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Segunda-feira 20h 3 de junho

( Leilão on-line )

Lote 1 a 160

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001

3º Barão de Monte Santo - Inglaterra, século XIX.

Bowl retangular, com cantos chanfrados, de faiança inglesa, dita "azul borrão", pertencente a Gabriel Garcia de Figueiredo. Ornado, sobre fundo branco, com paisagem, pagodes e elementos fitomórficos, em azul com tonalidades diferentes, sob vidrado. No reverso marcas de identificação: Shangai / Wadans; 23,5 cm de comprimento, 17,3 cm de largura e 5,2 cm de altura total.

 

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002

Par de Palmas de Altar - Brasil, século XX,

Par de palmas de altar de prata brasileira, fundida, repuxada, estampada e cinzelada. Ânfora profusamente ornada com elementos fitomórficos, sob palma com vazados, delimitando laço e intensa ramagem florida. No reverso das bases almofadadas, marcas de identificação, de teor e do fabricante: Prata 833 - Alves Pinto; 57,5 cm de altura e 26 cm de largura.

 

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003

Par de talhas - Brasil, século XVIII.

Par de talhas de madeira policromada e dourada, esculpidas à maneira naturalista, uma representando São Paulo e outra São Pedro, ambas segurando livro com a mão esquerda e, com a direita, espada e chaves, respectivamente; 52 cm de altura e 27 cm de largura, cada.

Apresentam pequenas perdas na cromia.

 

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004

Ordem de Cristo – Portugal, século XIX.

Ordem de Cristo - Placa de Comendador da Ordem em prata esmaltada, corpo raiado em lâminas decorado com brilhantes (minas novas), no centro cruz vazada circundada por flores e folhas. Encimada pelo Sagrado Coração de Jesus esmaltado; 4 cm de largura e 9,6 cm de altura total.

Ordem de Cristo - Placa de Comendador da Ordem em prata esmaltada corpo raiado, no centro cruz vazada circundada por flores e folhas. Encimada pelo Sagrado Coração de Jesus esmaltado; 5,6 cm de largura e 5,8 cm de altura total.

Apresenta pequenas perdas de esmalte na cruz do Sagrado Coração.

 

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005

Báculo Episcopal - Brasil, século XIX/XX.

Báculo episcopal de metal fundido e repuxado. Haste lisa em seções divididas por anéis metálicos. Voluta ornada em seu término com ramos, folhas e frutos, em relevos; 144,5 cm de altura total.

 

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006

Travessa de Louça – Inglaterra, século XIX.

Travessa retangular de louça de cantos recortados, a semelhança do serviço dos Pavões, de D. João VI. No reverso a marca Spode stone chine em marrom, 37 cm de comprimento e 27,5 cm de largura.

 

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007

Ordem de Santiago da Espada – Portugal, século XIX.

Ordem de Santiago da Espada - Placa de Comendador em prata raiada, no centro a Cruz de Santiago esmaltado de vermelho sobre campo branco, circundando aro de ouro e pela legenda "Sciencias - Letras e Artes" sobre esmalte vermelho. No reverso marca de Frederico da Costa Lisboa; alfinete na horizontal; 7 cm de diâmetro.

Ordem de Santiago da Espada - Insígnia no formato de cruz de prata com esmalte, vermelho olhal e argola; , 24,5 cm x 2,8 cm. Portugal, séc. XIX.

Apresenta, no reverso, pequenas perdas de esmalte

 

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008

Brasão Imperial - Brasil, século XIX.

Brasão Imperial de madeira policromada, no centro esfera armilar circundada por 19 estrelas, ladeada por ramos de café e de tabaco e encimada por coroa Imperial; 73,5 cm x 56 cm.

 

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009

Báculo Episcopal - Brasil, século XIX/XX.

Báculo episcopal de metal fundido. Haste lisa em seções divididas por anéis metálicos tendo, em sua parte superior, o Sagrado Coração de Jesus e o Sagrado Coração de Maria. Voluta ornada com folhas de acanto, godrons e perolados, encimada em seu término por Agnus Dei; 149 cm de altura total.

 

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010

Paliteiro de Prata - Brasil, século XIX / XX.

Paliteiro de prata brasileira repuxada, fundida e cinzelada modelado no formato de macieira com frutos e encimada por pássaro, sobre bandeja circular ornada com faixas guilhochadas e três pés movimentados. Sobre o pássaro furos para palitos. No anverso da bandeja marca de identificação: Prata 833; 17,5 cm e altura total.

 

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011

Ordem de Cristo – Portugal, século XIX.

Duas peças:

Ordem de Cristo - Insígnia em prata do colar de Comendador composta de cruz singela esmaltada de vermelho e branco, encimada pelo Sagrado Coração de Jesus sobre estrela de seis pontas e placa raiada em vermeil; olhal e argola de prata; 4 cm de largura e 9,6 cm de altura.

Apresenta pequeno trincado no esmalte.

Ordem de Cristo - Medalha em prata vermeil de Oficial da Ordem composta de cruz singela esmaltada de vermelho e branco, suspensa de uma fita vermelha, com fivela dourada, tendo sobre a fivela o nó do laço uma roseta, da cor da fita, 3,7 cm de altura e 2,5 cm de largura.

 

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012

Prato de Porcelana – China, século XIX.

Prato de porcelana Cia das Índias a semelhança do serviço dos Pavões de D. João VI.    Aba decorada com ramos de flores em policromia, borda ondulada cortada a faca, na caldeira dois pavões, em policromia; 23 cm de diâmetro.

 

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013

Dakir Parreiras.

Ponte sobre o Rio Sena. Óleo sobre tela, 24,5 cm x 35,8 cm. Assinado, localizado e datado embaixo à direita: Dakir Parreiras / Paris 1946.

 

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014

Paliteiro de Prata - Brasil, século XIX.

Paliteiro de prata brasileira do Rio de Janeiro, fundida, repuxada e cinzelada, modelado à maneira naturalista, representando figura feminina sustentando com as mãos guirlanda floral sobre coluna circular, encimando base vazada de 6,8 cm de lados ornada com arabescos onde, em um de seus lados, encontram-se marcas de identificação da prata 10 dinheiros e do ourives JFF, não identificado. Quatro pés de garras; na parte posterior da guirlanda, furos para palitos; 18 cm de altura total.

 

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015

Antonio Mendonça, Higino. (Escola Portuguesa)

Bosque. 59,3 cm x 42,5 cm. Assinado embaixo à direita, parcialmente legível: Hig Mend

 

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016

Paliteiro - Brasil, século XIX.

Paliteiro de prata brasileira, repuxada, fundida e cinzelada, modelado de forma naturalista, representando anjo segurando escudo no formato de flor e lança. Fuste segmentado e fuso ornado com guilhochados, sobre o qual encontram-se furos para palitos. Base com 6,5 cm de lados terminada em quatro pés de garras. Na saia movimentada da base marcas prejudicadas para leitura, provavelmente 10 dinheiros. Quatro pés de garras; 18 cm de altura total.

 

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017

Gerardenghi, Bigio

Praia com Coqueiros. Óleo sobre tela, 42 cm x 52 cm. Assinado embaixo á esquerda: Gerardenghi.

 

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018

3º Barão de Monte Santo - Inglaterra, século XIX.

Prato circular e fundo de faiança inglesa, dita "azul borrão", pertencente a Gabriel Garcia de Figueiredo. Ornado, sobre fundo branco, com paisagem, pagodes e elementos fitomórficos, em azul com tonalidades diferentes, sob vidrado. No reverso marcas de identificação: Shangai / Wadans; 23,8 cm de diâmetro.

Antigo bicado na borda.

 

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019

3º Barão de Monte Santo - Inglaterra, século XIX.

Prato circular e fundo de faiança inglesa, dita "azul borrão", pertencente a Gabriel Garcia de Figueiredo. Ornado, sobre fundo branco, com paisagem, pagodes e elementos fitomórficos, em azul com tonalidades diferentes, sob vidrado. No reverso marcas de identificação: Shangai / Wadans; 24,3 cm de diâmetro.

 

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020

Âmbula de Prata e Vermeil - Brasil, Século XVIII.

Âmbula de prata brasileira, repuxada e burilada, com vermeil. Copa cilíndrica com parte inferior arredondada, sobre haste móvel segmentada e em balaústres. Base almofadada circundada por delicados frisos, assim como a tampa encimada por cruz. Sem marcas aparentes de identificação; 12,3 cm de diâmetro de boca e 27 cm de altura total.

 

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021

D. João VI Serviço da Vista Pequena - Fazenda Santa Cruz - Prato de porcelana Cia-das-Índias – China, século XIX.

 Aba delimitada por friso azul e dourado, no centro da caldeira reserva circular com cena campestre em sépia, estrelas em dourado protegida por serradura dourada; 25,3 cm de diâmetro, dinastia Qing Jiaqing.

Exemplar do mesmo serviço reproduzido à página 93 do livro "Louça da Aristocracia do Brasil", por Jenny Dreyfus.

 

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022

Manuel Santiago.

Morro do Andaraí. Óleo sobre tela colado em placa, 33 cm x 41 cm. Assinado, localizado e datado embaixo à direita: Manuel Santiago... No reverso: Manuel Santiago/ Morro do Andaraí/ Rio.

 

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023

Clodomiro Amazonas.

Paisagem Campestre. Óleo sobre tela, 56 cm x 70,3 cm. Assinado embaixo à esquerda: C. Amazonas 1928.

 

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024

D. João VI -Serviço da Vista Pequena - Fazenda Santa Cruz -  Travessa de porcelana Cia-das-Índias – China, século XIX.

Aba delimitada por friso azul e dourado, no centro da caldeira reserva circular com cena campestre em sépia, estrelas em dourado protegida por serradura dourada, 38,5 cm de comprimento por 30,4 cm de largura dinastia Qing Jiaqing.

Exemplar do mesmo serviço reproduzido à página 93 do livro "Louça da Aristocracia do Brasil", por Jenny Dreyfus.

 

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025

Edgar Parreiras.

Paisagem. Óleo sobre tela, 61 cm x 74 cm. Assinado e datado embaixo à direita: Edgar Parreiras/ 1942. No reverso carimbo do Salão Nacional de Belas Artes.

 

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026

Antonin Petrof - Checoslováquia, século XX.

Piano de 1/4 de calda. Móvel em madeira nobre envernizada medindo 153 de comprimento, 149 cm de largura e 98 cm de altura, quando tampo basculante fechado. Três pernas retilíneas retangulares, sobre rodízios. Modelo de série V. 88114; 88 teclas, cordas cruzadas, dois pedais.

