e
cinzelada apresentando haste cilíndrica com ornamentação
floral, de onde pende laço com argola, para sustentação
da toalha de batismo; 53 cm de comprimento. |
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054 |
Marquês de Quixeramobim
-Travessa oval de porcelana Cia-das-Índias – China,
século XIX. Dinastia
Qing Daoguang. Travessa
oval com seu respectivo escorredor. Aba dividida em seis cenas
orientais em policromia, no
centro da caldeira "B"
circundado por pequenas volutas ocre, escorredor oval com a mesma
decoração e monogramas antepostos, pertencente a Pedro Dias Paes Leme; 40,8 cm e 32,3
cm de comprimentos, 33,3 cm e 24,5 cm de larguras e 6 cm de altura,
respectivamente. Reproduzido
exemplar do mesmo serviço à pág. 311 do livro "A
Porcelana Chinesa ao Tempo do Império" por Nuno de Castro. Título
de Barão em 1825, Visconde e Marquês em 1826, foi Gentil-Homem
da Câmara de D. Pedro I. |
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055 |
Bandeira
de Procissão - Brasil, século XVIII. Bandeira
de procissão, ou bandeira votiva, de madeira
policromada e dourada. Formato ovalado retratando em suas faces cenas
bíblicas; em uma delas a Santíssima Trindade com a Virgem Maria
e, na outra, São Francisco e Santa Clara, centralizando e segurando
com as mãos Ostensório. Rica moldura circular dourada de 73 cm
de diâmetro, profusamente entalhada com folhas de acanto entre vazados,
encimada por coroa. O todo sustentado por vara revestida de tecido aveludado;
192 cm de altura total. |
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056 |
Mesa de Apresentação -
Brasil, século XVIII. Mesa de apresentação de
madeira nobre. Tampo retangular, com
ondulações nas bordas, sobre caixa com duas gavetas lineares de
um lado e simulacros do outro; espelho das chaves de osso e puxadores
metálicos. Quatro pernas recurvas com joelho salientes terminadas em
pés de sapatas, 108 cm de comprimento, 69 cm de largura e 91 cm de
altura total. |
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057 |
Nossa
Senhora da Conceição. Brasil, século XVIII Imagem
paulista de barro cozido e policromado apresentando a Santa
de pé, cabelos longos, mãos postas, manto com belos movimentos,
apoiada sobre nuvem e três cabeças de anjos; 25,5 cm de altura
total. Apresenta
pequena trinca na altura do pescoço. |
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058 |
Antônio Parreiras. Paisagem. Óleo
sobre madeira, 33 cm x 41 cm. Assinado e datado embaixo à direita: A.
Parreiras / 926. |
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059 |
Cristo
Ressurrecto - Brasil, século XVIII. Imagem
de madeira policromada, com vestígios de
douração, modelada na Imagem de Cristo em Ascensão.
Longos cabelos, rosto pulcro, longo e movimentado manto sobre os ombros,
usando sendal drapeado para cobrir sua nudez, de pé sobre nuvens
revoltas e espiraladas, terminadas sem volutas; 27,4 cm de altura total. Estão
ausentes na Imagem, três falanges. |
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060 |
Conde de Rio Pardo –Travessa
– China, século XIX. Dinastia Qing Daoguang. Travessa oval de porcelana
Cia-das-Índias com seu respectivo escorredor, aba
delimitada por friso amarelo com pequenos círculos entre filetes
azuis, delimitando a caldeira friso serrilhado dourado, no centro guirlanda
sobre monograma "TJPV"
entrelaçado em dourado desgastado, escorredor oval com a mesma
decoração e monogramas antepostos, pertencente a Tomaz Joaquim Pereira Valente; 40,5 cm
e 32,3 cm de comprimentos, r 33,3 cm e 25 cm de larguras e 6 cm de altura,
respectivamente. Exemplar
do mesmo serviço reproduzido à página. 312 do livro
"A Porcelana Chinesa ao Tempo do Império" por Nuno de
Castro. Título
de Barão em 1825 e de Conde em 1826, Militar de Portugal transferido
para o Brasil como coronel e ajudante de campo do Imperador D. Pedro I em
1822, ascendeu a Marechal de Campo sendo Presidente da Província de
Santa Catarina e Comandante do Exército na Província do Rio
Grande do Sul. |
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061 |
Esmoleira
de Prata - Portugal, Século XVIII. Esmoleira
de prata portuguesa repuxada, cinzelada e burilada
ornamentada com frisos de godrões, arabescos, folhas de acanto
estilizadas e elementos repetitivos. Sobre a borda revirada do plano circular,
assim como na parte lisa e inferior da base escalonada e campiniforme
encimada por haste em balaústre, marca de identificação
IM que, segundo Marcas de Contrastes e Ourives Portugueses, por Manuel
Gonçalves Vidal, volume I, pátina 44, nº 406, Marca de ourives
de Lisboa, dos fins do primeiro ao termo do terceiro quartéis do
século XVIII, 28 cm de diâmetro e 13,5 cm de altura total. |
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062 |
Par
de Anjos Lampadóforos - Brasil, século XVIII. Par
de anjos lampadóforos de madeira entalhada,
policromada e dourada. Corpo encarnado, asas ornadas com folhagem e vestes
com drapeados e arranjos florais; cabeças ligeiramente tombadas,
cabelos cacheados, uma das pernas flexionadas e braços estendidos, em
posição para sustentação de tocha; 100 cm e 113
cm de alturas totais, respectivamente. |
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063 |
Parreiras,
Antônio. República
Rio Grandense. Óleo sobre tela, 73,5 cm x 116,5 cm. Intitulado,
assinado, localizado e datado acima à direita: República Rio
Grandense / 2º conquista feita em Paris em 1914/ Parreiras/Paris 1914.
Embaixo à direita: Ao Dr. Borges de Medeiros / affectuosamente
(assinatura do artista). |
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064 |
São Vicente Ferrer - Portugal,
século XIX. Imagem
de madeira policromada e ricamente dourada, esculpida à maneira
naturalista. Trajes de dominicano com belo panejamento e acentuados
movimentos, de pé, segurando livro com a mão esquerda,
braço direito levantado, cabeça e olhar ligeiramente voltados
para cima, como se pregando estivesse. Base retangular com lados de duas
seções côncavas, cada; 48,5 cm de altura total. |
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065 |
Coroa
de prata repuxada e cinzelada baseada no original da coroação
de D. Pedro II, desenhada e executada por Carlos Marin - Brasil,
século XX. Base
circular com relevos, oito palmas em semiarcos perolados encimados por globus
cruciger; 40,5 cm de altura. Acompanha
suporte articulado de prata com haste trabalhada e vazada sustentando plano
circular; 52 cm de comprimento. |
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066 |
Coroa
de prata baseada no original da sagração de D. Pedro I -
Brasil, século XX Elíptica,
friso com apliques no bordo superior de escudos com as armas do
Império do Brasil, sobrepostas aos escudos folhas de acanto, oito
hastes largas na base e finas no ponto de junção, decoradas com
elementos fitomórficos, ao alto esfera armilar sob a cruz de cristo;
43,5 cm de altura. Acompanha
suporte articulado de prata com haste trabalhada e vazada sustentando plano
circular; 52 cm de comprimento. |
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067 |
Cabeça
de Anjo - Brasil, século XVIII. Cabeça
de anjo esculpida em madeira nobre à maneira naturalista,
apresentando delicadas maçãs do rosto, ligeiramente salientes e
arredondadas, lábios entreabertos, como se orando estivesse, cabelos
cacheados e harmonicamente movimentados, asas cruzadas sobre o peito
delicadamente ornadas com folhagens; 33 cm de comprimento e 37 cm de altura
total. A
presente escultura representa o mais puro Barroco Brasileiro, nos levando a
crer ter sido ela concebida por um grande mestre da época, sendo
merecedora de maiores e aprofundados estudos para atribui-la a um deles, como
aqueles que, com seus importantes e belíssimos adornos, enriqueceram
as igrejas da cidade do Rio de Janeiro. |
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068 |
Par
de Anjos - Brasil, século XVIII. Par
de anjos simétricos de madeira entalhada,
com vestígios de policromia. Ajoelhados, com asas parcialmente abertas
ornadas com folhagens. Longos mantos, com movimentos característicos
ao Barroco Brasileiro, rostos pulcros, cabelos ondeados, olhos fechados e
mãos postas, como se orando estivessem; 66 cm e 63,5 cm de larguras e
144 cm e 147 cm de alturas totais, respectivamente. |
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069 |
Cabeça
de Anjo - Brasil, século XVIII. Cabeça
de anjo esculpida em madeira nobre à maneira naturalista,
apresentando delicadas maçãs do rosto, ligeiramente salientes e
arredondadas, lábios entreabertos, como se orando estivesse, cabelos
cacheados e harmonicamente movimentados; 30 cm de altura total. A
presente escultura representa o mais puro Barroco Brasileiro, nos levando a
crer ter sido ela concebida por um grande mestre da época, sendo
merecedora de maiores e aprofundados estudos para atribui-la a um deles, como
aqueles que, com seus importantes e belíssimos adornos, enriqueceram
as igrejas da cidade do Rio de Janeiro. |
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070 |
Cabeça
de Cristo - Brasil, século XVIII. Imagem
de madeira policromada, de roca ou de vestir,
representando cabeça de Cristo sem cabelo, olhos de vidro, barba
longa, pontos e linhas vermelhas, como se feridas e sangue fossem. Base
quadrada de 20 cm de lados; 41 cm de altura total. |
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071 |
Bacia
- Brasil, século XVIII. Bacia
para lavar os sanguinhos, de prata brasileira, repuxada e cinzelada.
Formato circular com interior côncavo e aba revirada ornados com folhas
de acanto, estilizadas e cinzeladas, centralizando Pelicano
Eucarístico; 39 cm de diâmetro e 12,5 cm de altura total. Apresenta,
no centro de seu de seu reverso, vestígio de marca de
identificação. Peça
para mesmo uso encontra-se reproduzida à página 84 do livro
Ofício da Prata no Brasil, por Humberto M. Franceschi |
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072 |
Mesa de apresentação estilo
D, José I de madeira nobre, tampo retangular com bordas
onduladas, saias frontais e laterais recortadas decoradas com volutas e
folhas de acanto em alto relevo, pernas recurvas com joelho trabalhado,
pés de garra e bola. 141 cm de comprimento por 84,5 cm de largura por
78,5 cm de altura total. Brasil, sec. XVIII. |
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073 |
Sé
da Bahia, Duas Talhas - Brasil, Século XVIII. Duas
talhas de madeira lavrada e ornada com ramagens
floridas, em volutas. Apresentam douração à folha de
ouro e vestígios de policromia; 211 cm de comprimento e 74 cm de
altura, cada. Pertenceram
a antiga Sé da Bahia, demolida em 09 de agosto de 1933. |
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074 |
Facchinetti, Nicolau Antonio. Paisagem Rural com Serra dos
Órgãos ao Fundo . Óleo sobre cartão,
10,5 cm x 15,5 cm, Assinado embaixo à direita: Facchinetti. A iconografia da Serra dos
Órgãos, como a obra ora apresentada, foi retratada em diversos
outros quadros de Facchinetti, em especial O Dedo de Deus e o Dedo de Nossa
Senhora, que fazem parte do «Big Four», juntamente com
Escalavrado e Cabeça de Peixe, uma escarpa de quatro picos da Serra,
localizada entre Guapimirim e Teresópolis. |
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075 |
Mestre Valentim - Atribuição.
Divino Pai Eterno - Brasil, século XVIII. Divino Pai Eterno. Imagem de madeira
entalhada e policromada representando-O, em meio corpo, com esfera mundi sob
o braço esquerdo. Fartos cabelos e longa barba, movimentados e
ligeiramente encaracolados. Olhar misericordioso, lábios bem definidos
e entreabertos deixando parte dos dentes aparentes e braços abertos,
como se estivesse pronunciando contundente chamado a cada um de nós,
pedindo que O escutemos e O sigamos. Túnica acinzentada e
belíssimo manto vermelho encarnado com delicados e movimentados
drapeados, ornados em dourado com ramagens, flores e folhas; 125 cm de
largura e 114 cm de altura total, com o belíssimo resplendor de prata,
ornado com pedras coloridas. Adquirido há muitos anos
atrás em público leilão realizado em São Paulo
tendo sido, na ocasião, reproduzido no convite para
divulgação do evento, onde consta ter pertencido a Igreja
São Pedro dos Clérigos no Rio de Janeiro, demolida para
construção da Avenida Presidente Vargas, em 194. Divino Pai Eterno é um
título, uma "maneira de chamar" a Primeira Pessoa da
Santíssima Trindade, Deus Pai, revelado por Jesus Cristo. Com efeito,
antes da vinda de Jesus a este mundo, o Criador, Deus, era adorado mais como
"Senhor" do que como "Pai". Pensava-se ser uma ousadia
chamar a Deus de "Pai". Foi Jesus, o Filho, a Segunda Pessoa da
Santíssima Trindade, quem revelou ao mundo esta verdade radicalmente
transformadora: Deus é Pai! E um Pai que ama seus filhos! O significado do Divino Pai Eterno O
nome "Divino Pai Eterno" contém três títulos
que expressam três verdades sobre Deus. Primeira
verdade: Ele é "Divino", quer dizer que Ele é Deus,
é sobrenatural, sublime, perfeito, encantador, bonito, maravilhoso. Segunda
verdade: Ele é Pai. Pai é quem dá vida, é quem gera
filhos, é quem cria filhos, é quem ama os filhos, é quem
se dedica aos filhos, é quem conhece os filhos e quer que os filhos
sejam felizes, realizados. Deus é Pai! Terceira
verdade: Ele é Eterno, quer dizer: não tem princípio nem
fim, Ele é para sempre. Sempre foi e sempre será. E Ele, no seu
amor, nos chama à eternidade quando nos dá a vida. Somos filhos
do Divino Pai Eterno. Fonte:
Arquidiocese de São Paulo / Paróquias |
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076 |
Santo
Antônio. Brasil, século XIX. Imagem
de madeira esculpida e policromada,
representado o Santo de pé, bom panejamento, pés nus, sobre
base retangular de cantos chanfrados, segurando livro com a mão
esquerda; 30 cm de altura total, com resplendor de prata de 3,7 cm de altura. Estão
ausentes os atributos desta iconografia, o Menino Jesus. Faltando parte do
braço direito, assim como apresenta perdas de policromia. |
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077 |
Naveta de Prata - Portugal,
Século XVIII. Naveta de prata portuguesa,
repuxada, cinzelada e burilada, modelada no formato de lamparina e decorada
no seu todo com folhas de acanto, volutas, arabescos e elementos da rocalha
e, na ponta inferior de seu corpo, anjo estilizado. Próximo ao puxador
da tampa em voluta evidência de restauro antigo, com solda de pequena
chapa de cobre no reverso, assim como, também, vestígio de
antigo restauro junto à dobradiça e marcas do tempo e uso.