Acompanha banqueta, com regulagem, medindo 55 cm de comprimento, 34,5 de largura, 45,5 cm e 56 cm, de alturas.

A PETROF é um importante produtor de pianos acústicos de cauda e pianos verticais na Europa. É comercializada em 5 continentes e exporta para mais de 65 países em todo o mundo. Desde 1864, quando Antonín Petrof construiu seu primeiro piano, produzimos sob o nome PETROF 635.000 instrumentos e muitos outros dentro da família da marca PETROF. Nossos pianos são populares entre os músicos, sobretudo por seu tom incomumente suave, gentil, arredondado e romântico. Ao longo das décadas de sua produção, muita coisa mudou, mas o trabalho manual preciso, a seleção cuidadosa de materiais e o som romântico imutável perduram. Inúmeros artistas famosos e personalidades conhecidas apaixonaram-se pelos instrumentos PETROF, e os representantes da quinta e sexta geração continuam orgulhosamente no seu honroso comércio e tradição familiar.

Fonte: Petrof.com

 

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027

Caldeirinha e Hissope de Prata - Portugal, Século XVIII.

Caldeirinha de prata portuguesa repuxada, burilada e cinzelada ornada com frisos de godrões torcidos e de perolados. Corpo em balaústre com alça semicircular e base campanular de duas seções, sobre uma das quais, a lisa, encontra-se marca de identificação de contraste da prata da segunda metade do século XVIII, segundo Marcas de Contrastes Portugueses, volume I, página 246, nº 2371. À página 313, item 4 - Beja ou Bahia, 4.7 o autor refere-se à marca como sendo eventualmente de Braga; e marca do ourives M.S.V., não identificada; 14 cm de diâmetro de boca e 26 cm de altura total.

Acompanha hissope de 22,5 cm de comprimento.

 

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028

Imperial Ordem da Rosa - Brasil, século XIX.

Duas insígnias, uma de ouro e outra de prata, ambas esmaltadas. Grau Comendador. Corpo no formato de estrela de seis pontas maçanetadas, assentada sobre guirlanda com dezoito rosas folheadas; no centro, medalhão com monograma " A.P. ", entrelaçado circundado pela legenda "Amor e Fidelidade" no reverso a data 2-8-1828; argola e fita com passador 4,2 cm e 2,9 cm de diâmetros, respectivamente, sem a fita.

 

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029

Esmoleira - Brasil, Século XIX.

Esmoleira de prata brasileira lisa e repuxada, com base campanular. Plano circular, revirado nas extremidades até a borda. No centro quatro linhas em círculos. Sem marcas aparentes de identificação; 24,5 cm de diâmetro e 11,5 cm de altura total.

 

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030

Baptista da Costa, João.

Menino Marinheiro. Óleo sobre tela, 169,5 cm x 80 cm. Assinado embaixo à direita: J. Baptista.

 

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031

Naveta de Prata - Brasil, Século XIX.

Naveta de prata brasileira repuxada e cinzelada, modelada à maneira naturalista, representando pássaro com asas em repouso, sendo uma delas articulada, assentado sobre coluna cilíndrica que encima base circular almofadada e em seções. Sem marcas aparentes de identificação; 26 cm de comprimento e 18,5 cm de altura total.

 

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032

Mesa Cavalete – Brasil, século XIX/XX.

Mesa cavalete rustico de madeira, tampo retangular com desgaste irregular sobre caixa com duas gavetas frontais, puxadores de madeira, pernas facetadas com travas, 150 cm de comprimento, 83 cm de largura e 81,5 cm de altura.

 

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033

Gomil e Bacia de Prata - Brasil ou Portugal, Século XVIII

Gomil e sua bacia de barbeiro de prata portuguesa repuxada, burilada e cinzelada, ricamente ornados por frisos de godrões e perolados. Gomil de corpo bojudo com pescoço estreito terminado em bico recortado, avançado e esparramado e alça em dois segmentos curvos e invertidos. Sobre a aba de sua base almofadada, assim como sobre a aba do plano liso da bandeja cova de contornos irregulares com recorte central anatômico, marcas de identificação de contraste da prata da segunda metade do século XVIII, segundo Marcas de Contrastes Portugueses, volume I, página 246, nº 2371. À página 313, item 4 - Beja ou Bahia, 4.7 o autor refere-se à marca como sendo eventualmente de Braga; marca do ourives M.S.V., não identificada; 60 cm de comprimento, 44 cm de largura e 37 cm de altura total.

 

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034

Mesa de Centro - Brasil, séc. XIX / XX.

Grande mesa de centro, de perfis retos, construída em pinho de riga. Tampo retangular sobre caixa com 6 gavetas lineares, sendo três de cada lado. Quatro pernas curtas em segmentos torneados; 199,5 cm de comprimento, 93 cm de largura e 50 cm de altura total.

 

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035

D. Pedro II -  Brasil, século XIX.

Placa de prata repuxada e cinzelada, no centro reserva oval com as iniciais PII em cobre dourado, ladeado por duas fênix e bandeiras como tenentes sob coroa real portuguesa, sem marcas aparentes; 32,5 cm x 23 cm. Pertenceu ao Paço Imperial.

Essas placas passaram por modificações em suas iniciais. Na origem tinham o monmograma de D. João VI, posteriormente o de D. Pedro I e, por último, de D. Pedro II.

 

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036

D. Pedro II - Brasil, século XIX.

Placa de prata repuxada e cinzelada, no centro reserva oval com as iniciais PII em cobre dourado, ladeado por duas fênix e bandeiras como tenentes sob coroa real portuguesa, sem marcas aparentes, 34,5 cm x 23 cm. Pertenceu ao Paço Imperial.

Essas placas passaram por modificações em suas iniciais. Na origem tinham o monmograma de D. João VI, posteriormente o D. Pedro I e, por último, de D. Pedro II.

 

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037

Paliteiro de Prata - Portugal, século XIX.

Paliteiro de prata portuguesa fundida, repuxada e cinzelada, modelado à meneira naturalista em alegoria à América; segurando com as mãos sombrinha, sobre a cabeça. Base circular com varanda vazada e 7,6 cm de diâmetros onde, em seu reverso, encontra-se marca de "contraste do Porto, atribuível ao ensaidor Manuel da Silva, usado c. 1853 e marca do ourives do Porto Antonio José da Costa, segundo M.G.Vidal, registrada por Manuel de Moura com o nº 108 em 1848.01.12. Conhecida com o contraste P-40 de circa 1853, segundo Inventário de Marcas de Pratas Portuguesas e Brasileiras, Séc. XV a 1887, página 105, marca P-40 e página 210, marca P-118A". furos para palitos sobre a sombrinha e no entorno da parte superior da coluna de corpo cilíndrico, sobre a qual se apoia a alegoria. O todo sobre quatro pés de garras; 20,5 cm de altura total.

 

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038

Santo Antonio - Portugal, século XVIII.

Imagem de madeira com pátina escura e vestígios de douração, representando o Santo de pé, em sua tradicional iconografia de Franciscano, sobre base facetada, com braço esquerdo flexionado, mão espalmada sustentando O Menino sentado sobre livro; 29,5 cm de altura total, com resplendor de prata de 4,5 cm.

Faltando parte do braço direito da Imagem e o braço esquerdo do Menino.

 

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039

Naveta de Prata - Brasil, Século XVIII / XIX.

Naveta de prata brasileira repuxada e cinzelada, no formato de nau. Proa avarandada ornada por animal fantástico alado terminado em folha de acanto. Popa com tampa escalonada e articulada. O todo sobre base campiniforme. Sem marcas aparentes de identificação; 20 cm comprimento e 13,6 cm de altura total.

 

 

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040

Décio Villares.

Inspiração de Colombo. Óleo sobre tela. 173,5 cm x 108 cm. Assinado e datado embaixo à esquerda: Décio Villares / 1914.

 

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041

Paliteiro de prata portuguesa fundida, repuxada e cinzelada, representando guerreiro segurando com as mãos escudo e lança, sobre coluna com reservas ornadas com busto de casal; base quadrada e movimentada de 10,5 cm de lados onde, em sua aba, encontra-se marca de garantia aproximada da prata do toque de 0,833 usada na contrastaria de Lisboa, Javali II, usada de 1887 a 1938, conforme Marcas de Contrastes e Ourives Portugueses, por Manuel Gonçalves Vidal e Fernando Moitinho de Almeida, volume II, página 14, marca nº 73; marca do ourives, não identificado. No entorno da base da coluna, furos para palitos. O todo sobre quatro pés em volutas; 28,5 cm de altura total. Portugal, séc. XIX/XX.

 

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042

Imperial Ordem da Rosa - Brasil, século XIX.

Placa de Oficial da Ordem de prata com vermeil e esmaltes, circundada por 18 rosas sobre estrela de seis pontas esmaltadas, tendo ao centro placa circular raiada contendo monograma P.A. entrelaçados, circundado por faixa esmaltada em azul com a legenda "Amor e Fidelidade; 6,2 cm de diâmetro. Faltando quatro rosas e alfinete do verso.

 

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043

Mesa Manuelina - Portugal, século XVIII/XIX.

Mesa Manuelina lavrada em jacarandá com decoração característica ao estilo e época. Caixa retangular, ornada em seu entorno por gomos, com quatro gavetas lineares, duas de cada lado; puxadores em pingentes metálicos. Quatro pernas retilíneas e torcidas unidas por três traves, sendo duas laterais e uma central, também torcidas, 149 cm de comprimento, 130 cm de largura e 81 cm de altura total.

 

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044

Par de Pratos Cia das Índias – China, século XIX.

Par de pratos fundos de porcelana Cia das Índias. Aba delimitada por friso decorado com folhas de parreira em azul e dourado, no centro da caldeira reserva oval com monograma "F D C", não identificado; 24,5 cm de diâmetro cada, dinastia Qing Daoguang.

Apresentam restauro antigo na aba.

 

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045

Santo Inácio de Loyola - Brasil, século XVII.

Imagem Paulista de madeira policromada, representando o Santo, fundador da Companhia de Jesus, de pé, segurando livro com a mão esquerda, sobre base retangular de cantos chanfrados; 18 cm de altura total.

Está ausente na Imagem, o braço direito.

 

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046

Cadeirinha de Prata - Brasil, século XVIII.

Caldeirinha para água benta e seu respectivo hissope, de prata repuxada. Corpo bojudo e liso ornado com duas cruzes com raiados, simétricas e opostas. Pescoço alongado, pegadores laterais no formato de volutas sustentando alça articulada com seção central de elementos circulares; base campanular. Sem marcas aparentes de identificação; 36 cm de altura e hissope com 31 cm de comprimento.

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047

Conversadeira – Brasil, século XIX.

Conversadeira de madeira nobre com três poltronas unidas pelo braço direito à coluna central torneada com segmentos em bolacha, encimada por plano circular protegido por mármore. Poltronas apresentam encosto recortado e trabalhado em relevo sobre balaustrada larga, assento de palhinha 00, saia com relevos, pernas recurvas e pés em sapata; 150 cm de diâmetro e 90 cm de altura. Brasil, séc. XIX.

Uma das poltronas apresenta ruptura da palha do assento.

 

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048

Nossa Senhora da Conceição - Bahia, Brasil, século XIX.

Imagem de madeira policromada e dourada representando a Santa com rosto pulcro, de pé, cabelos cobertos por véu, mãos postas e belo manto movimentado e com drapeados; flutuando sobre nuvens com três cabeças de anjos. Base em coluna com facetas; 52,5 cm de altura total, com o resplendor de ouro com diamantes de 5,5 cm de altura.

 

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049

Marquês de Quixeramobim - Prato rechaud de porcelana Cia-das-Índias – China, século XIX, Dinastia Qing Daoguang.

Aba dividida em seis cenas orientais em policromia, no centro da caldeira "B" circundado por pequenas volutas ocre, antepostos dois bicos curtos junto a borda, pertencente a Pedro Dias Paes Leme; 27 cm de diâmetro e 4,5 cm de altura.

Exemplar do mesmo serviço reproduzido à página 311 do livro "A Porcelana Chinesa ao Tempo do Império" por Nuno de Castro.

Título de Barão em 1825, Visconde e Marquês em 1826, foi Gentil-Homem da Câmara de D. Pedro I.

 

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050

D. Pedro I - Capacete da Imperial Guarda de Honra - Brasil, século XIX. Capacete da Imperial Guarda de Honra Imperial.

Metal dourado em escamas encimado por serpe ou dragão adornado com crina de cavalo, na frente PI entre ramos e fita com a legenda "Imperial Guarda de Honra", interior com carneira completa, prendedores em escamas articuladas. Laterais encimados por medalhão no formato de cabeça de leão. Sem marcas aparentes de identificação; 24,5 cm de comprimento, 16,5 cm de largura e 39 cm de altura total.

Na restauração foram encontrados, no forro interno, oito jornais perfeitos datados de 1828 que acompanham, encadernados.

A guarda de honra pertencia à família Imperial e não ao exército e os capacetes foram utilizados de 1822 a 1832.

Esta ausente o penhacho frontal, vermelho.

 

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051

Santo Antonio - Brasil, século XVII.

Imagem de madeira policromada e dourada representando o Santo em sua iconografia tradicional; de pé, calçando sandálias, segurando livro com a mão esquerda e à direita estendida para sustentação de uma cruz, trajando túnica marron com rico e delicado panejamento e relevados dourados. Base retangular de cantos chanfrados; 66,5 cm de altura total, com o resplendor de prata de 6,5 cm de altura.

Está ausente um dos atributos da Imagem, a cruz.

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052

Porta-toalha de Batismo - Brasil, século XIX.

Porta-toalha de batismo, de prata brasileira lavrada e cinzelada apresentando haste em três segmentos, delimitados por elementos anelares e com ornamentação floral, de onde pende laço com argola, para sustentação da toalha de batismo; 49 cm de comprimento.

 

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053

Porta-toalha de Batismo - Brasil, século XIX.

Porta-toalha de batismo, de prata brasileira lavrada e cinzelada apresentando haste cilíndrica com ornamentação floral, de onde pende laço com argola, para sustentação da toalha de batismo; 53 cm de comprimento.

 

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054

Marquês de Quixeramobim -Travessa oval de porcelana Cia-das-Índias – China, século XIX. Dinastia Qing Daoguang.

Travessa oval com seu respectivo escorredor. Aba dividida em seis cenas orientais   em policromia, no centro da caldeira "B" circundado por pequenas volutas ocre, escorredor oval com a mesma decoração e monogramas antepostos, pertencente a Pedro Dias Paes Leme; 40,8 cm e 32,3 cm de comprimentos, 33,3 cm e 24,5 cm de larguras e 6 cm de altura, respectivamente.

Reproduzido exemplar do mesmo serviço à pág. 311 do livro "A Porcelana Chinesa ao Tempo do Império" por Nuno de Castro.

Título de Barão em 1825, Visconde e Marquês em 1826, foi Gentil-Homem da Câmara de D. Pedro I.

 

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055

Bandeira de Procissão - Brasil, século XVIII.

Bandeira de procissão, ou bandeira votiva, de madeira policromada e dourada. Formato ovalado retratando em suas faces cenas bíblicas; em uma delas a Santíssima Trindade com a Virgem Maria e, na outra, São Francisco e Santa Clara, centralizando e segurando com as mãos Ostensório. Rica moldura circular dourada de 73 cm de diâmetro, profusamente entalhada com folhas de acanto entre vazados, encimada por coroa. O todo sustentado por vara revestida de tecido aveludado; 192 cm de altura total.

 

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056

Mesa de Apresentação - Brasil, século XVIII.

Mesa de apresentação de madeira nobre. Tampo retangular, com ondulações nas bordas, sobre caixa com duas gavetas lineares de um lado e simulacros do outro; espelho das chaves de osso e puxadores metálicos. Quatro pernas recurvas com joelho salientes terminadas em pés de sapatas, 108 cm de comprimento, 69 cm de largura e 91 cm de altura total.

 

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057

Nossa Senhora da Conceição. Brasil, século XVIII

Imagem paulista de barro cozido e policromado apresentando a Santa de pé, cabelos longos, mãos postas, manto com belos movimentos, apoiada sobre nuvem e três cabeças de anjos; 25,5 cm de altura total.

Apresenta pequena trinca na altura do pescoço.

 

 

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058

Antônio Parreiras.

Paisagem. Óleo sobre madeira, 33 cm x 41 cm. Assinado e datado embaixo à direita: A. Parreiras / 926.  

 

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059

Cristo Ressurrecto - Brasil, século XVIII.

Imagem de madeira policromada, com vestígios de douração, modelada na Imagem de Cristo em Ascensão. Longos cabelos, rosto pulcro, longo e movimentado manto sobre os ombros, usando sendal drapeado para cobrir sua nudez, de pé sobre nuvens revoltas e espiraladas, terminadas sem volutas; 27,4 cm de altura total.

Estão ausentes na Imagem, três falanges.

 

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060

Conde de Rio Pardo –Travessa – China, século XIX. Dinastia Qing Daoguang.

Travessa oval de porcelana Cia-das-Índias com seu respectivo escorredor, aba delimitada por friso amarelo com pequenos círculos entre filetes azuis, delimitando a caldeira friso serrilhado dourado, no centro guirlanda sobre monograma "TJPV" entrelaçado em dourado desgastado, escorredor oval com a mesma decoração e monogramas antepostos, pertencente a Tomaz Joaquim Pereira Valente; 40,5 cm e 32,3 cm de comprimentos, r 33,3 cm e 25 cm de larguras e 6 cm de altura, respectivamente.

Exemplar do mesmo serviço reproduzido à página. 312 do livro "A Porcelana Chinesa ao Tempo do Império" por Nuno de Castro.

Título de Barão em 1825 e de Conde em 1826, Militar de Portugal transferido para o Brasil como coronel e ajudante de campo do Imperador D. Pedro I em 1822, ascendeu a Marechal de Campo sendo Presidente da Província de Santa Catarina e Comandante do Exército na Província do Rio Grande do Sul.

 

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061

Esmoleira de Prata - Portugal, Século XVIII.

Esmoleira de prata portuguesa repuxada, cinzelada e burilada ornamentada com frisos de godrões, arabescos, folhas de acanto estilizadas e elementos repetitivos. Sobre a borda revirada do plano circular, assim como na parte lisa e inferior da base escalonada e campiniforme encimada por haste em balaústre, marca de identificação IM que, segundo Marcas de Contrastes e Ourives Portugueses, por Manuel Gonçalves Vidal, volume I, pátina 44, nº 406, Marca de ourives de Lisboa, dos fins do primeiro ao termo do terceiro quartéis do século XVIII, 28 cm de diâmetro e 13,5 cm de altura total.

 

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062

Par de Anjos Lampadóforos - Brasil, século XVIII.

Par de anjos lampadóforos de madeira entalhada, policromada e dourada. Corpo encarnado, asas ornadas com folhagem e vestes com drapeados e arranjos florais; cabeças ligeiramente tombadas, cabelos cacheados, uma das pernas flexionadas e braços estendidos, em posição para sustentação de tocha; 100 cm e 113 cm de alturas totais, respectivamente.

 

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063

Parreiras, Antônio.

República Rio Grandense. Óleo sobre tela,  73,5 cm x 116,5 cm. Intitulado, assinado, localizado e datado acima à direita: República Rio Grandense / 2º conquista feita em Paris em 1914/ Parreiras/Paris 1914. Embaixo à direita: Ao Dr. Borges de Medeiros / affectuosamente (assinatura do artista).

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064

São Vicente Ferrer - Portugal, século XIX.

Imagem de madeira policromada e ricamente dourada, esculpida à maneira naturalista. Trajes de dominicano com belo panejamento e acentuados movimentos, de pé, segurando livro com a mão esquerda, braço direito levantado, cabeça e olhar ligeiramente voltados para cima, como se pregando estivesse. Base retangular com lados de duas seções côncavas, cada; 48,5 cm de altura total.

 

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065

Coroa de prata repuxada e cinzelada baseada no original da coroação de D. Pedro II, desenhada e executada por Carlos Marin - Brasil, século XX.

Base circular com relevos, oito palmas em semiarcos perolados encimados por globus cruciger; 40,5 cm de altura.

Acompanha suporte articulado de prata com haste trabalhada e vazada sustentando plano circular; 52 cm de comprimento.

 

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Coroa de prata baseada no original da sagração de D. Pedro I - Brasil, século XX

Elíptica, friso com apliques no bordo superior de escudos com as armas do Império do Brasil, sobrepostas aos escudos folhas de acanto, oito hastes largas na base e finas no ponto de junção, decoradas com elementos fitomórficos, ao alto esfera armilar sob a cruz de cristo; 43,5 cm de altura.

Acompanha suporte articulado de prata com haste trabalhada e vazada sustentando plano circular; 52 cm de comprimento.

 

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067

Cabeça de Anjo - Brasil, século XVIII.