Sobre a tampa e sobre a faixa lisa da base campanular, marcas de identificação,
prejudicadas para leitura; 20,5 cm de comprimento e 14,5 cm de altura total. |
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078 |
Senhor
Bom Jesus da Cana Verde - Brasil, século XVIII. Expressiva
Imagem de madeira encarnada e policromada apresentando Cristo
flagelado, com braços amarrados, cabelos longos, barba bifurcada
no queixo, perizônio claro com acentuados plissados, de pé sobre
base retangular de cantos chanfrados; 30 cm de altura total. Está
ausente um atributo da Imagem, a cana verde. |
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079 |
Salva
de Prata - Inglaterra, metade século XX. Salva
de prata inglesa com borda movimentada ornada com
perolados, elementos conchoides e repetitivos, centralizando aba e plano liso
onde, em seu reverso, encontram-se marcas de identificação: da
cidade de Sheffield, letra data para os anos de 1959-60, conforme Poinçons
D'Argent; por Tardy, à página 251; ourives não
identificado. Três pés espiralados; 20 cm de diâmetro. |
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080 |
Altar de Madeira - Brasil,
Século XVIII. Retábulo em madeira entalhada,
construído em arco, decorado com gregas, curvas e contra-curvas e,
arrematado ao centro por anjo adorador. A base do arco propicia
sustentação do todo por duas colunas caneladas, colocadas na
parte interna e, na parte externa, em prolongamento lateral, duas vigorosas
colunas salomônicas, decoradas, a cada intersecção dos
fumos, por florões barrocos, que se repetem como tema predominante nos
capitéis. Ao
centro, o Sacrário, cuja porta representa o Santíssimo, ladeado
por outros elementos simbólicos em profusa talha barroca que vem a ser
acrescida de sobrecéu constituído por volutas circulares que se
tocam e se sobrepõem em gracioso movimento como que a simular nuvens
no firmamento. À frente a mesa de
celebração de formato usual, apresenta talha frontal do "Agnus
Dei", em relevo e emoldurado por cartela de configuração
regular e simétrica conforme a norma estética da primeira
metade do século XVIII; 255 cm de comprimento, 120 cm de largura e 463
cm de altura total. |
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081 |
Par
de Candelabros - Brasil, século XIX. Par
de candelabros para três velas, reversível em castiçal,
de prata brasileira repuxada e burilada, ornados no seu todo com flores entre
volutas, folhas de acanto e elementos repetitivos. Sobre a aba lisa e
movimentada da base sobre quatro pés de garras, marca de ensaiador, P
coroado, não identificado, guardando muita similaridade com a
estampada na página 349, BR-27B, por Fernando Moitinho de Almeida,
em Inventário de Marcas de Pratas Portuguesas e brasileiras
Século XV a 1887, indicando pseudo contrate do Porto, usado no Brasil
na segunda metade do século XIX. Apresentando discrepância
nos contornos das marcas. Haste segmentada em balaústres, terminada em
bobeche de aba revirada; 42 cm de altura total. |
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082 |
São
Bento - Portugal, século XVIII. Imagem
de madeira policromada e dourada, esculpida à maneira
naturalista, representando o Santo de pé, trajando hábito com
largas mangas e túnica com capuz, pretos, simbolizando a Ordem dos
Beneditinos, por ele fundada. Barba longa, ligeiramente cabisbaixo como se
lendo o livro que segura com a mão esquerda estivesse e que simboliza
a regra de vida que ele, inspirado por Deus, criou para que os monges de sua
Ordem seguissem. Braço direito esticado com a mão em
posição para sustentar cajado, referência ao santo como
pai e pastor; 135,5 cm de altura de total, com o belíssimo resplendor
de prata de 20,5 cm de altura. Esta
ausente nesta iconografia, o báculo. |
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083 |
Salva
- Inglaterra, Século XX. Salva
de prata inglesa com plano liso centralizado por aba
escalonada, que segue os mesmos movimentos da borda recortada. No reverso do
plano marcas de identificação da cidade de Londres e letra data
para o ano de 1934, segundo Poinços D'Argent, por Tardy, à
página 250; 21 cm de diâmetro. |
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084 |
São
Miguel Arcanjo - Brasil, século XVII. Escultura
de barro queimado e policromado representando o Santo
em sua iconografia tradicional. De pé sobre nuvens, com asas, cabelos
longos, trajes convencionais, braços ligeiramente flexionados acima da
cintura e mãos em posição de sustentar balança e
lança; 50 cm de altura total. Estão
ausentes nesta iconografia, a balança com seu prato e a lança
com estandarte. |
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085 |
Imperial
Ordem da Rosa - Placa de Oficial da Ordem de prata vermeil e esmaltes,
circundada por 18 rosas sobre estrela de seis pontas esmaltadas, tendo ao
centro placa circular raiada contendo monograma P.A. entrelaçados, circundado por faixa esmaltada em azul
com a legenda "Amor e Fidelidade, no reverso alfinete na vertical; 6 cm
de diâmetro. Brasil, séc. XIX. Apresenta
restauro de três rosas e pequena perda no esmalte. |
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086 |
Par
de Candelabros - Portugal, século XX. Par
de candelabros para cinco velas de prata portuguesa,
fundida e burilada, profusamente ornado por volutas, folhagem, elementos
conchoides, godrons e fundo texturizado. Base circular almofadada e de
contornos irregulares, sobre quatro pés, encimada por coluna de duas
seções, uma fusa e outra em balaústre terminada em
bobeche com seu respectivo suporte para vela, assim como os quatro
braços em volutas. Na aba lisa da base marcas de
identificação: Marca de garantia da prata do toque 0,833
usada na contrastaria do Porto desde 1938, conforme Marcas de Contrastes
Portugueses, volume II, página 12, marcas 49 e precedente; 33 cm
de altura total. |
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087 |
São
José, de Barro - Brasil, Século XVII. São
José. Importante Imagem de presépio, de barro
branco cozido, esculpido à maneira naturalista, representando o Santo
de pé, trajando túnica delicadamente franzida destacando o
pescoço, cabelos longos e barba, cabisbaixo com olhar demonstrando
adoração, braços direito flexionado com mão sobre
o abdome e braço esquerdo ligeiramente dobrado segurando curva de
longo manto, com delicados movimentos; 58 cm de altura total. Esta
Imagem, ora oferecida aos diversos colecionadores, por sua beleza, riqueza de
detalhes, movimento de panejamento, expressão facial e harmonia,
merece estudos mais aprofundados pelos experts em imaginaria brasileira
podendo, inclusive, se for o caso, vir a ser atribuída a um grande
mestre. |
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088 |
Par de Peanhas. Brasil, século
XVIII. Par
de robustas e belas peanhas de madeira entalhada e dourada ornadas com
elementos conchoides, folhagens em volutas e flores; 50 cm de altura e 30 cm
de largura. Platô de 30 cm de comprimento e 25,5 cm de largura. Em
função do tempo e uso apresentam algumas perdas, assim como
pequena diferença no remate das bases, sem comprometer a harmonia e
beleza do conjunto. |
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089 |
Ordem da Rosa, do Cruzeiro, de Cristo
e de Santiago – Brasil, século XIX. 2 Peças Trancelim de ouro com quatro fios
torcidos carregando três miniaturas das Imperiais Ordens da Rosa, de
Cristo e de Santiago encimadas pela coroa Imperial em
ouro em seus respectivos esmaltes, trancelim medindo respectivamente 1,8 cm x
1 cm, 2 cm x 1,2 cm e 1,7cm x 1 cm.
Conjunto de duas insígnias das
Imperiais Ordem da Rosa e Ordem do Cruzeiro: Imperial Ordem da Rosa
- Insígnia de ouro e esmaltes grau Comendador. Corpo no formato
de estrela de seis pontas maçanetadas, assentada sobre guirlanda com
dezoito rosas folheadas, no centro medalhão o monograma " A.P. ", entrelaçado circundado pela
legenda "Amor e Fidelidade"
no reverso a data 2-8-1828,
encimada por coroa de ouro articulada e argola; 3,4 cm de comprimento e 2,2
cm de largura. Imperial Ordem do Cruzeiro
- Brasil, século XIX. Insígnia de ouro e esmaltes grau
Comendador. Corpo no formato de estrela
bifurcada de dez pontas maçanetadas, no centro, medalhão em
esmalte azul celeste contendo cruz latina formada por 19 estrelas e
circundada pela legenda "Benemeritum
Praemium", encimada por coroa articulada e argola, 3 cm de
comprimento e 1,9 cm de largura. |
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090 |
Atril - Brasil, século XIX. Atril de prata brasileira
repuxada e cinzelada, com alma de madeira. Formato retangular, de lados
recortados, com borda ornada com elementos florais relevados, tendo ao centro
insígnia AM, de Ave Maria, centralizada por ramos de
café e de tabaco, separados abaixo por laçarote e encimado por
coroa Imperial de D. Pedro II. Embaixo, à direita, reserva delimitada
por guirlanda florida com inscrição incisada: Meza Regedora
de 1862; 30 cm de largura e 41 cm de altura total. |
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091 |
Heitor dos Prazeres. Tintureiro. Óleo
sobre tela, 38,5 cm x 47 cm. Localizado, datado e assinado embaixo à
direita: Rio 21-4-64/ Heitor dos Prazeres. |
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092 |
Dois
Pratos – China, século XVIII. Período Qianlong. Conde de Lumiares.
Prato raso de porcelana Cia-das-Índias, aba tendo borda
ondulada com espinhos, friso decorado com guirlanda em policromia entre
cerraduras, na caldeira reserva com cena do cotidiano e figuras em
policromia, pertencente a Manuel da
Cunha Menezes (1742 - 1791); 23 cm de diâmetro. Exerceu elevados cargos no Brasil como
Capitão General e governador das Províncias de Pernambuco e
Bahia. Exemplar
do mesmo serviço reproduzido à página 365 d0 livro
"O Brasil e a Cerâmica Antiga", por Eldino Brancante. Prato fundo de porcelana Cia-das-Índias
família rosa, decorado com motivos florais em
policromia; 23 cm de diâmetro. |
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093 |
Par
de Candelabros - Brasil, século XIX / XX. Par
de candelabros, para cinco velas, de prata brasileira
repuxada, cinzelada e burilada, profusamente decorado com elementos
característicos ao estilo D. João V, volutas centralizando
flores e concheados e folhas de acanto. Haste segmentada em
balaústres, sustentando em seu topo quatro braços recurvos com
suas respectivas açucenas e receptáculos para velas, com mesma
terminação dos braços. Base almofadada e recortada,
seguindo o mesmo padrão de decoração das demais partes
do conjunto, sobre quatro pés com vazados delimitando volutas. Sem
marcas aparentes de identificação; 63 cm de altura total. |
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094 |
Santo
Ignácio de Loyola - São Paulo, Brasil, séc. XVII. Imagem
de madeira, entalhada e policromada,
representando o Santo de pé, com mão direita apoiada sobre
livro sustentado com a mão esquerda. Perfis retos e hábito
longo. O todo sobre base ovalada; 71 cm de altura total. |
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095 |
Cristo
Crucificado - Brasil, século XVIII. Grande
Imagem de madeira policromada representado Cristo
crucificado com corpo encarnado, cabelos longos, cabeça tombada para a
direita, olhos de vidro, barba bifurcada na altura do queixo, perizônio
com drapeados e movimentado, pontos e linhas vermelhas sobre o corpo, como se
feridas e sangue fossem; 64 cm de altura total. Estão ausentes
elementos da iconografia, a cruz e os pregos. |
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096 |
São
Rafael Arcanjo - Hispano-americano, Século XIX. Imagem
de São Rafael Arcanjo de madeira policromada e dourada,
esculpida à maneira naturalista, representando-O com asas, cabelos
longos, trajando túnica curta com mangas largas e movimentadas,
calçado com sandália e de pé sobre rochedo.
Cabeça, olhar e braços em posição de oração;
93,5 cm de altura total. |
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097 |
Ordem de Santiago da Espada -
Portugal, século XIX. Colar de Grã-Cruz de Cavaleiro
de prata esmaltada formado, alternadamente, de coroas
de louros de esmalte verde perfiladas e frutadas e a Cruz da Ordem. Pendente
a cruz em esmalte vermelho e encadeado por coroa de louros em verde, 73,7 cm
de comprimento. |
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098 |
Naveta de Prata - Brasil,
Século XIX. Naveta de prata brasileira
lisa, repuxada e burilada, modelada no formato de pássaro estilizado.
Corpo oblongo, dorso liso com parte articulada, pescoço alongado e
rabo em godrons. O todo sobre coluna cilíndrica com base almofadada e
oviforme; 34,3 cm de comprimento e 15 cm de altura total. |
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099 |
Salva
de Prata - Inglaterra, início século XX. Salva
de prata inglesa com borda movimentada centralizando
aba e plano liso. No centro do plano figura de cachorro e, em seu reverso,
marcas de identificação: da cidade de Birrmingham e letra data
para os anos de 1926-26, conforme Poinçon
D'Argent, por Tardy, à página 25; ourives não
identificado. Três pés semiesféricos; 25 cm de
diâmetro. |
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100 |
Resplendor
de Ouro - Brasil, século XIX / XX. Três
resplendores de ouro, fundido e repuxado, com faixa
semicircular ornada em relevos de onde saem raios difusos; 5,2 cm, 5 cm e 3
cm de comprimentos e 4,7 cm, 5 cm e 2,7 cm de alturas, respectivamente. |
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101 |
Pia Batismal - Brasil, Século
XIX. Pia batismal de madeira nobre,
com vestígios de pátina, lavrada em gomos longitudinais. Tampa
semicircular, com puxador em bilro, encerrando bacia, de mesmo formato e
decoração, que se encaixa à coluna em balaústre,
terminada em base com faixas lisas, escalonadas; 59,5 cm de diâmetro e
115 cm de altura total. |
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102 |
Incensário de Prata - Brasil,
Século XIX. Incensário de prata brasileira
repuxada, burilada e cinzelada, modelado em gomos e ornado com folhagens e
partes do fundo texturizadas. Tampa articulada com furos, próximos do
puxador no formato de ave. Fuste no formato do Espírito Santo sobre
pequena haste em balaústre e base campanular, de 11,3 cm de
diâmetro; 31,5 cm de altura total. |
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103 |
Nossa
Senhora do Rosário - Brasil, século XVIII. Imagem
de madeira esculpida e policromada, com vestígios de
douração, representando Nossa Senhora com cabelo
parcialmente caindo sobre os ombros e coberto por véu. Bom e
movimentado panejamento, braço direito flexionado com a mão em
posição para sustentação de rosário e o
esquerdo com mão espalmada sob manto para apoio do Menino Jesus,
sentado. Flutuando sobre nuvens com quatro cabeças de anjos e base
retangular escalonada; 50 cm de altura total, com a coroa de prata de 5 cm de
altura. Estão ausentes os atributos
desta iconografia, O Menino Jesus e o rosário. Apresenta pequenas perdas na
policromia. |
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104 |
Paliteiro
de Prata - Portugal, séc. XIX. Paliteiro
de prata portuguesa fundida, repuxada e cinzelada,
modelado em chafariz com dois pássaros pousados na borda de sua bacia
e outro sobre a esfera em sua parte superior. Base com 8,3 cm de lados onde
são encontradas marcas de identificação da prata do
Porto, parcialmente legíveis, e "Marca do ourives do Porto João Martins Duarte, registrada em
1849 por Vicente Manuel de Moura", conforme "Marcas de Contrastes e Ourives
Portugueses, por Manuel Gonçalves Vidal e Fernando Moitinho de
Almeida, volume I, página 141, marca nº 1367". Sobre a
esfera e borda da bacia, furos para palitos; 19 cm de altura total. |
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105 |