Cabeça de anjo esculpida em madeira nobre à maneira naturalista, apresentando delicadas maçãs do rosto, ligeiramente salientes e arredondadas, lábios entreabertos, como se orando estivesse, cabelos cacheados e harmonicamente movimentados, asas cruzadas sobre o peito delicadamente ornadas com folhagens; 33 cm de comprimento e 37 cm de altura total.

A presente escultura representa o mais puro Barroco Brasileiro, nos levando a crer ter sido ela concebida por um grande mestre da época, sendo merecedora de maiores e aprofundados estudos para atribui-la a um deles, como aqueles que, com seus importantes e belíssimos adornos, enriqueceram as igrejas da cidade do Rio de Janeiro.

 

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068

Par de Anjos - Brasil, século XVIII.

Par de anjos simétricos de madeira entalhada, com vestígios de policromia. Ajoelhados, com asas parcialmente abertas ornadas com folhagens. Longos mantos, com movimentos característicos ao Barroco Brasileiro, rostos pulcros, cabelos ondeados, olhos fechados e mãos postas, como se orando estivessem; 66 cm e 63,5 cm de larguras e 144 cm e 147 cm de alturas totais, respectivamente.

 

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069

Cabeça de Anjo - Brasil, século XVIII.

Cabeça de anjo esculpida em madeira nobre à maneira naturalista, apresentando delicadas maçãs do rosto, ligeiramente salientes e arredondadas, lábios entreabertos, como se orando estivesse, cabelos cacheados e harmonicamente movimentados; 30 cm de altura total.

A presente escultura representa o mais puro Barroco Brasileiro, nos levando a crer ter sido ela concebida por um grande mestre da época, sendo merecedora de maiores e aprofundados estudos para atribui-la a um deles, como aqueles que, com seus importantes e belíssimos adornos, enriqueceram as igrejas da cidade do Rio de Janeiro.

 

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070

Cabeça de Cristo - Brasil, século XVIII.

Imagem de madeira policromada, de roca ou de vestir, representando cabeça de Cristo sem cabelo, olhos de vidro, barba longa, pontos e linhas vermelhas, como se feridas e sangue fossem. Base quadrada de 20 cm de lados; 41 cm de altura total.

 

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071

Bacia - Brasil, século XVIII.

Bacia para lavar os sanguinhos, de prata brasileira, repuxada e cinzelada. Formato circular com interior côncavo e aba revirada ornados com folhas de acanto, estilizadas e cinzeladas, centralizando Pelicano Eucarístico; 39 cm de diâmetro e 12,5 cm de altura total.

Apresenta, no centro de seu de seu reverso, vestígio de marca de identificação.

Peça para mesmo uso encontra-se reproduzida à página 84 do livro Ofício da Prata no Brasil, por Humberto M. Franceschi

 

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072

Mesa de apresentação estilo D, José I de madeira nobre, tampo retangular com bordas onduladas, saias frontais e laterais recortadas decoradas com volutas e folhas de acanto em alto relevo, pernas recurvas com joelho trabalhado, pés de garra e bola. 141 cm de comprimento por 84,5 cm de largura por 78,5 cm de altura total. Brasil, sec. XVIII.

 

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Sé da Bahia, Duas Talhas - Brasil, Século XVIII.

Duas talhas de madeira lavrada e ornada com ramagens floridas, em volutas. Apresentam douração à folha de ouro e vestígios de policromia; 211 cm de comprimento e 74 cm de altura, cada.

Pertenceram a antiga Sé da Bahia, demolida em 09 de agosto de 1933.

 

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074

Facchinetti, Nicolau Antonio.

Paisagem Rural com Serra dos Órgãos ao Fundo . Óleo sobre cartão, 10,5 cm x 15,5 cm, Assinado embaixo à direita: Facchinetti.

A iconografia da Serra dos Órgãos, como a obra ora apresentada, foi retratada em diversos outros quadros de Facchinetti, em especial O Dedo de Deus e o Dedo de Nossa Senhora, que fazem parte do «Big Four», juntamente com Escalavrado e Cabeça de Peixe, uma escarpa de quatro picos da Serra, localizada entre Guapimirim e Teresópolis.

 

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Mestre Valentim - Atribuição. Divino Pai Eterno - Brasil, século XVIII.

Divino Pai Eterno. Imagem de madeira entalhada e policromada representando-O, em meio corpo, com esfera mundi sob o braço esquerdo. Fartos cabelos e longa barba, movimentados e ligeiramente encaracolados. Olhar misericordioso, lábios bem definidos e entreabertos deixando parte dos dentes aparentes e braços abertos, como se estivesse pronunciando contundente chamado a cada um de nós, pedindo que O escutemos e O sigamos. Túnica acinzentada e belíssimo manto vermelho encarnado com delicados e movimentados drapeados, ornados em dourado com ramagens, flores e folhas; 125 cm de largura e 114 cm de altura total, com o belíssimo resplendor de prata, ornado com pedras coloridas.

Adquirido há muitos anos atrás em público leilão realizado em São Paulo tendo sido, na ocasião, reproduzido no convite para divulgação do evento, onde consta ter pertencido a Igreja São Pedro dos Clérigos no Rio de Janeiro, demolida para construção da Avenida Presidente Vargas, em 194.

 

Divino Pai Eterno é um título, uma "maneira de chamar" a Primeira Pessoa da Santíssima Trindade, Deus Pai, revelado por Jesus Cristo. Com efeito, antes da vinda de Jesus a este mundo, o Criador, Deus, era adorado mais como "Senhor" do que como "Pai". Pensava-se ser uma ousadia chamar a Deus de "Pai". Foi Jesus, o Filho, a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, quem revelou ao mundo esta verdade radicalmente transformadora: Deus é Pai! E um Pai que ama seus filhos!

O significado do Divino Pai Eterno

O nome "Divino Pai Eterno" contém três títulos que expressam três verdades sobre Deus.

Primeira verdade: Ele é "Divino", quer dizer que Ele é Deus, é sobrenatural, sublime, perfeito, encantador, bonito, maravilhoso.

Segunda verdade: Ele é Pai. Pai é quem dá vida, é quem gera filhos, é quem cria filhos, é quem ama os filhos, é quem se dedica aos filhos, é quem conhece os filhos e quer que os filhos sejam felizes, realizados. Deus é Pai!

Terceira verdade: Ele é Eterno, quer dizer: não tem princípio nem fim, Ele é para sempre. Sempre foi e sempre será. E Ele, no seu amor, nos chama à eternidade quando nos dá a vida. Somos filhos do Divino Pai Eterno.

Fonte: Arquidiocese de São Paulo / Paróquias

 

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Santo Antônio. Brasil, século XIX.

Imagem de madeira esculpida e policromada, representado o Santo de pé, bom panejamento, pés nus, sobre base retangular de cantos chanfrados, segurando livro com a mão esquerda; 30 cm de altura total, com resplendor de prata de 3,7 cm de altura.

Estão ausentes os atributos desta iconografia, o Menino Jesus. Faltando parte do braço direito, assim como apresenta perdas de policromia.

 

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Naveta de Prata - Portugal, Século XVIII.

Naveta de prata portuguesa, repuxada, cinzelada e burilada, modelada no formato de lamparina e decorada no seu todo com folhas de acanto, volutas, arabescos e elementos da rocalha e, na ponta inferior de seu corpo, anjo estilizado. Próximo ao puxador da tampa em voluta evidência de restauro antigo, com solda de pequena chapa de cobre no reverso, assim como, também, vestígio de antigo restauro junto à dobradiça e marcas do tempo e uso. Sobre a tampa e sobre a faixa lisa da base campanular, marcas de identificação, prejudicadas para leitura; 20,5 cm de comprimento e 14,5 cm de altura total.

 

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Senhor Bom Jesus da Cana Verde - Brasil, século XVIII.

Expressiva Imagem de madeira encarnada e policromada apresentando Cristo flagelado, com braços amarrados, cabelos longos, barba bifurcada no queixo, perizônio claro com acentuados plissados, de pé sobre base retangular de cantos chanfrados; 30 cm de altura total.

Está ausente um atributo da Imagem, a cana verde.

 

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Salva de Prata - Inglaterra, metade século XX.

Salva de prata inglesa com borda movimentada ornada com perolados, elementos conchoides e repetitivos, centralizando aba e plano liso onde, em seu reverso, encontram-se marcas de identificação: da cidade de Sheffield, letra data para os anos de 1959-60, conforme Poinçons D'Argent; por Tardy, à página 251; ourives não identificado. Três pés espiralados; 20 cm de diâmetro.

 

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080

Altar de Madeira - Brasil, Século XVIII.

Retábulo em madeira entalhada, construído em arco, decorado com gregas, curvas e contra-curvas e, arrematado ao centro por anjo adorador. A base do arco propicia sustentação do todo por duas colunas caneladas, colocadas na parte interna e, na parte externa, em prolongamento lateral, duas vigorosas colunas salomônicas, decoradas, a cada intersecção dos fumos, por florões barrocos, que se repetem como tema predominante nos capitéis.

Ao centro, o Sacrário, cuja porta representa o Santíssimo, ladeado por outros elementos simbólicos em profusa talha barroca que vem a ser acrescida de sobrecéu constituído por volutas circulares que se tocam e se sobrepõem em gracioso movimento como que a simular nuvens no firmamento.

À frente a mesa de celebração de formato usual, apresenta talha frontal do "Agnus Dei", em relevo e emoldurado por cartela de configuração regular e simétrica conforme a norma estética da primeira metade do século XVIII; 255 cm de comprimento, 120 cm de largura e 463 cm de altura total.

 

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081

Par de Candelabros - Brasil, século XIX.

Par de candelabros para três velas, reversível em castiçal, de prata brasileira repuxada e burilada, ornados no seu todo com flores entre volutas, folhas de acanto e elementos repetitivos. Sobre a aba lisa e movimentada da base sobre quatro pés de garras, marca de ensaiador, P coroado, não identificado, guardando muita similaridade com a estampada na página 349, BR-27B, por Fernando Moitinho de Almeida, em Inventário de Marcas de Pratas Portuguesas e brasileiras Século XV a 1887, indicando pseudo contrate do Porto, usado no Brasil na segunda metade do século XIX. Apresentando discrepância nos contornos das marcas. Haste segmentada em balaústres, terminada em bobeche de aba revirada; 42 cm de altura total.

 

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082

São Bento - Portugal, século XVIII.