Poltrona Estilo D. José I -
Brasil, século XIX. Poltrona de jacarandá estilo
D. José I. Espaldar alto entalhado com volutas,
encosto com tabelas recurvas até o assento, braços retos e
estofados terminando em voluta com suporte recurvo e trabalhado, assento
trapezoidal estofado, cantos em ângulo, barra frontal ondulada, recortada
e entalhada, joelhos realçados por volutas centralizando folhas de
acanto, assim como seus pés anteriores; 138,5 cm de altura do
espaldar. |
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106 |
Naveta de prata - Brasil,
Século XIX. Naveta de prata brasileira
repuxada e cinzelada, modelada à maneira naturalista no formato de
pássaro, com cabeça articulada, assentado sobre globo que
encima base circular e almofadada onde, em seu plano, encontram-se marcas de
identificação da prata 10 dinheiros, do Rio de Janeiro e do
ourives Francisco José da Cruz, citado entre 1837-1859, segundo
Inventário de Marcas de Pratas Portuguesas e Brasileiras, por Fernando
Moitinho de Almeida, página 370, marca 101; 30 cm de comprimento e
30 cm de altura. |
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107 |
Par de poltronas estilo Louis
Philippe – Brasil, século XX. Encosto e assento estofados com
tecido claro, ao alto frontão lavrado com flores e folhas,
braços e pernas recurvas e pés de cachimbo; 104 cm de altura
total. |
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108 |
Resplendor
- Europa, século XIX / XX. Resplendor
esférico de prata, com vazados, ornado com rosas,
volutas, ramos de trigo e reserva central lisa encimada pela pomba do divino
relevada e marca 800; 28,7 cm de diâmetro. |
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109 |
Castiçal
de Prata - Brasil, século XIX/XX. Par
de castiçais de parede, de prata repuxada e cinzelada, em
duas seções. Pequena floreira com varanda de contornos
irregulares tendo, internamente e em seu centro, receptáculo para
vela, estando apoiada em suporte de madeira, revestido de veludo carmim, ornado
em sua parte superior com placa no formato de ânfora circundada por
ramagens floridas e guirlandas. |
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110 |
Castiçal
de Prata - Brasil, século XIX/XX. Par
de castiçais de parede, de prata repuxada e cinzelada, em
duas seções. Pequena floreira com varanda de contornos
irregulares tendo, internamente e em seu centro, receptáculo para
vela, estando apoiada em suporte de madeira, revestido de veludo carmim,
ornado em sua parte superior com placa no formato de ânfora circundada
por ramagens floridas e guirlandas. |
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111 |
Berna,
José ou Giuseppe - Grande e imponente brasão Imperial
Cetro e a Mão da justiça em mármore estatuário
premiado na Exposição de 1862, apresenta esfera armilar
circundado por 19 estrela sobre o Cetro com a Serpe e a mão da
justiça, manto e encimado pela coroa Imperial, na parte inferior placa
"G. Berna 1862 ", 133 cm x 123 cm. Brasil, séc. XIX. Esculpida
no Rio de Janeiro, adornava o Paço da Cidade, com a queda da monarquia
foi alvo de vandalismo pelos republicanos tendo sido protegida pela guarda
imperial, mesmo assim teve dois dedos e a parte final da haste mutiladas.
Adquirida em leilão público no Rio de Janeiro em 1977.
Apresenta restauro das partes atingidas. Acompanha documentação
sobre a peça, o escultor e o exemplar do catálogo do
Leilão de aquisição, além de fotografia e artigos
de jornais da época. |
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112 |
Naveta de prata - Brasil,
Século XIX. Naveta de prata brasileira,
repuxada, cinzelada e burilada, modelada no formato de nau com cabeça
de pássaro na proa. Parte superior em três seções
ornadas com flores e volutas, sendo as das extremidades elevadas e
avarandadas, uma articulada. Haste circular em balaústre e base oviforme.
Sem marcas de identificação aparentes; 24 cm de comprimento e
19,5 cm de altura total. |
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113 |
Talha
- Brasil, século XVIII. Importante
talha oviforme de madeira entalhada, com vestígios de policromia. Parte
central ornada com ostensório ladeado por volutas, cacho de uvas e
espiga de trigo, com suas respectivas ramagens. O todo circundado por
espiralados, como se nuvens fossem e, externamente por raios, tardios e
difusos, também de madeira. Medidas, internas e externas: 73,5 cm e
189,5 cm de larguras e 112 cm e 165 cm de alturas totais, respectivamente. |
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114 |
Dois
pratos - China, séc. XVIII. Ambos
fundos de porcelana Cia-das-Índias,
padrão Macau. Formato circular, fundo branco, decorado com paisagem
lacustre, pagode e casario em azul índico, sob vidrado. Borda decorada
com elementos repetitivos.; 22,5 cm e 22,1 cm de diâmetros,
respectivamente. Tonalidades
do azul ligeiramente diferentes e, um deles, apresenta três pequenos
"fios de cabelos". |
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115 |
Zorlini, Ottone. Paisagem Lacustre. Óleo
sobre madeira, 30 cm x 39,5 cm. Assinado embaixo à direita: O.
Zorlini. No reverso: Exposição Sociarte / Os Pintores
Italianos no Brasil/ Museu de Arte Moderna/ data: 28 e abril a 16 de maio de
1982 e textos ilegíveis. |
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116 |
Atril
- Brasil, século XIX/XX. Atril
de metal prateado. Formato retangular, plano liso com
rebordo em sua parte inferior, ornado com círculos vazados em seus
ângulos centralizando cruz de Fleuri incisada, sobre fundo texturizado.
No reverso suporte semicircular e basculante que se apoia entre dentes de
dois segmentos paralelos, para regulagem de altura. O todo sobre quatro
pés torneados. Sem marcas de identificação aparentes;
31,5 cm de comprimento e 26 cm de largura. |
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117 |
São
Manuel - Brasil, século XVIII. Imagem mineira de madeira policromada
representado o Santo de pé sobre base facetada.
Longos cabelos, mãos postas, usando sendal para cobrir sua nudez; 29,8
cm de altura total, com resplendor de prata de 3,9 cm de altura. |
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118 |
Prato
réchaud e saleiro - China, séc. XVIII. Ambos
de porcelana Cia-das-Índias, padrão Macau. Réchaud
de formato octogonal, fundo branco, decorado com paisagem lacustre, pagode e
casario em azul índico, sob vidrado. Borda decorada com elementos
repetitivos. Duas pegas simétricas e opostas, sendo a da esquerda para
inserção de água. Saleiro também octogonal
decorado com casario e paisagem campestre; 27 cm e 9 cm de comprimentos, 23,5
cm e 7 cm de larguras e 4 cm e 3,3 cm de alturas, respectivamente. |
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119 |
Floreira,
Cisne - Portugal, século XX. Floreira
de metal prateado fundido, repuxado e cinzelado,
modeladas à maneira naturalista em forma de cisne. Asas emplumadas
guarnecendo lateralmente cuba oviforme, para colocação de
flores. Olhos em contas. Sem marcas aparentes de identificação;
43 cm de comprimento, 22 cm de largura e 30,5 cm de altura total. |
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119-A |
Floreira,
Cisne - Portugal, século XX. Floreira de metal prateado
fundido, repuxado e cinzelado, modeladas à maneira naturalista em
forma de cisne. Asas emplumadas guarnecendo lateralmente cuba oviforme, para
colocação de flores. Olhos em contas. Sem marcas aparentes de
identificação; 43 cm de comprimento, 22 cm de largura e 30,5 cm
de altura total. |
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120 |
Henri
Desire Grisard - França, Século XX. Cry
of Victory. Escultura Art Déco de bronze
patinado, modelada à maneira naturalista, representando Jovem com
tórax desnudo, braços levantados e abertos, segurando com uma
mão estandarte e com a outra espada, de pé sobre rocha. No
lado, à direita da rocha, vestígios de assinatura; 85 cm de
altura total. Estão
ausentes o cabo e o guarda mão da espada. Reproduzida à
página 167 do livro Art Deco and Other Figures, por Bryan Catley. |
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121 |
Dois
pratos - China, séc. XVIII. Um
fundo e outro raso de porcelana Cia-das-Índias, padrão Macau.