Imagem de madeira policromada e dourada, esculpida à maneira naturalista, representando o Santo de pé, trajando hábito com largas mangas e túnica com capuz, pretos, simbolizando a Ordem dos Beneditinos, por ele fundada. Barba longa, ligeiramente cabisbaixo como se lendo o livro que segura com a mão esquerda estivesse e que simboliza a regra de vida que ele, inspirado por Deus, criou para que os monges de sua Ordem seguissem. Braço direito esticado com a mão em posição para sustentar cajado, referência ao santo como pai e pastor; 135,5 cm de altura de total, com o belíssimo resplendor de prata de 20,5 cm de altura.

Esta ausente nesta iconografia, o báculo.

 

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083

Salva - Inglaterra, Século XX.

Salva de prata inglesa com plano liso centralizado por aba escalonada, que segue os mesmos movimentos da borda recortada. No reverso do plano marcas de identificação da cidade de Londres e letra data para o ano de 1934, segundo Poinços D'Argent, por Tardy, à página 250; 21 cm de diâmetro.

 

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084

São Miguel Arcanjo - Brasil, século XVII.

Escultura de barro queimado e policromado representando o Santo em sua iconografia tradicional. De pé sobre nuvens, com asas, cabelos longos, trajes convencionais, braços ligeiramente flexionados acima da cintura e mãos em posição de sustentar balança e lança; 50 cm de altura total.

Estão ausentes nesta iconografia, a balança com seu prato e a lança com estandarte.

 

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085

Imperial Ordem da Rosa - Placa de Oficial da Ordem de prata vermeil e esmaltes, circundada por 18 rosas sobre estrela de seis pontas esmaltadas, tendo ao centro placa circular raiada contendo monograma P.A. entrelaçados, circundado por faixa esmaltada em azul com a legenda "Amor e Fidelidade, no reverso alfinete na vertical; 6 cm de diâmetro. Brasil, séc. XIX.

Apresenta restauro de três rosas e pequena perda no esmalte.

 

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Par de Candelabros - Portugal, século XX.

Par de candelabros para cinco velas de prata portuguesa, fundida e burilada, profusamente ornado por volutas, folhagem, elementos conchoides, godrons e fundo texturizado. Base circular almofadada e de contornos irregulares, sobre quatro pés, encimada por coluna de duas seções, uma fusa e outra em balaústre terminada em bobeche com seu respectivo suporte para vela, assim como os quatro braços em volutas. Na aba lisa da base marcas de identificação: Marca de garantia da prata do toque 0,833 usada na contrastaria do Porto desde 1938, conforme Marcas de Contrastes Portugueses, volume II, página 12, marcas 49 e precedente; 33 cm de altura total.

 

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087

São José, de Barro - Brasil, Século XVII.

São José. Importante Imagem de presépio, de barro branco cozido, esculpido à maneira naturalista, representando o Santo de pé, trajando túnica delicadamente franzida destacando o pescoço, cabelos longos e barba, cabisbaixo com olhar demonstrando adoração, braços direito flexionado com mão sobre o abdome e braço esquerdo ligeiramente dobrado segurando curva de longo manto, com delicados movimentos; 58 cm de altura total.

Esta Imagem, ora oferecida aos diversos colecionadores, por sua beleza, riqueza de detalhes, movimento de panejamento, expressão facial e harmonia, merece estudos mais aprofundados pelos experts em imaginaria brasileira podendo, inclusive, se for o caso, vir a ser atribuída a um grande mestre.

 

 

 

 

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088

Par de Peanhas. Brasil, século XVIII.

Par de robustas e belas peanhas de madeira entalhada e dourada ornadas com elementos conchoides, folhagens em volutas e flores; 50 cm de altura e 30 cm de largura. Platô de 30 cm de comprimento e 25,5 cm de largura.

Em função do tempo e uso apresentam algumas perdas, assim como pequena diferença no remate das bases, sem comprometer a harmonia e beleza do conjunto.

 

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Ordem da Rosa, do Cruzeiro, de Cristo e de Santiago – Brasil, século XIX.

2 Peças

Trancelim de ouro com quatro fios torcidos carregando três miniaturas das Imperiais Ordens da Rosa, de Cristo e de Santiago encimadas pela coroa Imperial em ouro em seus respectivos esmaltes, trancelim medindo respectivamente 1,8 cm x 1 cm, 2 cm x 1,2 cm e 1,7cm x 1 cm. 

Conjunto de duas insígnias das Imperiais Ordem da Rosa e Ordem do Cruzeiro:

Imperial Ordem da Rosa - Insígnia de ouro e esmaltes grau Comendador. Corpo no formato de estrela de seis pontas maçanetadas, assentada sobre guirlanda com dezoito rosas folheadas, no centro medalhão o monograma  " A.P. ",  entrelaçado circundado pela legenda "Amor e Fidelidade" no reverso a data 2-8-1828,  encimada por coroa de ouro articulada  e argola; 3,4 cm de comprimento e 2,2 cm de largura.

Imperial Ordem do Cruzeiro -  Brasil, século XIX.

 Insígnia de ouro e esmaltes grau Comendador. Corpo no formato de estrela bifurcada de dez pontas maçanetadas, no centro, medalhão em esmalte azul celeste contendo cruz latina formada por 19 estrelas e circundada pela legenda "Benemeritum Praemium", encimada por coroa articulada e argola, 3 cm de comprimento e 1,9 cm de largura.

 

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090

Atril - Brasil, século XIX.

Atril de prata brasileira repuxada e cinzelada, com alma de madeira. Formato retangular, de lados recortados, com borda ornada com elementos florais relevados, tendo ao centro insígnia AM, de Ave Maria, centralizada por ramos de café e de tabaco, separados abaixo por laçarote e encimado por coroa Imperial de D. Pedro II. Embaixo, à direita, reserva delimitada por guirlanda florida com inscrição incisada: Meza Regedora de 1862; 30 cm de largura e 41 cm de altura total.

 

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Heitor dos Prazeres.

Tintureiro. Óleo sobre tela, 38,5 cm x 47 cm. Localizado, datado e assinado embaixo à direita: Rio 21-4-64/ Heitor dos Prazeres.

 

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Dois Pratos – China, século XVIII. Período Qianlong.

 Conde de Lumiares. Prato raso de porcelana Cia-das-Índias, aba tendo borda ondulada com espinhos, friso decorado com guirlanda em policromia entre cerraduras, na caldeira reserva com cena do cotidiano e figuras em policromia, pertencente a Manuel da Cunha Menezes (1742 - 1791); 23 cm de diâmetro. Exerceu elevados cargos no Brasil como Capitão General e governador das Províncias de Pernambuco e Bahia.

Exemplar do mesmo serviço reproduzido à página 365 d0 livro "O Brasil e a Cerâmica Antiga", por Eldino Brancante.

Prato fundo de porcelana Cia-das-Índias família rosa, decorado com motivos florais em policromia; 23 cm de diâmetro.

 

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Par de Candelabros - Brasil, século XIX / XX.

Par de candelabros, para cinco velas, de prata brasileira repuxada, cinzelada e burilada, profusamente decorado com elementos característicos ao estilo D. João V, volutas centralizando flores e concheados e folhas de acanto. Haste segmentada em balaústres, sustentando em seu topo quatro braços recurvos com suas respectivas açucenas e receptáculos para velas, com mesma terminação dos braços. Base almofadada e recortada, seguindo o mesmo padrão de decoração das demais partes do conjunto, sobre quatro pés com vazados delimitando volutas. Sem marcas aparentes de identificação; 63 cm de altura total.

 

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Santo Ignácio de Loyola - São Paulo, Brasil, séc. XVII.

Imagem de madeira, entalhada e policromada, representando o Santo de pé, com mão direita apoiada sobre livro sustentado com a mão esquerda. Perfis retos e hábito longo. O todo sobre base ovalada; 71 cm de altura total.

 

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Cristo Crucificado - Brasil, século XVIII.

Grande Imagem de madeira policromada representado Cristo crucificado com corpo encarnado, cabelos longos, cabeça tombada para a direita, olhos de vidro, barba bifurcada na altura do queixo, perizônio com drapeados e movimentado, pontos e linhas vermelhas sobre o corpo, como se feridas e sangue fossem; 64 cm de altura total. Estão ausentes elementos da iconografia, a cruz e os pregos.

 

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São Rafael Arcanjo - Hispano-americano, Século XIX.

Imagem de São Rafael Arcanjo de madeira policromada e dourada, esculpida à maneira naturalista, representando-O com asas, cabelos longos, trajando túnica curta com mangas largas e movimentadas, calçado com sandália e de pé sobre rochedo. Cabeça, olhar e braços em posição de oração; 93,5 cm de altura total.

 

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Ordem de Santiago da Espada - Portugal, século XIX.

Colar de Grã-Cruz de Cavaleiro de prata esmaltada formado, alternadamente, de coroas de louros de esmalte verde perfiladas e frutadas e a Cruz da Ordem. Pendente a cruz em esmalte vermelho e encadeado por coroa de louros em verde, 73,7 cm de comprimento.

 

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098

Naveta de Prata - Brasil, Século XIX.

Naveta de prata brasileira lisa, repuxada e burilada, modelada no formato de pássaro estilizado. Corpo oblongo, dorso liso com parte articulada, pescoço alongado e rabo em godrons. O todo sobre coluna cilíndrica com base almofadada e oviforme; 34,3 cm de comprimento e 15 cm de altura total.

 

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099

Salva de Prata - Inglaterra, início século XX.

Salva de prata inglesa com borda movimentada centralizando aba e plano liso. No centro do plano figura de cachorro e, em seu reverso, marcas de identificação: da cidade de Birrmingham e letra data para os anos de 1926-26, conforme Poinçon D'Argent, por Tardy, à página 25; ourives não identificado. Três pés semiesféricos; 25 cm de diâmetro.

 

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Resplendor de Ouro - Brasil, século XIX / XX.

Três resplendores de ouro, fundido e repuxado, com faixa semicircular ornada em relevos de onde saem raios difusos; 5,2 cm, 5 cm e 3 cm de comprimentos e 4,7 cm, 5 cm e 2,7 cm de alturas, respectivamente.

 

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101

Pia Batismal - Brasil, Século XIX.

Pia batismal de madeira nobre, com vestígios de pátina, lavrada em gomos longitudinais. Tampa semicircular, com puxador em bilro, encerrando bacia, de mesmo formato e decoração, que se encaixa à coluna em balaústre, terminada em base com faixas lisas, escalonadas; 59,5 cm de diâmetro e 115 cm de altura total.

 

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102

Incensário de Prata - Brasil, Século XIX.