Formato circular, fundo branco, decorado com paisagem lacustre, pagode e
casario em azul índico, sob vidrado. Borda decorada com elementos
repetitivos; 22,5 cm de diâmetros, cada. |
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122 |
Luminária
de teto de vidro lapidado, corpo bojudo
decorado com ramos e P II sob coroa Imperial, guarnições de
metal decoradas em relevo; corpo com 40 cm e 60 cm de altura total. Brasil,
séc. XX. |
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123 |
Alexandre
Falguière - França, século XIX. Grupo
escultórico de bronze, modelado à maneira
naturalista, representando jovem nua sobre pedras escalonadas e ladeada por
pavão, encimando base oviforme. Na parte posterior da pedra selo de
fundição, Thiebault Freres / Fondeur / Paris e, à
esquerda, assinatura A. Falguière; 53 cm de altura total. Reproduzida
à página 14 em Art Deco and Other Figures, por Bryan Catley. |
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124 |
Travessa
- China, séc. XVIII. Porcelana
Cia-das-Índias, padrão Macau. Formato
retangular de cantos chanfrados, fundo branco, decorado com paisagem
lacustre, pagode e casario em azul índico, sob vidrado. Borda decorada
com elementos repetitivos.; 32 cm de comprimento e 24,3 cm de largura. |
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125 |
Emile Gallé - França,
séc. XIX / XX. Solifleur de vidro doublé com
decoração em ramagem verde e vermelha em degradê, sobre
fundo fosqueado. Corpo bojudo e achatado encimado por pescoço
cilíndrico e longitudinal onde, em sua base, encontra-se assinatura, Gallé;
34,3 cm de altura total. |
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126 |
Dois
Pratos Cia-das-Índias – China, século XVIII Conde de Galveias - Prato de
porcelana Cia das Índias, aba delimitada por friso ocre com grega em
dourado, seis ramos de flores em policromia, no centro brasão de armas
em suas cores heráldicas sob coroa de Conde, pertencente a Andre
de Mello e Castro; 24 cm de diâmetro. Apresenta
restauro antigo na borda. Foi
Vice-Rei do Brasil de 1735 a 1749. Exemplar do mesmo serviço
reproduzido à página 121 do livro "Louça da
Aristocracia do Brasil" por Jenny Dreyfus. Prato de porcelana
Cia-das-Índias oitavado, aba delimitada por filete dourado e friso em
corda azul, no centro da caldeira reserva oval com monograma "J B A" entrelaçado 24,7 cm
de largura. |
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127 |
Oswald de Andrade Filho. Figuras Femininas. Aquarela,
20 cm x 100 cm. Sem assinatura. Pintor,
desenhista, cenógrafo, escritor, jornalista, músico e
professor. José Oswald Antônio de Andrade Filho (1914:
São Paulo, SP - 1972: Guarujá, SP). Possuidor
de boa técnica, objetivou criar uma arte "de raízes
brasileiras". Filho de Oswald de Andrade, conviveu com a pintora Tarsila
do Amaral, casada com seu pai. Foi conhecido como "Nonê de
Andrade". Fonte:
https://www.guiadasartes.com.br/oswald-de-andrade-filho/obras-e-biografia. |
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128 |
Nossa
Senhora da Apresentação - Brasil,
século XVIII. Imagem
de madeira lavrada e policromada; apresenta-se
de pé, bom panejamento, cabelos cobertos, manto longo, perna direita
ligeiramente flexionada apoiada sobre base recortada, braço esquerdo
dobrado com a mão espalmada sob o manto, para sustentação
do Menino; 21,8 cm de altura total.
Estão ausentes, o braço
direito da Imagem e O Menino. |
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129 |
Travessa
- China, séc. XVIII. Porcelana
Cia-das-Índias, padrão Macau. Formato
retangular de cantos chanfrados, fundo branco, decorado com paisagem
lacustre, pagode e casario em azul índico, sob vidrado. Borda decorada
com elementos repetitivos; 35,5 cm de comprimento e 28 cm de largura. |
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130 |
Clodomiro Amazonas. Paisagem com Ipês Amarelos. Óleo
sobre tela, 38,5 cm x 46,2 cm. Assinado e datado embaixo à
esquerda: C. Amazonas/ 1927. |
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131 |
Aparelho
de Jantar de Porcelana - França, século XX. Aparelho
de jantar de porcelana branca de Limoges composto de 105
peças, ornadas nas bordas com faixa azul celeste centralizada por
frisos dourados. Puxadores das tampas e pegas das peças de
serviço, também dourados. Peças: 40
pratos rasos, 12 pratos fundos e 35 pratos de sobremesa, todos redondos, 24,8
cm, 24,5 cm e 21,8 cm de diâmetros, respectivamente; 1 bol circular de
25,5 cm e 10 cm de altura; 3 travessas redondas, 2 rasas e 1 funda, de 29 cm,
cada; 1 prato redondo de arroz de 32 cm; 2 molheiras com présentoir
fixo, 25 cm de comprimento e 15 cm de largura, cada; 1 terrina oval com
tampa, 33,5 cm de comprimento, 16,5 cm de largura e 15 cm de altura; 1
sopeira oval com tampa, 35,5 cm de comprimento, 22 cm de largura e 19 cm de
altura total; 6 travessas ovais, variando de 27,7 cm de comprimento e 12,8 cm
de largura a 35,5 cm de comprimento e 23 cm de largura, sendo uma com lascado
na borda; 3 fruteiras redondas, variando de 23 cm e 6 cm de altura a 25 cm e
13,5 cm de altura; 3 fruteira redondas variando de 23 cm e 6 cm de altura a
25 cm e 13,5 cm de alturas. No reverso das peças marcas de
identificação do fabricante Betoule et Cie., segundo Le
nouveau Danckert Manuel de la porcelaine européene, par Lwdwig
Danckert, página 211, item (11). |
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131A |
Aparelho
de Jantar, Chá e Café - Polonia, século XX. Aparelho
de jantar, chá e café, de porcelana polonesa,
ornado com pequenos e delicados arranjos florais, composto de: 20 pratos
rasos, 12 fundos, 12 para pão, 9 para sobremesa, 4 travessas ovais de
tamanhos variados, 1 covilhete, 1 molheira, 1 prato de arroz, 1 prato de
bolo, 1 bol redondo, 1 bule para chá e outro para café, 1
leiteira, um açucareiro, 9 xícaras de chá e 12 para
café, com seus respectivos pires e 1 manteigueira. No reverso marcas
de identificação: Tielsch Walbrzvch / Made in Poland. |
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132 |
Prato Rechaud – China,
século XIX. Marquês de Quixeramobim. Prato
rechaud de porcelana Cia-das-Índias, aba
dividida em seis cenas orientais em policromia, no centro da caldeira "B" circundado por pequenas
volutas ocre, antepostos dois bicos curtos junto a borda, pertencente a Pedro Dias Paes Leme; 27 cm de
diâmetro e 4,5 cm de altura. Exemplar
do mesmo serviço reproduzido à página 311 do livro
"A Porcelana Chinesa ao Tempo do Império" por Nuno de
Castro. Título
de Barão em 1825, Visconde e Marquês em 1826, foi Gentil-Homem
da Câmara de D. Pedro I. |
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133 |
Santa
Rita de Cássia - Brasil, século XIX / XX. Imagem
de faiança policromada e dourada representando
a Santa em sua iconografia tradicional. Apresenta-se de pé trajando
touca, longa túnica e manto, movimentados; olhos de vidro. Segurando
com a mão direita Imagem de Cristo crucificado. Base elevada ornada em
seu entorno com palmetas em relevos. Destaca-se no belo panejamento
movimentado da Imagem a profusa aplicação de dourado, com
esgrafitos; 55 cm de altura total, com resplendor de prata de 5,5 cm de
altura. |
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134 |
Irolli, V. Mercado de Rua. Óleo
sobre tela, 45 cm x 55,5 cm. Assinado embaixo à direita: V. Irolli. |
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135 |
Três pratos – China,
século XVIII. Prato raso de porcelana
Cia-das-Índias decorado com esmaltes da
família rosa com motivos orientais na caldeira; 22,9 cm de
diâmetro. Prato raso de porcelana
Cia-das-Índias decorado com esmaltes da
família rosa com flores na caldeira; 23 cm de diâmetro. Prato raso de porcelana
Cia-das-Índias decorado com esmaltes da
família rosa flores na caldeira; 22,8 cm de diâmetro. |
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136 |
Gomil
e Lavanda - Brasil, século XIX. Gomil
de asa perdida e sua lavanda cova e oblonga, de prata e
lei lisa, repuxada e cinzelada, ornados com desgastadas guirlandas e
frisos. Base circular almofadada; lavanda com 47 cm de comprimento, 30 cm de
largura e 7 cm e altura total; gomil com 35,5 cm de altura total. |
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137 |
3º
Barão de Monte Santo - Inglaterra, século XIX. Legumeira
de faiança inglesa, dita "azul
borrão", pertencente a Gabriel Garcia de Figueiredo. Formato
circular com borda e aba chanfradas, decorada sobre fundo branco com
paisagem, pagodes e elementos fitomórficos, em azul com tonalidades
diferentes, sob vidrado. No reverso marcas de identificação: Shangai
/ Wadans; 26,5 cm de diâmetro. |
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138 |
Georgina de Albuquerque. Paisagem com Rio. Óleo
sobre tela colado em madeira, 22,5 x 27 cm. Assinado embaixo à
esquerda: G. de Albuquerque. |
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139 |
Retrato
de D. Pedro II - França, século XIX. Retrato
de D. Pedro II, em traje social, colado sobre vidro transparente.
Moldura de madeira nobre com adornos de ramagens e elementos
conchóides, de prata. Na parte superior PII sob coroa Imperial e na
inferior 1825 / 1891, também em prata; 47,5 cm de altura e 37,2 cm de
largura. |
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140 |
Prato de porcelana Companhia das
Índias – China, século XIX. Prato Cia das Índias a
semelhança do serviço dos Pavões de D, João VI. Aba
decorada com ramos de flores em policromia, borda ondulada cortada a faca, na
caldeira dois pavões em policromia; 23 cm de diâmetro. Apresenta
quatro pequenos bicados na borda e fio
de cabelo. |
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141 |
1
- Medalha Campanha do Paraguai (1870) - Bronze -
Corpo no formato de cruz de malta, anverso coroa fechada de ramos de carvalho
no centro a legenda" Campanha do Paraguai", reverso a data
6-1870-8. Fita com cinco listras iguais verde, branca, azul, branca e amarela
(Cores da Tríplice Aliança). Cunhada com o bronze de
canhões tomados na guerra. 2
- Medalha Bravura Militar (1868) - Bronze - Corpo oval,
anverso troféus militares no campo circundado pela legenda
"Exército em Operações contra o Governo do
Paraguai", reverso na orla a legenda "Recompensa a Bravura
Militar" no campo a legenda "Decreto de 23 de março de
1868", olhal, argola e fita três listras iguais, escarlate no
centro e verde nas laterais. 3
- Medalha Tomada de Corrientes (1865) - Bronze -
Corpo Oval, anverso brasão de armas da Argentina, na orla a legenda
"La República Argentina à los vencedores em
Corrientes", reverso o sol radiante, na orla a data de 25 de Mayo de
1865. 4
- Medalha Campanha do Paraguai (1870) - Bronze -
Corpo no formato de cruz de malta, anverso coroa fechada de ramos de carvalho
no centro a legenda" Campanha do Paraguai", reverso a data
6-1870-8. Cunhada com o bronze de canhões tomados na guerra. 5
- Medalha Caiuasa (1868) - Metal prateado - Corpo em
cruz de malta plana com maçanetas, anverso no centro "Caiuasa 19
de julho 1868 " entre círculos, com estrela de Davi no centro, no
reverso " A La Decision y Bravura" com estrela de Davi ao centro,
arco ligando duas partes da cruz de malta. 6
- Medalha da Campanha do Mato Grosso (1867) Bronze -
Corpo oval, anverso efígie de D. Pedro II olhando à esquerda,
no reverso dois ramos de louro circundando a legenda "Constância e
Valor" embaixo Mato Grosso 1867. Apresenta pequeno orifício ao
alto. 7
- Medalha da Campanha do Uruguai (1865) Bronze
- Corpo oval, anverso efígie de D. Pedro II olhando a esquerda, no
reverso "Campanha do Uruguai 1865 " entre coroa de louros, olhal. |
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142 |
Três
Condecorações – Brasil, Rússia e Portugal,
século XX. Ordem de Izabel a Redentora - Corpo
dourado no formato de cruz de malta esmaltada de branco tendo ao centro a
efígie da Princesa em relevo circundada pela legenda" Izabel a
Redentora" o todo
sobre ramos de café e tabaco e encimada pela coroa Imperial
articulada; 8,5 cm x 5,6 cm. Distintivo de conclusão do
curso da Academia Militar do Estado Maior Nikolaus
- Corpo oval apresentando águia bicéfala com brasão
Romanov entre ramos e encimado pela coroa Russa; 6,5 cm x 4,5 cm. Medalha SPES de Filantropia e
Caridade do Instituto de Socorro a Náufragos
(1908 1958) Prata - Corpo
circular apoiado sobre duas âncoras entrelaçadas, no centro
raiado a legenda "SPES" circundado por "Filantropia e
Caridade" sobre esmalte, criada em 1908; 4,7 cm. |
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143 |
Rei Dom Carlos. Prato – China,
século XX. Prato de porcelana chinesa comemorativo
do quarto centenário do descobrimento da Índia, aba com frisos
decorados, no centro pintura de marinha com três naus em policromia
envolvida por jarreteira com a legenda "Quarto Centenário do
Descobrimento da Índia'' encimada por brasão de Portugal; 24,8
cm de diâmetro. Exemplar
do mesmo serviço reproduzido à página 246 do livro
"A Porcelana Chinesa ao Tempo do Império" por Nuno de
Castro. |
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144 |
Rebolo, Francisco. Nu Feminino. Desenho
a lápis, 21 cm x 28 cm. Assinado e datado embaixo ao centro: F.
Rebolo 41. No reverso carimbo do Museu de Arte Moderna/ Retrospectiva
Rebolo/ Abril 1973. |
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145 |
Atril
de Madeira - Brasil, século XIX / XX. Atril
de madeira nobre com douração. Corpo no formato de cavalete com
frontão em volutas centralizando elemento conchóide sob
castiçal de metal, com vestígios de douração.
Pernas centralizando lateralmente liras e unidas abaixo por suportes para partituras.