Incensário de prata brasileira repuxada, burilada e cinzelada, modelado em gomos e ornado com folhagens e partes do fundo texturizadas. Tampa articulada com furos, próximos do puxador no formato de ave. Fuste no formato do Espírito Santo sobre pequena haste em balaústre e base campanular, de 11,3 cm de diâmetro; 31,5 cm de altura total.

 

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Nossa Senhora do Rosário - Brasil, século XVIII.  

Imagem de madeira esculpida e policromada, com vestígios de douração, representando Nossa Senhora com cabelo parcialmente caindo sobre os ombros e coberto por véu. Bom e movimentado panejamento, braço direito flexionado com a mão em posição para sustentação de rosário e o esquerdo com mão espalmada sob manto para apoio do Menino Jesus, sentado. Flutuando sobre nuvens com quatro cabeças de anjos e base retangular escalonada; 50 cm de altura total, com a coroa de prata de 5 cm de altura.

Estão ausentes os atributos desta iconografia, O Menino Jesus e o rosário.

Apresenta pequenas perdas na policromia.

 

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104

Paliteiro de Prata - Portugal, séc. XIX.

Paliteiro de prata portuguesa fundida, repuxada e cinzelada, modelado em chafariz com dois pássaros pousados na borda de sua bacia e outro sobre a esfera em sua parte superior. Base com 8,3 cm de lados onde são encontradas marcas de identificação da prata do Porto, parcialmente legíveis, e "Marca do ourives do Porto João Martins Duarte, registrada em 1849 por Vicente Manuel de Moura", conforme "Marcas de Contrastes e Ourives Portugueses, por Manuel Gonçalves Vidal e Fernando Moitinho de Almeida, volume I, página 141, marca nº 1367". Sobre a esfera e borda da bacia, furos para palitos; 19 cm de altura total.

 

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105

Poltrona Estilo D. José I - Brasil, século XIX.

Poltrona de jacarandá estilo D. José I. Espaldar alto entalhado com volutas, encosto com tabelas recurvas até o assento, braços retos e estofados terminando em voluta com suporte recurvo e trabalhado, assento trapezoidal estofado, cantos em ângulo, barra frontal ondulada, recortada e entalhada, joelhos realçados por volutas centralizando folhas de acanto, assim como seus pés anteriores; 138,5 cm de altura do espaldar.

 

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106

Naveta de prata - Brasil, Século XIX.

Naveta de prata brasileira repuxada e cinzelada, modelada à maneira naturalista no formato de pássaro, com cabeça articulada, assentado sobre globo que encima base circular e almofadada onde, em seu plano, encontram-se marcas de identificação da prata 10 dinheiros, do Rio de Janeiro e do ourives Francisco José da Cruz, citado entre 1837-1859, segundo Inventário de Marcas de Pratas Portuguesas e Brasileiras, por Fernando Moitinho de Almeida, página 370, marca 101; 30 cm de comprimento e 30 cm de altura.

 

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Par de poltronas estilo Louis Philippe – Brasil, século XX.

Encosto e assento estofados com tecido claro, ao alto frontão lavrado com flores e folhas, braços e pernas recurvas e pés de cachimbo; 104 cm de altura total.

 

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108

Resplendor - Europa, século XIX / XX.

Resplendor esférico de prata, com vazados, ornado com rosas, volutas, ramos de trigo e reserva central lisa encimada pela pomba do divino relevada e marca 800; 28,7 cm de diâmetro.

 

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Castiçal de Prata - Brasil, século XIX/XX.

Par de castiçais de parede, de prata repuxada e cinzelada, em duas seções. Pequena floreira com varanda de contornos irregulares tendo, internamente e em seu centro, receptáculo para vela, estando apoiada em suporte de madeira, revestido de veludo carmim, ornado em sua parte superior com placa no formato de ânfora circundada por ramagens floridas e guirlandas.

 

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110

Castiçal de Prata - Brasil, século XIX/XX.

Par de castiçais de parede, de prata repuxada e cinzelada, em duas seções. Pequena floreira com varanda de contornos irregulares tendo, internamente e em seu centro, receptáculo para vela, estando apoiada em suporte de madeira, revestido de veludo carmim, ornado em sua parte superior com placa no formato de ânfora circundada por ramagens floridas e guirlandas.

 

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Berna, José ou Giuseppe - Grande e imponente brasão Imperial Cetro e a Mão da justiça em mármore estatuário premiado na Exposição de 1862, apresenta esfera armilar circundado por 19 estrela sobre o Cetro com a Serpe e a mão da justiça, manto e encimado pela coroa Imperial, na parte inferior placa "G. Berna 1862 ", 133 cm x 123 cm. Brasil, séc. XIX.

Esculpida no Rio de Janeiro, adornava o Paço da Cidade, com a queda da monarquia foi alvo de vandalismo pelos republicanos tendo sido protegida pela guarda imperial, mesmo assim teve dois dedos e a parte final da haste mutiladas. Adquirida em leilão público no Rio de Janeiro em 1977. Apresenta restauro das partes atingidas. Acompanha documentação sobre a peça, o escultor e o exemplar do catálogo do Leilão de aquisição, além de fotografia e artigos de jornais da época.

 

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Naveta de prata - Brasil, Século XIX.

Naveta de prata brasileira, repuxada, cinzelada e burilada, modelada no formato de nau com cabeça de pássaro na proa. Parte superior em três seções ornadas com flores e volutas, sendo as das extremidades elevadas e avarandadas, uma articulada. Haste circular em balaústre e base oviforme. Sem marcas de identificação aparentes; 24 cm de comprimento e 19,5 cm de altura total.

 

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Talha - Brasil, século XVIII.

Importante talha oviforme de madeira entalhada, com vestígios de policromia. Parte central ornada com ostensório ladeado por volutas, cacho de uvas e espiga de trigo, com suas respectivas ramagens. O todo circundado por espiralados, como se nuvens fossem e, externamente por raios, tardios e difusos, também de madeira. Medidas, internas e externas: 73,5 cm e 189,5 cm de larguras e 112 cm e 165 cm de alturas totais, respectivamente.

 

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Dois pratos - China, séc. XVIII.

Ambos fundos de porcelana Cia-das-Índias, padrão Macau. Formato circular, fundo branco, decorado com paisagem lacustre, pagode e casario em azul índico, sob vidrado. Borda decorada com elementos repetitivos.; 22,5 cm e 22,1 cm de diâmetros, respectivamente.

Tonalidades do azul ligeiramente diferentes e, um deles, apresenta três pequenos "fios de cabelos".

 

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Zorlini, Ottone.

Paisagem Lacustre. Óleo sobre madeira, 30 cm x 39,5 cm. Assinado embaixo à direita: O. Zorlini. No reverso: Exposição Sociarte / Os Pintores Italianos no Brasil/ Museu de Arte Moderna/ data: 28 e abril a 16 de maio de 1982 e textos ilegíveis.

 

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Atril - Brasil, século XIX/XX.

Atril de metal prateado. Formato retangular, plano liso com rebordo em sua parte inferior, ornado com círculos vazados em seus ângulos centralizando cruz de Fleuri incisada, sobre fundo texturizado. No reverso suporte semicircular e basculante que se apoia entre dentes de dois segmentos paralelos, para regulagem de altura. O todo sobre quatro pés torneados. Sem marcas de identificação aparentes; 31,5 cm de comprimento e 26 cm de largura.

 

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São Manuel - Brasil, século XVIII.

Imagem mineira de madeira policromada representado o Santo de pé sobre base facetada. Longos cabelos, mãos postas, usando sendal para cobrir sua nudez; 29,8 cm de altura total, com resplendor de prata de 3,9 cm de altura.

 

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Prato réchaud e saleiro - China, séc. XVIII.

Ambos de porcelana Cia-das-Índias, padrão Macau. Réchaud de formato octogonal, fundo branco, decorado com paisagem lacustre, pagode e casario em azul índico, sob vidrado. Borda decorada com elementos repetitivos. Duas pegas simétricas e opostas, sendo a da esquerda para inserção de água. Saleiro também octogonal decorado com casario e paisagem campestre; 27 cm e 9 cm de comprimentos, 23,5 cm e 7 cm de larguras e 4 cm e 3,3 cm de alturas, respectivamente.

 

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Floreira, Cisne - Portugal, século XX.

Floreira de metal prateado fundido, repuxado e cinzelado, modeladas à maneira naturalista em forma de cisne. Asas emplumadas guarnecendo lateralmente cuba oviforme, para colocação de flores. Olhos em contas. Sem marcas aparentes de identificação; 43 cm de comprimento, 22 cm de largura e 30,5 cm de altura total.

 

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Floreira, Cisne - Portugal, século XX.

Floreira de metal prateado fundido, repuxado e cinzelado, modeladas à maneira naturalista em forma de cisne. Asas emplumadas guarnecendo lateralmente cuba oviforme, para colocação de flores. Olhos em contas. Sem marcas aparentes de identificação; 43 cm de comprimento, 22 cm de largura e 30,5 cm de altura total.

 

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Henri Desire Grisard - França, Século XX.

Cry of Victory. Escultura Art Déco de bronze patinado, modelada à maneira naturalista, representando Jovem com tórax desnudo, braços levantados e abertos, segurando com uma mão estandarte e com a outra espada, de pé sobre rocha. No lado, à direita da rocha, vestígios de assinatura; 85 cm de altura total.

Estão ausentes o cabo e o guarda mão da espada. Reproduzida à página 167 do livro Art Deco and Other Figures, por Bryan Catley.

 

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Dois pratos - China, séc. XVIII.

Um fundo e outro raso de porcelana Cia-das-Índias, padrão Macau. Formato circular, fundo branco, decorado com paisagem lacustre, pagode e casario em azul índico, sob vidrado. Borda decorada com elementos repetitivos; 22,5 cm de diâmetros, cada.

 

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Luminária de teto de vidro lapidado, corpo bojudo decorado com ramos e P II sob coroa Imperial, guarnições de metal decoradas em relevo; corpo com 40 cm e 60 cm de altura total. Brasil, séc. XX.

 

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Alexandre Falguière - França, século XIX.

Grupo escultórico de bronze, modelado à maneira naturalista, representando jovem nua sobre pedras escalonadas e ladeada por pavão, encimando base oviforme. Na parte posterior da pedra selo de fundição, Thiebault Freres / Fondeur / Paris e, à esquerda, assinatura A. Falguière; 53 cm de altura total.

Reproduzida à página 14 em Art Deco and Other Figures, por Bryan Catley.

 

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Travessa - China, séc. XVIII.

Porcelana Cia-das-Índias, padrão Macau. Formato retangular de cantos chanfrados, fundo branco, decorado com paisagem lacustre, pagode e casario em azul índico, sob vidrado. Borda decorada com elementos repetitivos.; 32 cm de comprimento e 24,3 cm de largura.

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Emile Gallé - França, séc. XIX / XX.

Solifleur de vidro doublé com decoração em ramagem verde e vermelha em degradê, sobre fundo fosqueado. Corpo bojudo e achatado encimado por pescoço cilíndrico e longitudinal onde, em sua base, encontra-se assinatura, Gallé; 34,3 cm de altura total.

 

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Dois Pratos Cia-das-Índias – China, século XVIII

Conde de Galveias - Prato de porcelana Cia das Índias, aba delimitada por friso ocre com grega em dourado, seis ramos de flores em policromia, no centro brasão de armas em suas cores heráldicas sob coroa de Conde, pertencente a  Andre de Mello e Castro; 24 cm de diâmetro.

Apresenta restauro antigo na borda.  Foi Vice-Rei do Brasil de 1735 a 1749. Exemplar do mesmo serviço reproduzido à página 121 do livro "Louça da Aristocracia do Brasil" por Jenny Dreyfus.

Prato de porcelana Cia-das-Índias oitavado, aba delimitada por filete dourado e friso em corda azul, no centro da caldeira reserva oval com monograma "J B A" entrelaçado 24,7 cm de largura.

 

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Oswald de Andrade Filho.

Figuras Femininas. Aquarela, 20 cm x 100 cm. Sem assinatura.

 

Pintor, desenhista, cenógrafo, escritor, jornalista, músico e professor. José Oswald Antônio de Andrade Filho (1914: São Paulo, SP - 1972: Guarujá, SP).

 

Possuidor de boa técnica, objetivou criar uma arte "de raízes brasileiras". Filho de Oswald de Andrade, conviveu com a pintora Tarsila do Amaral, casada com seu pai. Foi conhecido como "Nonê de Andrade".

 

Fonte: https://www.guiadasartes.com.br/oswald-de-andrade-filho/obras-e-biografia.

 

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Nossa Senhora da Apresentação - Brasil, século XVIII.

Imagem de madeira lavrada e policromada; apresenta-se de pé, bom panejamento, cabelos cobertos, manto longo, perna direita ligeiramente flexionada apoiada sobre base recortada, braço esquerdo dobrado com a mão espalmada sob o manto, para sustentação do Menino; 21,8 cm de altura total. 

Estão ausentes, o braço direito da Imagem e O Menino.

 

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Travessa - China, séc. XVIII.

Porcelana Cia-das-Índias, padrão Macau. Formato retangular de cantos chanfrados, fundo branco, decorado com paisagem lacustre, pagode e casario em azul índico, sob vidrado. Borda decorada com elementos repetitivos; 35,5 cm de comprimento e 28 cm de largura.

 

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Clodomiro Amazonas.

Paisagem com Ipês Amarelos. Óleo sobre tela, 38,5 cm x 46,2 cm. Assinado e datado embaixo à esquerda: C. Amazonas/ 1927.

 

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Aparelho de Jantar de Porcelana - França, século XX.

Aparelho de jantar de porcelana branca de Limoges composto de 105 peças, ornadas nas bordas com faixa azul celeste centralizada por frisos dourados. Puxadores das tampas e pegas das peças de serviço, também dourados. Peças:

40 pratos rasos, 12 pratos fundos e 35 pratos de sobremesa, todos redondos, 24,8 cm, 24,5 cm e 21,8 cm de diâmetros, respectivamente; 1 bol circular de 25,5 cm e 10 cm de altura; 3 travessas redondas, 2 rasas e 1 funda, de 29 cm, cada; 1 prato redondo de arroz de 32 cm; 2 molheiras com présentoir fixo, 25 cm de comprimento e 15 cm de largura, cada; 1 terrina oval com tampa, 33,5 cm de comprimento, 16,5 cm de largura e 15 cm de altura; 1 sopeira oval com tampa, 35,5 cm de comprimento, 22 cm de largura e 19 cm de altura total; 6 travessas ovais, variando de 27,7 cm de comprimento e 12,8 cm de largura a 35,5 cm de comprimento e 23 cm de largura, sendo uma com lascado na borda; 3 fruteiras redondas, variando de 23 cm e 6 cm de altura a 25 cm e 13,5 cm de altura; 3 fruteira redondas variando de 23 cm e 6 cm de altura a 25 cm e 13,5 cm de alturas. No reverso das peças marcas de identificação do fabricante Betoule et Cie., segundo Le nouveau Danckert Manuel de la porcelaine européene, par Lwdwig Danckert, página 211, item (11).

 

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Aparelho de Jantar, Chá e Café - Polonia, século XX.

Aparelho de jantar, chá e café, de porcelana polonesa, ornado com pequenos e delicados arranjos florais, composto de: 20 pratos rasos, 12 fundos, 12 para pão, 9 para sobremesa, 4 travessas ovais de tamanhos variados, 1 covilhete, 1 molheira, 1 prato de arroz, 1 prato de bolo, 1 bol redondo, 1 bule para chá e outro para café, 1 leiteira, um açucareiro, 9 xícaras de chá e 12 para café, com seus respectivos pires e 1 manteigueira. No reverso marcas de identificação: Tielsch Walbrzvch / Made in Poland.

 

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Prato Rechaud – China, século XIX.

Marquês de Quixeramobim. Prato rechaud de porcelana Cia-das-Índias, aba dividida em seis cenas orientais em policromia, no centro da caldeira "B" circundado por pequenas volutas ocre, antepostos dois bicos curtos junto a borda, pertencente a Pedro Dias Paes Leme; 27 cm de diâmetro e 4,5 cm de altura.

Exemplar do mesmo serviço reproduzido à página 311 do livro "A Porcelana Chinesa ao Tempo do Império" por Nuno de Castro.

Título de Barão em 1825, Visconde e Marquês em 1826, foi Gentil-Homem da Câmara de D. Pedro I.

 

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Santa Rita de Cássia - Brasil, século XIX / XX.

Imagem de faiança policromada e dourada representando a Santa em sua iconografia tradicional. Apresenta-se de pé trajando touca, longa túnica e manto, movimentados; olhos de vidro. Segurando com a mão direita Imagem de Cristo crucificado. Base elevada ornada em seu entorno com palmetas em relevos. Destaca-se no belo panejamento movimentado da Imagem a profusa aplicação de dourado, com esgrafitos; 55 cm de altura total, com resplendor de prata de 5,5 cm de altura.

 

 

 

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Irolli, V.

Mercado de Rua. Óleo sobre tela, 45 cm x 55,5 cm. Assinado embaixo à direita: V. Irolli.

 

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Três pratos – China, século XVIII.

Prato raso de porcelana Cia-das-Índias decorado com esmaltes da família rosa com motivos orientais na caldeira; 22,9 cm de diâmetro.

Prato raso de porcelana Cia-das-Índias decorado com esmaltes da família rosa com flores na caldeira; 23 cm de diâmetro.

Prato raso de porcelana Cia-das-Índias decorado com esmaltes da família rosa flores na caldeira; 22,8 cm de diâmetro.

 

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Gomil e Lavanda - Brasil, século XIX.

Gomil de asa perdida e sua lavanda cova e oblonga, de prata e lei lisa, repuxada e cinzelada, ornados   com desgastadas guirlandas e frisos. Base circular almofadada; lavanda com 47 cm de comprimento, 30 cm de largura e 7 cm e altura total; gomil com 35,5 cm de altura total.

 

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3º Barão de Monte Santo - Inglaterra, século XIX.

Legumeira de faiança inglesa, dita "azul borrão", pertencente a Gabriel Garcia de Figueiredo. Formato circular com borda e aba chanfradas, decorada sobre fundo branco com paisagem, pagodes e elementos fitomórficos, em azul com tonalidades diferentes, sob vidrado. No reverso marcas de identificação: Shangai / Wadans; 26,5 cm de diâmetro.

 

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Georgina de Albuquerque.

Paisagem com Rio. Óleo sobre tela colado em madeira, 22,5 x 27 cm. Assinado embaixo à esquerda: G. de Albuquerque.

 

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Retrato de D. Pedro II - França, século XIX.

Retrato de D. Pedro II, em traje social, colado sobre vidro transparente. Moldura de madeira nobre com adornos de ramagens e elementos conchóides, de prata. Na parte superior PII sob coroa Imperial e na inferior 1825 / 1891, também em prata; 47,5 cm de altura e 37,2 cm de largura.

 

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Prato de porcelana Companhia das Índias – China, século XIX.

Prato Cia das Índias a semelhança do serviço dos Pavões de D, João VI. Aba decorada com ramos de flores em policromia, borda ondulada cortada a faca, na caldeira dois pavões em policromia; 23 cm de diâmetro. Apresenta quatro pequenos bicados na borda e fio de cabelo.

 

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1 - Medalha Campanha do Paraguai (1870) - Bronze - Corpo no formato de cruz de malta, anverso coroa fechada de ramos de carvalho no centro a legenda" Campanha do Paraguai", reverso a data 6-1870-8. Fita com cinco listras iguais verde, branca, azul, branca e amarela (Cores da Tríplice Aliança). Cunhada com o bronze de canhões tomados na guerra.

2 - Medalha Bravura Militar (1868) - Bronze - Corpo oval, anverso troféus militares no campo circundado pela legenda "Exército em Operações contra o Governo do Paraguai", reverso na orla a legenda "Recompensa a Bravura Militar" no campo a legenda "Decreto de 23 de março de 1868", olhal, argola e fita três listras iguais, escarlate no centro e verde nas laterais.

 

3 - Medalha Tomada de Corrientes (1865) - Bronze - Corpo Oval, anverso brasão de armas da Argentina, na orla a legenda "La República Argentina à los vencedores em Corrientes", reverso o sol radiante, na orla a data de 25 de Mayo de 1865.

 

4 - Medalha Campanha do Paraguai (1870) - Bronze - Corpo no formato de cruz de malta, anverso coroa fechada de ramos de carvalho no centro a legenda" Campanha do Paraguai", reverso a data 6-1870-8. Cunhada com o bronze de canhões tomados na guerra.

 

5 - Medalha Caiuasa (1868) - Metal prateado - Corpo em cruz de malta plana com maçanetas, anverso no centro "Caiuasa 19 de julho 1868 " entre círculos, com estrela de Davi no centro, no reverso " A La Decision y Bravura" com estrela de Davi ao centro, arco ligando duas partes da cruz de malta.

 

6 - Medalha da Campanha do Mato Grosso (1867) Bronze - Corpo oval, anverso efígie de D. Pedro II olhando à esquerda, no reverso dois ramos de louro circundando a legenda "Constância e Valor" embaixo Mato Grosso 1867. Apresenta pequeno orifício ao alto.