O todo sobre haste cilíndrica, coluna trípode em
seções de balaústres e base de lados côncavos; 52
cm de largura e 161 cm de altura total. |
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146 |
Esmoleira
- Brasil, século XVIII. Esmoleira
de igreja, de madeira policromada e encerada. Formato
retangular, tampa basculante e ferragem de ferro forjado, encimada por placa
de lados recortados com policromia da Imagem de Nossa Senhora do Carmo,
segurando com braço esquerdo a Menina e terço na mão
direita, sobre nuvens e almas do purgatório; 25 cm de comprimento,
20,5 cm de largura e 44 cm de altura total. |
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147 |
Medalha
Comemorativa do Centenário da Morte de D. Pedro II – Brasil,
século XX. Medalha
tendo no anverso Efígie de D. Pedro II olhando à direita 1891
-1991, no reverso a legenda “
Sereno aguardarei no meu jazigo a justiça de Deus na voz da
história"; 9 cm de diâmetro. Brasil, séc. XX. |
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148 |
Penca
de Balangandãs - Brasil, século XIX. Penca
de prata brasileira com dez balangandãs. Nave
vazada de 11,7 cm de comprimento e 9 cm de altura, ornada com duas figuras de
papagaio, simétricas e opostas, sobre ramagem em voluta. |
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149 |
Par de Mesas Auxiliares –
Brasil, século XX. Par de mesas laterais ou de apoio de
madeira clara, plano circular com saia ondulada e
com pingentes, coluna em balaústre base em cruz com recortes,
pés em volutas; 65 cm de diâmetro e 71 cm de altura. |
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150 |
Edgar Parreiras. Vilarejo. Óleo
sobre cartão, 33 cm x 24,5 cm. Assinado e datado embaixo à
esquerda: Edgard Parreiras/ 1925. |
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151 |
Gerardenghi. Aves. Óleo
sobre tela, 44,5 cm x 55,5 cm. Assinado embaixo à esquerda: Gerardenghi.
No reverso etiqueta de exposição da Sociarte no Brasil/
Museu de Arte Moderna 28 de abril a 16 de maio de maio de 1982. |
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152 |
Par
de Tocheiros - Brasil, Século XIX / XX. Par
de tocheiros estilo D. José I, de metal
repuxado, burilado e espessurado à prata, eletrificados. Haste
estriada com base ornada em seu entorno por folhas de acanto com pontas
reviradas, terminada em canopla campanular com borda recortada em
semicírculos. Base trípode sobre pés de garras, com
vazados e profusamente ornada por elementos característicos ao estilo:
volutas, folhas de acanto, flores, pingentes; 83, 5 cm de altura, sem a
cúpula cilíndrica, de cartão amarronzado, ornada nas
extremidades por fina faixa de fios dourados e recurvos. |
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153 |
Vaso
Satsuma - Japão, Século XIX / XX. Grande
floreiro de porcelana Satsuma Imperial profusamente
policromado, com prevalência do dourado. Corpo em balaústre
ornado com elementos repetitivos, característicos ao estilo e
época, reservas opostas de cenas do cotidiano, separadas por duas
outras de paisagem lacustre com pássaros; 21 cm de diâmetro de
boca e 61 cm de altura total. |
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154 |
Par
de botões convexos transformados em
abotoaduras, anverso P II J sob
coroa, no reverso WM Wood & Sons London; 1,8 cm de diâmetro.
Inglaterra, séc. XIX. |
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155 |
Palmatórias - Europa,
século XX. Três palmatórias, sendo:
par de palmatórias de prata alemã, base
circular com caneluras em ondeados, haste no formato de balaústre,
pega circular com apoio para o polegar, contraste 800 coroa e meia lua,
protegidas por duas mangas de vidro lapidado; 18 cm de comprimento e 8,5 cm e
18 cm de alturas, respectivamente. Pequena palmatória conchoide de
prata com bobeche ornada por folhagem e pega recurvo no formato de
serpente com pequeno suporte lateral para sustentação de
abafador, ausente. Sem marcas aparentes de identificação; 9 cm
de comprimento e 5 cm de altura. |
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156 |
Vaso
de Porcelana - China, século XIX. Vaso
de porcelana chinesa decoração
mandarim. Corpo em balaústre decorado com cenas do cotidiano em
policromia, pescoço em corneta com dois cães de fó
antepostos, apoiado sobre base de madeira; 90 cm de altura, 32 cm de
diâmetro e 25 cm de altura da base. |
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157 |
Oehlmeyer, Edgar. Paisagem com Figuras. Óleo
sobre placa, 46 cm x 61 cm. Assinado e datado embaixo à direita: E.
Oehlmeyer 1965. |
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158 |
Bol
de Cristal - Suécia, Século XX. Bol
circular de grosso cristal, estilo e época art déco. Corpo
decorado em sua metade com profunda lapidação pontiaguda,
concêntrica à base com marca de identificação do
fabricante, Orrefors. Tampa de prata 833, conforme marca em sua aba interna,
ornada com volutas e folhagens; puxador no formato de flor; 22,5 cm de
diâmetro e 13 cm de altura total. |
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159 |
Par
de Cachepôs - China, Século XX. Par
de grandes cachepôs de faiança esmaltada sob vidrado. Corpo
bojudo ornado com elementos tentaculares monocromáticos e terminado em
estreita faixa revirada, todos em azul índigo. Base de madeira
recortada; 56 cm de diâmetro de boca e 52 cm de altura total, cada. |
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Coleção de 19
botões de uniformes civis e militares
utilizados no período Imperial de fabricação Inglesa,
Francesa e Brasileira, séc. XIX 1- Camarista do Paço -
Botão de metal dourado, no campo, sem serradura ou ornatos
P II I com aspecto de J sob coroa Imperial 2- Oficial Superior da Guarda
Nacional - Botão com a coroa Imperial
ocupando todo o campo, sem legenda ou ornamentos 3- Camaristas do Paço -
Botão de metal dourado, no campo, sem serradura ou ornatos P
II I com aspecto de J sob a coroa Imperial 4- Imperatriz Dona Amélia
guarda Imperial - Botão de metal dourado
banhado a ouro, na orla 20 estrelas circundando a coroa Imperial que encima a
inicial "A" em relevo. 5- Marinha com coroa Portuguesa
- Botão de metal dourado, âncora encimada por coroa circundado
por filete e cordão torcido. 6- Marinha com coroa Portuguesa
- Botão de metal dourado, âncora encimada por coroa circundado
por filete e cordão torcido. 7- Oficial do Exército
Imperial -
Botão de metal dourado, coroa Imperial em relevo circundada por
18 estrelas 8- Oficial do Exército
Imperial - Botão de baquelite escuro no campo entre ramos P II I
com aspecto de J sob coroa Imperial 9- Ministro de Estado do
Império - Botão convexo de metal
amarelo, no campo o brasão imperial entre ramos de café e
tabaco 10- Guarda Imperial dos Archeiros
- Botão frontal da túnica de metal amarelo, no campo serpe
heráldica da casa de Bragança, voltado para a esquerda sob
coroa Imperial circundado pela legenda " Guarda Imperial de
Archeiros". 11- Oficial da Guarda Nacional e do
Exército - Botão de metal prateado, no
campo P II sob coroa Imperial circundado por 19 estrelas 12- Camaristas do Paço -
Botão de metal dourado, no campo, sem serradura ou ornatos P II I com
aspecto de J sob a coroa Imperial 13- Senador do Império -
botão de metal amarelo campo linhado, sem serradura ou ornatos P II I
com aspecto de J sob a coroa Imperial 14- Guarda Imperial da Imperatriz
dona Amélia - botão de metal amarelo, no
campo" A " sob coroa Imperial 15- Camarista do Paço
- Botão de punho de metal dourado, no campo. sem serradura ou ornatos
P II I com aspecto de J sob coroa Imperial 16- Oficial Superior do
Exército período de D Pedro I -
Botão plano de metal amarelo, no corpo a sigla P I encimada pela coroa
Imperial e circundada por 19 estrelas 17- Médico da Imperial Camara
- Botão de metal amarelo, no campo a coroa Imperial ladeada por duas
serpentes simbólicas da Medicina 18- Guarda Imperial da Imperatriz
dona Amélia - botão de metal amarelo, no
campo" A " sob coroa Imperial 19- Guarda Imperial dos Archeiros
- Botão de punho da túnica de metal amarelo, no campo serpe
heráldica da casa de Bragança, voltado para a esquerda sob
coroa Imperial circundado pela legenda " Guarda Imperial de
Archeiros". |