 

7 - Medalha da Campanha do Uruguai (1865) Bronze - Corpo oval, anverso efígie de D. Pedro II olhando a esquerda, no reverso "Campanha do Uruguai 1865 " entre coroa de louros, olhal.

 

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Três Condecorações – Brasil, Rússia e Portugal, século XX.

Ordem de Izabel a Redentora - Corpo dourado no formato de cruz de malta esmaltada de branco tendo ao centro a efígie da Princesa em relevo circundada pela legenda" Izabel a Redentora" o todo   sobre ramos de café e tabaco e encimada pela coroa Imperial articulada; 8,5 cm x 5,6 cm.

Distintivo de conclusão do curso da Academia Militar do Estado Maior Nikolaus - Corpo oval apresentando águia bicéfala com brasão Romanov entre ramos e encimado pela coroa Russa; 6,5 cm x 4,5 cm.

Medalha SPES de Filantropia e Caridade do Instituto de Socorro a Náufragos (1908 1958) Prata -  Corpo circular apoiado sobre duas âncoras entrelaçadas, no centro raiado a legenda "SPES" circundado por "Filantropia e Caridade" sobre esmalte, criada em 1908; 4,7 cm.

 

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Rei Dom Carlos. Prato – China, século XX.

Prato de porcelana chinesa comemorativo do quarto centenário do descobrimento da Índia, aba com frisos decorados, no centro pintura de marinha com três naus em policromia envolvida por jarreteira com a legenda "Quarto Centenário do Descobrimento da Índia'' encimada por brasão de Portugal; 24,8 cm de diâmetro.

Exemplar do mesmo serviço reproduzido à página 246 do livro "A Porcelana Chinesa ao Tempo do Império" por Nuno de Castro.

 

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Rebolo, Francisco.

Nu Feminino. Desenho a lápis, 21 cm x 28 cm. Assinado e datado embaixo ao centro: F. Rebolo 41. No reverso carimbo do Museu de Arte Moderna/ Retrospectiva Rebolo/ Abril 1973.  

 

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Atril de Madeira - Brasil, século XIX / XX.

Atril de madeira nobre com douração. Corpo no formato de cavalete com frontão em volutas centralizando elemento conchóide sob castiçal de metal, com vestígios de douração. Pernas centralizando lateralmente liras e unidas abaixo por suportes para partituras. O todo sobre haste cilíndrica, coluna trípode em seções de balaústres e base de lados côncavos; 52 cm de largura e 161 cm de altura total.

 

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Esmoleira - Brasil, século XVIII.

Esmoleira de igreja, de madeira policromada e encerada. Formato retangular, tampa basculante e ferragem de ferro forjado, encimada por placa de lados recortados com policromia da Imagem de Nossa Senhora do Carmo, segurando com braço esquerdo a Menina e terço na mão direita, sobre nuvens e almas do purgatório; 25 cm de comprimento, 20,5 cm de largura e 44 cm de altura total.

 

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Medalha Comemorativa do Centenário da Morte de D. Pedro II – Brasil, século XX.

Medalha tendo no anverso Efígie de D. Pedro II olhando à direita 1891 -1991, no reverso a legenda “ Sereno aguardarei no meu jazigo a justiça de Deus na voz da história"; 9 cm de diâmetro. Brasil, séc. XX.

 

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Penca de Balangandãs - Brasil, século XIX.

Penca de prata brasileira com dez balangandãs. Nave vazada de 11,7 cm de comprimento e 9 cm de altura, ornada com duas figuras de papagaio, simétricas e opostas, sobre ramagem em voluta.

 

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Par de Mesas Auxiliares – Brasil, século XX.

Par de mesas laterais ou de apoio de madeira clara, plano circular com saia ondulada e com pingentes, coluna em balaústre base em cruz com recortes, pés em volutas; 65 cm de diâmetro e 71 cm de altura.

 

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Edgar Parreiras.

Vilarejo. Óleo sobre cartão, 33 cm x 24,5 cm. Assinado e datado embaixo à esquerda: Edgard Parreiras/ 1925.

 

 

 

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Gerardenghi.

Aves. Óleo sobre tela, 44,5 cm x 55,5 cm. Assinado embaixo à esquerda: Gerardenghi. No reverso etiqueta de exposição da Sociarte no Brasil/ Museu de Arte Moderna 28 de abril a 16 de maio de maio de 1982.

 

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Par de Tocheiros - Brasil, Século XIX / XX.

Par de tocheiros estilo D. José I, de metal repuxado, burilado e espessurado à prata, eletrificados. Haste estriada com base ornada em seu entorno por folhas de acanto com pontas reviradas, terminada em canopla campanular com borda recortada em semicírculos. Base trípode sobre pés de garras, com vazados e profusamente ornada por elementos característicos ao estilo: volutas, folhas de acanto, flores, pingentes; 83, 5 cm de altura, sem a cúpula cilíndrica, de cartão amarronzado, ornada nas extremidades por fina faixa de fios dourados e recurvos.

 

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Vaso Satsuma - Japão, Século XIX / XX.

Grande floreiro de porcelana Satsuma Imperial profusamente policromado, com prevalência do dourado. Corpo em balaústre ornado com elementos repetitivos, característicos ao estilo e época, reservas opostas de cenas do cotidiano, separadas por duas outras de paisagem lacustre com pássaros; 21 cm de diâmetro de boca e 61 cm de altura total.

 

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Par de botões convexos transformados em abotoaduras, anverso P II J sob coroa, no reverso WM Wood & Sons London; 1,8 cm de diâmetro. Inglaterra, séc. XIX.

 

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Palmatórias - Europa, século XX.

Três palmatórias, sendo: par de palmatórias de prata alemã, base circular com caneluras em ondeados, haste no formato de balaústre, pega circular com apoio para o polegar, contraste 800 coroa e meia lua, protegidas por duas mangas de vidro lapidado; 18 cm de comprimento e 8,5 cm e 18 cm de alturas, respectivamente. Pequena palmatória conchoide de prata com bobeche ornada por folhagem e pega recurvo no formato de serpente com pequeno suporte lateral para sustentação de abafador, ausente. Sem marcas aparentes de identificação; 9 cm de comprimento e 5 cm de altura.

 

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Vaso de Porcelana - China, século XIX.

Vaso de porcelana chinesa decoração mandarim. Corpo em balaústre decorado com cenas do cotidiano em policromia, pescoço em corneta com dois cães de fó antepostos, apoiado sobre base de madeira; 90 cm de altura, 32 cm de diâmetro e 25 cm de altura da base.

 

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Oehlmeyer, Edgar.

Paisagem com Figuras. Óleo sobre placa, 46 cm x 61 cm. Assinado e datado embaixo à direita: E. Oehlmeyer 1965.

 

 

 

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Bol de Cristal - Suécia, Século XX.

Bol circular de grosso cristal, estilo e época art déco. Corpo decorado em sua metade com profunda lapidação pontiaguda, concêntrica à base com marca de identificação do fabricante, Orrefors. Tampa de prata 833, conforme marca em sua aba interna, ornada com volutas e folhagens; puxador no formato de flor; 22,5 cm de diâmetro e 13 cm de altura total.

 

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Par de Cachepôs - China, Século XX.

Par de grandes cachepôs de faiança esmaltada sob vidrado. Corpo bojudo ornado com elementos tentaculares monocromáticos e terminado em estreita faixa revirada, todos em azul índigo. Base de madeira recortada; 56 cm de diâmetro de boca e 52 cm de altura total, cada.

 

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Coleção de 19 botões de uniformes civis e militares utilizados no período Imperial de fabricação Inglesa, Francesa e Brasileira, séc. XIX

1- Camarista do Paço - Botão de metal dourado, no campo, sem serradura ou ornatos P II I com aspecto de J sob coroa Imperial

2- Oficial Superior da Guarda Nacional - Botão com a coroa Imperial ocupando todo o campo, sem legenda ou ornamentos

3- Camaristas do Paço - Botão de metal dourado, no campo, sem serradura ou ornatos P II I com aspecto de J sob a coroa Imperial

4- Imperatriz Dona Amélia guarda Imperial - Botão de metal dourado banhado a ouro, na orla 20 estrelas circundando a coroa Imperial que encima a inicial "A" em relevo.

5- Marinha com coroa Portuguesa - Botão de metal dourado, âncora encimada por coroa circundado por filete e cordão torcido.

6- Marinha com coroa Portuguesa - Botão de metal dourado, âncora encimada por coroa circundado por filete e cordão torcido.

7- Oficial do Exército Imperial  -  Botão de metal dourado, coroa Imperial em relevo circundada por 18 estrelas

8- Oficial do Exército Imperial - Botão de baquelite escuro no campo entre ramos P II I com aspecto de J sob coroa Imperial

9- Ministro de Estado do Império - Botão convexo de metal amarelo, no campo o brasão imperial entre ramos de café e tabaco

10- Guarda Imperial dos Archeiros - Botão frontal da túnica de metal amarelo, no campo serpe heráldica da casa de Bragança, voltado para a esquerda sob coroa Imperial circundado pela legenda " Guarda Imperial de Archeiros".

11- Oficial da Guarda Nacional e do Exército - Botão de metal prateado, no campo P II sob coroa Imperial circundado por 19 estrelas

12- Camaristas do Paço - Botão de metal dourado, no campo, sem serradura ou ornatos P II I com aspecto de J sob a coroa Imperial

13-  Senador do Império - botão de metal amarelo campo linhado, sem serradura ou ornatos P II I com aspecto de J sob a coroa Imperial

14- Guarda Imperial da Imperatriz dona Amélia - botão de metal amarelo, no campo" A " sob coroa Imperial

15- Camarista do Paço - Botão de punho de metal dourado, no campo. sem serradura ou ornatos P II I com aspecto de J sob coroa Imperial

16- Oficial Superior do Exército período de D Pedro I - Botão plano de metal amarelo, no corpo a sigla P I encimada pela coroa Imperial e circundada por 19 estrelas

17- Médico da Imperial Camara - Botão de metal amarelo, no campo a coroa Imperial ladeada por duas serpentes simbólicas da Medicina

18- Guarda Imperial da Imperatriz dona Amélia - botão de metal amarelo, no campo" A " sob coroa Imperial

19- Guarda Imperial dos Archeiros - Botão de punho da túnica de metal amarelo, no campo serpe heráldica da casa de Bragança, voltado para a esquerda sob coroa Imperial circundado pela legenda " Guarda Imperial de Archeiros".